Como ontem (12/02) foi o dia da estréia do ex-somente livro e agora filme, Fifty Shades of Grey, o tal do Cinquenta Tons de Cinza, resolvi então compartilhar com vocês o que eu descobri.  E sim, é sobre filme. E não, não é besteira como você pode ter pensado.
Acredito que niguém parou para pensar o motivo de ser cinza a cor utilizada pro livro. E pensando bem cinza é bem melhor mesmo. pensou se fosse "Ciquenta Tons de Amarelo" ou, quem sabe, "Cinquenta Tons de Azul"? Realmente, cinza é a cor.

Uma coisa que a tradução da livro perdeu foi o trocadilho do título. Cinza em inglês é gray/grey (no inglês americano e britânico, respectivamente), e que, por um acaso, é o sobrenome do Christian. Que coisa, não?
Agora uma coisa que você provavelmente não tem ideia, é que existe um fundo científico pra ser cinza. Embora, eu não tenha certeza se a autora já admitiu ter escolhido cinza por isso.

Estava assistindo no canal da TEDx no YouTube uma palestra sobre o sistema reprodutor humano, e isso tem tanto tempo que nem me lembro o nome da palestrante. Estava tudo muito normal e engraçado, até que ela mencionou a existência de uma escala, cuja a medição é feita em tons de, adivinhe que cor, cinza.
Essa escala se chama "Heterosexual-Homosexual Rating Scale", ou em tradução livre, Escala de Medição de Heterossexualidade-Homossexualidade, mais conhecida como "Kinsey Scale", ou em outra tradução livre, Escala de Kinsey. Alfred Kinsey e dois outros colegas, Wardell Pomeroy e Clyde Martin, no ano de 1948, criaram a escala para computar dados do resultado de sua pesquisa que  mostrava que, maioria das pessoas, não se encaixam totalmente e exclusivamente nas categorias de homossexual e heterossexual. A escala vai de 0 a 6, sendo zero como exclusivamente heterossexual e seis exclusivamente homossexual, em que a cor cinza foi utilizada para ilustrar a transição de categorias.
Interessante o que E. L. James quis dizer. Talvez o Mr. Grey ultrapassasse a escala, sugerindo uma complexidade tão grande que não pudesse ser compreendida normalmente. 
Legal, não? Sinceranmi também é cultura. Ah, a TEDx é um canal educativo no YouTube de palestras, não de vídeo-aulas, de diversas universidades internacionais. Se você gostar pode clicar aqui e assistir alguma coisa. Ah, caso o canal não te interesse tanto quanto a escala, você pode clicar aqui e descobrir mais sobre, inclusive fazer um teste pra descobrir onde você se encaixa nela.
Bom, isso é tudo pessoal e até a próxima atualização.


Acredito que esse post vai ser legal, porque eu resolvi falar de música. Estou pronta para as possíveis reclamações, já que, adivinhem só, você que está aí lendo e eu que estava aqui escrevendo, não temos o mesmo gosto musical. Portanto, de antemão, já vou dizendo que toda discussão "meu gosto musical é melhor que o seu" é totalmente irrelevante, porque nós sabemos que isso é uma verdade absoluta individual.
Queria compartilhar minha nova (não de lançamento) obsessão auditiva. Acho que boa parte já assistiu ou leu (thumbs up pra quem fez os dois) a saga Divergente da Veronica Roth. Sei que o filme Divergente saiu tem um bom tempo, mas só recentemente parei pra vê-lo. (Me julguem!!!) De cara digo que amei a trilha sonora.
Primeiro, eu fui direto na versão deluxe desse álbum. E já adorei a capa. Lembra algo misterioso e ao mesmo tempo consegue ser atraente. E como não seria? Theo James e essas costas... Este lindo álbum conta com umas boas dezesseis músicas, de treze artistas diferentes. O destaque vai para a britânica Ellie Goulding que dominou a soundtrack com incríveis quatro músicas (Hanging On, My Blood, Dead In the Water e Beating Heart). Algo que me surpreendeu foi a quantidade músicas eletrônicas e cheias de batida. 

Alguns nomes que me chamaram a atenção foram:
- M83: M83 é um duo de música alternativa também mas com uma pegada eletrônica. Ele já estiveram em trilhas sonoras de outros filmes, e confesso que já conhecia eles, um pouco antes deles fazerem parte da trilha do filme Warm Bodies (Meu namorado é um zumbi). "Midnight City" faz parte deWarm Bodies e a é minha favorita deles.

- Pretty Lights: dentro do gênero musical eletrônico e eles tem uma vibe bem gostosa nas músicas. Entraram na trilha de Divergente com um remix de "Lost and Found". Eu fucei mais sobre eles, e acabei parando no site deles. Lá descobri  que todos os singles e álbuns estão disponíveis para download grátis. Se você clicar aqui vai parar no site deles e poderá se divertir fazendo os downloads.

- Big Deal: é super alternativo e indie. Tem toda a vibe meio depressivinha em algumas músicas e em outras é mais agitadinhas. Apesar dessa "bipolaride", eu super me identifiquei com a letra de "Homework" deles, fala sobre não conseguir se concentrar pra fazer o "dever de casa".

- BANKS: essa eu realmente adorei, me lembra muito a Lorde. As músicas tem uma batida bem legal e pra quem gosta da Lorde, já prevejo gostar dela também. 

"Beggin For Thread" - BANKS

Então isso é tudo pessoal. Espero que tenham gostado, e esses vários links no post são músicas citadas. Quem se interessou pela faixas, eu arrumei um stream de "Divergent (Original Motion Picture Soundtrack) [Deluxe Version]" pra vocês (clica aqui para ouvir) e até a próxima atualização, meu povo. :)