Atualmente anda-se a moda de deixar os cabelos de modo mais natural, sem a aplicação de químicas pesadas. A consequência disso é que a visão de pessoas com seus cabelos black power e cacheados tem se tornado mais comum. Os que adotam esse estilo de vida dizem que se sentem melhores com seus cabelos naturais e mais livres. Mas sempre que ouço eles falando sobre a liberdade adquirida eu penso "como assim? Era só um cabelo, faz tanta diferença assim?". Comecei a notar mais sobre essa tal de liberdade que eles dizem sentir quando estão com seus cabelos naturais e do nada o estalo me veio.
   A sociedade em que vivemos cria muitas regras, maioria delas realmente uteis para a convivência de todos, contudo existem regras que não foram explicitamente impostas por exemplo: os tais padrões de beleza. Os padrões de beleza são tão antigos e antiquados que nem mesmo eu sei dizer quem os impôs, mas de alguma forma eles ficaram e perpetuaram por muito tempo. O mundo, durante muito muito muito muito tempo, não fez nada para quebrar os padrões, mesmo os movimentos que pareciam não se importar com os padrões de um certo modo ajudou a criar mais padrões para serem seguidos (vide o movimento punk e todas as suas características marcantes). todos esses padrões de alguma forma nos aprisionam na ideia do que devemos ser e quando seguimos eles, além de nos tornarmos apenas mais seguindo algo, paramos de fazer o que nós gostamos. Ou seja, deixamos de ser livres. 
   As meninas, em geral, vem se rendendo ao modo mais simples de viver e aprendendo a amar os seus cabelos da forma como eles vieram, ou seja, aceitando os cachos, o volume, a textura, e os mais diversos atributos que nasceram com os seus fios capilares. Por conta de todos os padrões e o enorme histórico em esforços para mantê-los dentro de um molde, muitas pessoas se espantam ao notar que alguém próximo passa a adotar o seu cabelo in natura. (Sempre quis entender o espanto dessas pessoinhas. Primeiro que não é o cabelo da pessoa em questão, segundo que: por quê lutar contra o que já nasce de você mesmo?)
   Eu sei que as pessoas pensam que é coisa boba de menina apenas começar, do nada, usar o nosso cabelo natural. Mas é o seguinte, quando você é natural isso significa que mais de você está exposto e você tem que ser mais corajoso do que parece para expor a si mesmo. Você precisa de muito mais para parar com o uso das químicas, isso consome nossos círculos de segurança e isso é algo que ninguém fala sobre porque, no final do dia, as pessoas veem tudo como apenas cabelo mas na verdade era uma jaula e agora você está se libertando.

Não sei o motivo, mas de alguma maneira sou uma pessoa simples. 
É esquisito admitir isso. Principalmente porque o mundo é repleto de pessoa com muito menos que eu. 
Quer dizer, perto de muitas pessoas que passam fome e encaram dificuldades maiores que não saber o que vestir por não ter não ter o que vestir é visível que não sou tão simples assim. 
Porém eu sou. 
Sou mesmo. 
Ando com roupas de liquidação - nenhuma de marca, talvez uma de marca -, mas é tudo de cor sólida: preto, branco, cinza. 
Gosto de andar nos transportes públicos: adoro metro, ônibus, porém nunca andei de trem, pelo menos não no Brasil.
Faço muitos programas culturais, todos de graça, desse jeito já vi tudo de todos os melhores artistas.
Meu cinema é o do dia mais barato, mas o filme é legendado porque quero ter certeza sobre o que o Brad Pitt diz. 
O inverno é a minha estação, o momento perfeito para usar o casaco quase vintage que meu pai usou nos nossos passeios pela Cidade Luz nos Anos 2000. 
Ah mas o verão... 
Não, o verão não. 
Tudo se torna muito amarelo, não há vento, tudo derrete e vira pegajoso. 
Céus me protejam da tendência pró-nudismo que as pessoas resolvem usar por aí. 
E as músicas de verão?, não há paz nas notas nacionais de qualquer coisa que toque na mídia. 
Quem aguenta 40 graus? 
Quem aguenta o verão musical? 
Certamente não eu. 
No fim das tardes de verão, gosto de sair da aula e tomar o ônibus para ir para casa. 
Com sorte sento-me em lugar vazio ao lado da janela. 
Saco os fones de ouvido e os plugo no celular. 
Frank Sinatra começa a cantar. 
Música após música ele consegue apagar a atmosfera de verão do ar. 
Contudo, o ápice da minha amnésia é quando lá fora está fazendo 40 graus e nos meus ouvidos Sinatra canta Strangers In The Night e os meus olhos podem apreciar um pôr do sol bem laranja no céu.
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   Esse foi o post dessa sexta. Esse texto foi escrito por mim, mas não tem nenhuma pretensão de ser nada além do que ele é, se é que ele é algo. Nesses links (meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr) você pode matar o tempo até o próximo post. Beijocas, chuchus. x

  Cada dia é mais comum ver pessoas produzindo uma felicidade aparente. Tais pessoas procuram mostrar aos grupos que os cercam sua vida da forma mais contente possível.
  Alguns estudos dizem que estamos constantemente buscando a felicidade como nosso objetivo de vida central e que buscamos a aceitação no meio no qual convivemos. Esta perseverança faz com que nem sempre sejamos fiéis aos reais sentimentos nossos, tanto virtualmente quanto no dia-a-dia.
  Existe uma parte de cada um de nós que precisa ser reconhecida socialmente, e isto faz com que estejamos mais ainda cercados de pessoas e, com a existência da Internet, mais frequentes em redes sociais.
  Não há como saber se todos os itens compartilhados nos vários sites e aplicativos existentes são verídicos, contudo, na incerteza do sentimento exposto por um amigo e/ou seguidor muitos optam por demonstrarem sentir o mesmo ou preferem aparentar estarem melhor que o visto.
  Sendo assim, a felicidade permanece sendo algo individual, porém capaz de ser dividido; tangível porém capaz de ser inalcançável; passageira, porém capaz de ser constante; genuína, porém capaz de ser fingida. A oscilação de seu significado torna a alegria uma coisa a ser imitada, transmitida como se fosse a autorização para constituir um mundo feito de pessoas exclusivas.
  Entretanto, na maioria dos casos, por de trás das aparências existe alguém que busca resolver seus próprios conflitos internos. Conflitos que não são expostos, justamente, porque muitos se mostram felizes, e quem gostaria de estragar isso? Ninguém.

Felicidade.




O primeiro post de 2016 é, na verdade, uma redação que fiz para uma atividade de Língua Portuguesa, cujo o tema era "A felicidade artificial no século XXI". Por essa sexta-feira é só isso. Até a próxima. Beijocas, xx

   Nesta sexta-feira, gostaria de lembrar vocês que todo esforço positivo vale a pena. Como assim?
   Assim ó: quando você se empenha em fazer algo que só trará benefícios (para você ou não) e não prejudicará a ninguém, então é um esforço positivo. E isso eu gosto de chamar de esforço positivo.
   Eu digo isso porque, ultimamente, tenho me dedicado muito. Muito mesmo, num grau que eu nunca me imaginei vivendo, e querem saber tem valido a pena cada gota de suor que estou gastando. E por eu ter descoberto novamente o sabor da conquista resolvi compartilhar o que torna todo esforço mais agradável.

  1. Ser paciente. Isso é um dos principais segredos para qualquer conquista. Não existe algo pelo qual vale a pena lutar se a vitória for muito, muito rápida mesmo. Quando ganhamos facilmente, temos a tendência a não dar muito valor ao prêmio. Por isso, é importante e natural que qualquer coisa boa seja mais complicada de alcançar. Sugiro aos apressadinhos que comecem a pensar em estratégias para se acalmarem enquanto estiverem na sala de espera da vida.
  2. Sonhar alto. Ter um sonho alto, "impossível" é muito bom. Se por um lado ele pode te frustrar por não ter sido alcançado, por outro almejar algo muito inimaginável de se concretizar é essencial, pois dá o combustível para a vida. Ter muitos sonhos é importante. Ser um sonhador não é ruim ou ridículo. Ser um sonhador é maravilhoso, porque isso te torna uma pessoa com um objetivo de vida, com desejos. Não importa o quão grande o sonho é, ele um dia pode se realizar. E caso não se realize, não tem problema, afinal é exatamente para isso que devemos ter muitos sonhos para quando um não der certo, a gente pular para outro.
  3. Invista tempo. Ter vários sonhos é maravilhoso, mas é super necessário que nós façamos deles objetivos. E mais importante ainda é que haja um verdadeiro investimento naquilo. Temos 24 horas todos os 365/366 dias do ano por algum motivo. E vamos combinar que não é para você não fazer nada com todo esse tempo. Use-o para por em prática todos os seus sonhos, ou o use para pensar em modos de por seus sonhos no mundo real. Deve-se dominar o tempo, e assim você poderá concretizar qualquer coisa que queira. Confesso que estou aprendendo isso. Ainda. 
  4. Cerque-se de boas e verdadeiras amizades. Ter uma boa rede de pessoas que se importam com você também é necessário. Essas pessoas te dão apoio para conquistar seus objetivos. As verdadeiras amizades estão sempre dispostas a lutar com e por você, a te dar bons conselhos, a fazer criticas construtivas, e a te ajudar em qualquer momento. São essas pessoas que estarão do seu lado caso tudo dê errado no começo e/ou estarão lá para te dar uma mãozinha caso seja necessário durante o processo da vitória. 
   Posso estar esquecendo de alguma coisinha, mas não tem tanto problema, pois maior parte do segredo está aqui. Se você internalizar um pouco do que está escrito nesses quatro tópicos a cima, já é  um grande começo para coisas boas e positivas acontecerem. Não aconselho usar nada para prejudicar outras pessoas, porque não costuma dar muito certo, não quero dar muito spoiler do final, mas é você que vai acabar se ferrando. É como alguém disse e pintou pelos muros e viadutos da cidade do Rio de Janeiro: "Gentileza gera gentileza."
   Por essa sexta-feira é só. Até mais, chuchus. :)