Voltei com uma resenha musical. Vou falar, mas principalmente ouvir um pouco mais sobre Fifty Shades of Grey e sua OST. (Pra quem não sabe OST é a sigla pra Original Sound Track.) Então falemos sobre esse lindo álbum. Ah, pode rolar uns spoilers.

Como eu disse em um dos meus últimos posts (esse aqui), assisti o filme e com certeza adorei a trilha sonora. No início senti que seria bom demais, no aspecto musical.

Vamos aos dados práticos do álbum:
  • 16 músicas;
  • 13 artistas diferentes.
Os escolhidos para terem suas vozes e batidas no longa foram uma mistura perfeita de clássico e moderno. A coisa ficou tão bem arquitetada que todas as músicas acabaram ganhando a cara do livro também.
Quem já leu sabe o motivo óbvio da escolha de Beyoncé e "Crazy in Love" para a trilha, o que eu realmente não esperava era essa versão nova. No livro, é a antiga versão tocando em um momento totalmente diferente. Com certeza Queen B, arrasou novamente. Só queria saber quando chega um irmão para a Blue Ivy, porque suas últimas músicas estão tão sexy que Jay-Z deve estar fazendo algo muito certo. Outra coisa, o remix de "Haunted" é incrível. Chega de elogiar quem é perfeita.
"Love Me Like You Do" surge e a voz gostosa da Ellie Goulding embala todos. Aliás, nunca a vi fazendo tanto sucesso, parece que ela vai dominar as soundtracks (o diretor musical de Divergente que me corrija se eu estiver errada)
Frank Sinatra foi um divo como sempre. Sei que ele canta um tipo de música que, em geral, jovens detestam, mas já disse que sou estranha e por isso eu simplesmente amo muito o Frank. "Witchcraft" tem uma letra que combina de forma incrível com a história. Sem contar com a voz dele que consegue ser romântica, firme e sedutora ao mesmo tempo. Aliás isso é parte da descrição de um certo sadomasoquista que atende como Mr. Grey, não?
Sem contar a maravilhosa Sia que foi ouvida em um momento, certamente, super íntimo dos personagens, diria mais íntimo de Annastasia mesmo. Sua música "Salted Wound" apareceu na primeiríssima cena de amor do casal. A voz angelical da cantora deixou a cena bem delicada, com cara de primeira vez mesmo. (Eu disse que poderia ter spoilers.)
Meu destaques do álbum vão para:
  • Laura Welch: cantora britânica de pop. Aparece no álbum com a segunda faixa que se chama "Undiscovered". Ela não é muito conhecida, e foi novidade até para minha pessoa. Como de praxe, fucei atrás dela, e descobri que ela não tem muitas músicas lançadas, por exemplo, seu debut álbum tá para sair no dia 09 de Março desse ano. O single é "Break The Fall" e tem uma letra forte e o vídeo daqui do lado é esta música;
  • The Weeknd: canadense e cantor de R&B/Soul, tem duas das dezesseis faixas da trilha do longa. A voz dele é maravilhosa, mas as letras são bem sensuais e às vezes meio pesadas. A batida dele é doentemente boa. Viajo legal escutando "The Morning".
  • Jessie Ware: mais uma londrina que canta lindamente o pop. Ela era backvocal de bandas importantes, como  Man Like Me. Jessie tá ficando tão legal que sua música "Say You Love Me" já foi tema de uma propaganda da grife de lingeries Victoria's Secrets. Aliás uma das suas influências musicais, Annie Lennox é a dona da música de abertura do filme e do álbum, cantando "I Put a Spell On You".
Antes de partir digo que também descobri que existe um álbum feito pela E. L. James. Calma ae, pessoas, não ela não cantou nada, e sinceramente acho que não teria também esse talento. Este segundo álbum, chamado "Fifty Shades Of Grey: The Classical Album", é somente das músicas clássicas, as mesmas que Christian não para de ouvir e/ou tocar nos três livros.
Então agora declaro esta postagem terminada. Deixarei-os com streams de OST de Fifty Shades of Grey e, vai que você se interessa, do Fifty Shades of Grey na sua versão clássica (basta clicar nos em "versão clássica" e no título do filme para ouvir). Ah, e como sempre, o post está repleto de links, e eles são para as músicas mencionadas.

Espero que vocês tenham gostado. Até a próxima. :)

Uma das cachoeiras do lado C do Parque.
Existe uma explicação pra eu não aparecer durante esses últimos dias. Parte disso é culpa do Carnaval. Daí, eu pensei que poderia compartilhar com vocês uma alternativa a viagem clássica só pra se livrar da folia.
Primeiramente, não fui pra nenhum bloco ou desfilei em escolas de samba e não, não viajei. Nesses dias, fiquei em família. Pode parecer careta e tal, mas é importante compartilhar momentos com pessoas que nos aturam desde sempre. Pra falar a verdade, foi bastante tranquilo aqui. Nada daquelas musicas chicletes tocando o dia todo, nada da bagunça de festas perto, nada de musica alta no vizinho até as cinco da manhã.
Em um desses dias do feriado, dei de turista com o pessoal da família. Fomos no Parque Nacional da Tijuca, RJ, conhecido mais como Floresta da Tijuca mesmo. Passamos só por uma parte do parque, que é dividido em quatro áreas. Entramos lá pelo lado C (Pedras Bonita e Gávea) e saímos por Serra da Carioca, lado B. 

Vista Chinesa
A novidade pra mim foi a ida a Vista Chinesa. Nunca tinha ido lá. Tinha algumas pessoas, mas foi tranquilo pra tirar fotos, a.k.a. selfies. Agora tenho tanta foto incrível que nem sei mais qual vai ser a do perfil. Agradeço Monopod, que geral chama de "pau de selfie". No caminho pra Vista Chinesa, vimos uns miquinhos (micos, saguis, aqueles macaquinhos atrevidos e engraçados que vemos nos filmes). Uns é bem pouco, foi bastante mesmo, tirei altas fotos disso. Ah, também apareceram uns brasileiros super super fluentes em francês, mas eram tão fluentes que por um momento eu acreditei que na etiqueta deles tava escrito made in France. Nem preciso dizer que morri de uma invejinha nessa hora.
Na volta passamos na Praia de São Conrado, porque minha mãe queria ver o pessoal que voa de asa-delta. 




selfies com o Monopod + efeitos = foto de revista
 Quarta de cinzas, foi bem melhor. Fui no cinema, e obviamente assisti Cinquenta Tons de Cinza. Foi bem legal. Rimos (eu e o pessoal da sala) metade do filme todo. Sim, deu pra rir. BTW, a trilha sonora foi divina e provavelmente vou fazer um post sobre. Curti o filme com um clásssico Starbucks. Ah, e passei antes nas Lojas Americanas pra comprar uns chocolates e outras coisinhas.
Então esse foi meu Carnaval. Desculpem pelo atraso em postagens, mas é como o título diz: "sumi pra ser feliz...". Gente quem quiser mais informações sobre o Parque Nacional da Tijuca é só clicar aqui, e quem quiser ler sobre o porque de ser cinza a cor do filme lá só clicar aqui. Ah e se você por algum motivo se interessou em ver minha aventura cotidiana, me siga no Instagram (@anmiassis). Bom, isso é tudo e até amanhã com o meu novo post. :)

Como ontem (12/02) foi o dia da estréia do ex-somente livro e agora filme, Fifty Shades of Grey, o tal do Cinquenta Tons de Cinza, resolvi então compartilhar com vocês o que eu descobri.  E sim, é sobre filme. E não, não é besteira como você pode ter pensado.
Acredito que niguém parou para pensar o motivo de ser cinza a cor utilizada pro livro. E pensando bem cinza é bem melhor mesmo. pensou se fosse "Ciquenta Tons de Amarelo" ou, quem sabe, "Cinquenta Tons de Azul"? Realmente, cinza é a cor.

Uma coisa que a tradução da livro perdeu foi o trocadilho do título. Cinza em inglês é gray/grey (no inglês americano e britânico, respectivamente), e que, por um acaso, é o sobrenome do Christian. Que coisa, não?
Agora uma coisa que você provavelmente não tem ideia, é que existe um fundo científico pra ser cinza. Embora, eu não tenha certeza se a autora já admitiu ter escolhido cinza por isso.

Estava assistindo no canal da TEDx no YouTube uma palestra sobre o sistema reprodutor humano, e isso tem tanto tempo que nem me lembro o nome da palestrante. Estava tudo muito normal e engraçado, até que ela mencionou a existência de uma escala, cuja a medição é feita em tons de, adivinhe que cor, cinza.
Essa escala se chama "Heterosexual-Homosexual Rating Scale", ou em tradução livre, Escala de Medição de Heterossexualidade-Homossexualidade, mais conhecida como "Kinsey Scale", ou em outra tradução livre, Escala de Kinsey. Alfred Kinsey e dois outros colegas, Wardell Pomeroy e Clyde Martin, no ano de 1948, criaram a escala para computar dados do resultado de sua pesquisa que  mostrava que, maioria das pessoas, não se encaixam totalmente e exclusivamente nas categorias de homossexual e heterossexual. A escala vai de 0 a 6, sendo zero como exclusivamente heterossexual e seis exclusivamente homossexual, em que a cor cinza foi utilizada para ilustrar a transição de categorias.
Interessante o que E. L. James quis dizer. Talvez o Mr. Grey ultrapassasse a escala, sugerindo uma complexidade tão grande que não pudesse ser compreendida normalmente. 
Legal, não? Sinceranmi também é cultura. Ah, a TEDx é um canal educativo no YouTube de palestras, não de vídeo-aulas, de diversas universidades internacionais. Se você gostar pode clicar aqui e assistir alguma coisa. Ah, caso o canal não te interesse tanto quanto a escala, você pode clicar aqui e descobrir mais sobre, inclusive fazer um teste pra descobrir onde você se encaixa nela.
Bom, isso é tudo pessoal e até a próxima atualização.