Atualmente anda-se a moda de deixar os cabelos de modo mais natural, sem a aplicação de químicas pesadas. A consequência disso é que a visão de pessoas com seus cabelos black power e cacheados tem se tornado mais comum. Os que adotam esse estilo de vida dizem que se sentem melhores com seus cabelos naturais e mais livres. Mas sempre que ouço eles falando sobre a liberdade adquirida eu penso "como assim? Era só um cabelo, faz tanta diferença assim?". Comecei a notar mais sobre essa tal de liberdade que eles dizem sentir quando estão com seus cabelos naturais e do nada o estalo me veio.
   A sociedade em que vivemos cria muitas regras, maioria delas realmente uteis para a convivência de todos, contudo existem regras que não foram explicitamente impostas por exemplo: os tais padrões de beleza. Os padrões de beleza são tão antigos e antiquados que nem mesmo eu sei dizer quem os impôs, mas de alguma forma eles ficaram e perpetuaram por muito tempo. O mundo, durante muito muito muito muito tempo, não fez nada para quebrar os padrões, mesmo os movimentos que pareciam não se importar com os padrões de um certo modo ajudou a criar mais padrões para serem seguidos (vide o movimento punk e todas as suas características marcantes). todos esses padrões de alguma forma nos aprisionam na ideia do que devemos ser e quando seguimos eles, além de nos tornarmos apenas mais seguindo algo, paramos de fazer o que nós gostamos. Ou seja, deixamos de ser livres. 
   As meninas, em geral, vem se rendendo ao modo mais simples de viver e aprendendo a amar os seus cabelos da forma como eles vieram, ou seja, aceitando os cachos, o volume, a textura, e os mais diversos atributos que nasceram com os seus fios capilares. Por conta de todos os padrões e o enorme histórico em esforços para mantê-los dentro de um molde, muitas pessoas se espantam ao notar que alguém próximo passa a adotar o seu cabelo in natura. (Sempre quis entender o espanto dessas pessoinhas. Primeiro que não é o cabelo da pessoa em questão, segundo que: por quê lutar contra o que já nasce de você mesmo?)
   Eu sei que as pessoas pensam que é coisa boba de menina apenas começar, do nada, usar o nosso cabelo natural. Mas é o seguinte, quando você é natural isso significa que mais de você está exposto e você tem que ser mais corajoso do que parece para expor a si mesmo. Você precisa de muito mais para parar com o uso das químicas, isso consome nossos círculos de segurança e isso é algo que ninguém fala sobre porque, no final do dia, as pessoas veem tudo como apenas cabelo mas na verdade era uma jaula e agora você está se libertando.

Não sei o motivo, mas de alguma maneira sou uma pessoa simples. 
É esquisito admitir isso. Principalmente porque o mundo é repleto de pessoa com muito menos que eu. 
Quer dizer, perto de muitas pessoas que passam fome e encaram dificuldades maiores que não saber o que vestir por não ter não ter o que vestir é visível que não sou tão simples assim. 
Porém eu sou. 
Sou mesmo. 
Ando com roupas de liquidação - nenhuma de marca, talvez uma de marca -, mas é tudo de cor sólida: preto, branco, cinza. 
Gosto de andar nos transportes públicos: adoro metro, ônibus, porém nunca andei de trem, pelo menos não no Brasil.
Faço muitos programas culturais, todos de graça, desse jeito já vi tudo de todos os melhores artistas.
Meu cinema é o do dia mais barato, mas o filme é legendado porque quero ter certeza sobre o que o Brad Pitt diz. 
O inverno é a minha estação, o momento perfeito para usar o casaco quase vintage que meu pai usou nos nossos passeios pela Cidade Luz nos Anos 2000. 
Ah mas o verão... 
Não, o verão não. 
Tudo se torna muito amarelo, não há vento, tudo derrete e vira pegajoso. 
Céus me protejam da tendência pró-nudismo que as pessoas resolvem usar por aí. 
E as músicas de verão?, não há paz nas notas nacionais de qualquer coisa que toque na mídia. 
Quem aguenta 40 graus? 
Quem aguenta o verão musical? 
Certamente não eu. 
No fim das tardes de verão, gosto de sair da aula e tomar o ônibus para ir para casa. 
Com sorte sento-me em lugar vazio ao lado da janela. 
Saco os fones de ouvido e os plugo no celular. 
Frank Sinatra começa a cantar. 
Música após música ele consegue apagar a atmosfera de verão do ar. 
Contudo, o ápice da minha amnésia é quando lá fora está fazendo 40 graus e nos meus ouvidos Sinatra canta Strangers In The Night e os meus olhos podem apreciar um pôr do sol bem laranja no céu.
__________________________________________________________________________________
   Esse foi o post dessa sexta. Esse texto foi escrito por mim, mas não tem nenhuma pretensão de ser nada além do que ele é, se é que ele é algo. Nesses links (meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr) você pode matar o tempo até o próximo post. Beijocas, chuchus. x

   A Anmiventura dessa quarta é super reflexiva. Antes da gente começar convido você a dar uma olhada na anmiventura da semana passada clicando aqui. Agora vamos a de hoje.
   "Ser ou não ser? Eis a questão." Tenho certeza que todo mundo conhece essa frase de uma obra do Shakespeare. O que eu quero com ela é o seguinte: ser ou não ser fitness? Ser ou não ser saudável?
Sim, meus caros, é bem agora que o bicho pega. 
   Diariamente vivemos nesse dilema que é seguir os padrões impostos pela sociedade. Parece que ultima febre do momento é ser fitness. O negócio é tão sério que tem muita gente se matriculando em academias e fazendo tudo quanto que existe de dieta maluca para perder uns vários quilinhos. Mas será que vale a pena?
   Um dos questionamentos que eu fiz a mim mesma quando eu entrei na academia foi: realmente quero? E logo em seguida eu lembrei da história que me convenceu a entrar em uma academia depois de muito tempo sem querer entrar em uma. Já que vocês insistem bastante eu conto.

   Um belo dia, eu estava usando a minha calça jeans favorita. Eu a usava tanto, tanto que aposto que se deixasse ela andava sem mim. Eu ia para escola, shopping, na padaria, igreja, show, dormia, fazia tudo o que pudesse com essa calça. Ela era linda. Um jeans skinny escuro, com um pouco de stretch, cintura alta, com dois botões de pressão em cada lado da perna. Adorava a calça. Mesmo, muito mesmo. De tanto usar a calça, por quase um ano e meio, ela começou a apresentar um desgaste entre as pernas. Sempre era assim. Toda calça minha que vai cair em desuso mostra como primeiro sinal esse desgaste. Assim que vi, pensei "pronto são os meus últimos meses com ela." Ela parecia tão forte que eu sinceramente pensei que ela aguentaria mais um mês comigo. Mas esse tipo de coisa acontece para gente valorizar a vida. Nem que seja a vida de algo. Então, um belo dia, eu estava usando a minha calça jeans favoritas. Passei um ótimo dia com ela na escola. No final da aula, eu entrei no ônibus. Sentei-me no local perto da janela. Entretanto assim que sentei, pude ouvir um barulho que imitava algo rasgando. Rapidamente olhei para a calça. Sim, o rasgo tinha vindo dela. Minha pobre calça havia desfalecido. Um rasgo bem no meio do desgaste da perna esquerda. Calmamente coloquei minha mochila por cima do estrago e dei um "graças a Deus pelo menos foi no caminho de casa e não durante o dia." Toquei todas as minhas músicas fúnebres que tinha no celular. Cheguei em casa. Sentei-me no sofá. Mais um rasgo. Dessa vez no desgaste da perna esquerda. Era o fim de verdade. Pensei com mim mesma. Não posso perder mais nenhuma calça jeans por causa da minha gordura. Na manhã seguinte eu estava matriculada na academia perto de casa.
   Nossa, fui bem dramática né? Mas não importa. O que importa foi a minha motivação. Eu havia cansado de perder roupas para a minha gordura sobressalente. E o que me abriu os olhos não foram todos os médicos que eu já havia ido, não foram todos os avisos da minha mãe e, certamente, não foi eu quase tendo que usar roupas de número 50, mas sim uma "simples" (nunca a esquecerei) calça jeans. 
   Atualmente, a ditadura da magreza está mais gritante do que nunca. Cada vez mais querem impor a todos nós que ser magro é ser belo. Mas o que é a beleza? Muitas pessoas que são consideradas como gordas são lindas e belas. A beleza é algo que dever ser desconstruído. Eu mesma não me aceitava do jeito que sou. Não vou dizer que me aceito agora, porque eu seria muito hipócrita. Trabalho na minha aceitação diariamente. Todos os dias eu escolho me amar da forma que sou. Todos os dias eu escolho mudar, em todos os sentidos, porque me amo. 
   Depois que entrei na academia, eu passei a fazer dieta. Vamos combinar que fazer dieta é um saco, mesmo quando você é uma pessoa que come frutas e legumes. Sim, sempre fui esse tipo de pessoa. Desde criança, mamãe sofreu mas agora eu como tudinho com amor. A Anmiventura dessa quarta e das demais quartas quando eu não estiver aqui falando do meu Bullet Journal vai ser essa. Vou documentar a minha dieta, esse processo de emagrecimento. 
   De nenhuma maneira estou aqui para dizer que os gordinhos devem emagrecer. Se você está saudável e acima do peso, e se gosta dessa forma, então continue assim. Conheço muitas pessoas que estão em situação similar a mim e tem muito mais coragem que eu. Elas usam cropped e eu não. É como eu disse, tem que ter coragem para se amar. E busco essa coragem todos os dias, todos os segundos.
   Voltando ao lance da dieta e da academia, hoje faço os dois por ordens médicas. Eu não gosto de dieta. Não gosto de ir na academia. Pelo contrário, se deixar eu acabo com os dois. Mas vou e me esforço pelo bem de mim mesma. Eu já estava em um ponto que me cansava ao subir um curto lance de escadas na escola, me sentia mal ao caminhar dois quarteirões, só me entupia de doces, estava começando a ter dificuldade para dobrar a perna para amarrar o meu tênis. Ou seja, não estava nada bem. Atualmente tenho que perder cerca de 20kg. É o meu desafio. Vocês querem me acompanhar? Lembrando que não quero que ninguém adote a minha dieta, não quero que ninguém adote minha rotina de nada. Apenas quero tornar isso público porque se eu não cumprir nada disso, a vergonha vai na internet e não apenas dentro do meu quarto. 
   Deixem nos comentários suas opiniões e ideias sobre pratos saudáveis. Ah, antes que eu me esqueça, existe uma página aqui no blog dedicada as Anmiventuras, clique aqui para ter acesso ao local onde todos os posts da Anmiventura estarão. Já que o próximo post sai na sexta, vocês podem checar esses links enquato ele não vem: meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas, amorecos! x 🌻

   Todo fim de ano as pessoas gostam de fazer balanços e observar como o ano, que já está quase indo embora, foi. Eu, Anmi, diria que é melhor não fazer isso com 2016, já que muitas coisas ruins aconteceram. Os bons momentos que me perdoem, porém 2016 foi um ano desastroso. Literalmente.

   Como disse antes tem gente que gosta de analisar o que fez no ano que termina e se planeja para o próximo ano que está chegando. Tem gente que faz até promessa. Eu não tenho tempo para promessas que não vou cumprir. E vocês também não deviam ter. Uns até gostam de simpatias para atrair coisas boas para a sua vida no novo ano, mas não eu.

   Se tem algo que a cada virada de ano eu aprendo é que tudo o que acontece no ano que se inicia tem muito a ver com o seu posicionamento em relação a sua nova oportunidade de viver. Porque cada ano é uma nova chance de se aprimorar e mudar, de ser diferente e aprender alguma coisa nova. Tudo é uma questão de estar aberto, de se permitir, de dar espaço ao inesperado. 

   É claro que em 2016 muitas lições já foram ensinadas e possivelmente todos aprendemos algo, mas para que esse processo de evolução (para melhor) continue ocorrendo temos que manter a mente pronta para tudo o que vier em 2017. 

   Particularmente, eu tracei metas para 2016 e não tenho vergonha de dizer que fracassei em muitas delas, mas não por falta de chances para realizá-las e sim por falta de vontade de por elas em prática. Ou seja, só não fiz porque não quis. 

  Como nada nessa vida é simples, é claro que existiram vários ups & downs nesse ano que está partindo e muitas dessas subidas e descidas virão em 2017, contudo cabe a cada um de nós nos mantermos firmes para os próximos desafios. 

  Sem mais delongas, eu gostaria de desejar a cada um de vocês (incluindo a mim mesma) um 2017 maravilhoso, repleto de coisas boas e de lições de vida importantes. Que cada um de vocês possa aprender algo novo e ensinar aos demais algo novo também. Que façamos a diferença na vida das pessoas próximas a nós e que saibamos estar com quem nos ama de verdade. Que os nossos sonhos se tornem cada vez mais reais. Que através de nós o mundo possa receber mais amor e paz e menos guerra e confusão. 

   Isso é tudo que por essa sexta. Até ano que vem. (EU JURO QUE NÃO QUERIA FAZER ISSO, MAS O ESPIRÍTO DAS PIADAS DE TIO TOMOU CONTA DOS MEUS DEDOS NESSE MOMENTO.) Ah, e até lá fique com esses links  (InstagramTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr) para esperar o primeiro post de 2017.


Feliz Ano Novo! Que todos os seus sonhos do último ano se tornem realidade durante esse novo ano.

Você com toda a certeza está se perguntando: que raios essa menina está fazendo? Volta às aulas no meio de agosto? Pois é, estudar em uma rede federal tem dessas coisas, por exemplo: milhares de greves e o "ano" letivo não é exatamente um ano letivo já que é por semestre.
Minhas aulas começaram na semana retrasada e posso dizer que desde a semana anterior ao início delas, eu já estava me preparando para o tão esperado início (só que não).
Eu pensei que neste post, eu pudesse dar umas dicas sobre como se organizar para esses assuntos escolares.
  1. Faça listas. Antes de me organizar propriamente, eu me organizo antes. Meio irônico, mas é isso mesmo. Faço sempre uma lista de tudo o que tenho que fazer. Geralmente a lista inclui itens como: listar as matérias, fazer um horário baseado nas horas das aulas, certificar-se do início e término do ano ou semestre letivo, listar os materiais que você precisa comprar para começar o ano, organizar mochila, organizar estojo e etc. Acho que depois desse breve exemplo vocês entenderam o que eu estava falando.
  2. Cumpra o planejamento das listas. Antes você fez as listas, porém é hora de cumprir elas. É importante manter o foco para não estragar com tudo de cara.
  3. Organize seus horários. É fundamental você ter uma agenda  com uma espécie de planejamento sobre a sua rotina. É uma excelente maneira de programar os turnos de estudos, ter controle sobre dias livres e as tarefas a serem realizadas.
  4. Tente deixar tudo com a sua cara. No sentido de: personalize tudo. Eu acho super legal quando você diz quem você é e do que gosta através de seus objetos. Eu costumo personalizar a capa dos cadernos e/ou as divisórias do fichário. Isso é uma forma bem sútil de chamar atenção. 
  5. Nunca perca o foco. Sempre tem como sair da rotina e deixar acumular matéria. Isso é mais fácil que estudar a matéria em si. Então mesmo que perca o foco por um dia lembre-se do seu objetivo principal e volte para o caminho da conquista.
  6. Entenda que sacrifícios são ruins mas valem a pena. É muito muito muito triste ter que deixar de fazer algo somente para ficar em casa estudando. Principalmente quando é alguma festa. Porém pense no que gostaria de alcançar e não se preocupe com a necessidade de abrir mão de algumas coisas para ter o que queria.
Eu vou parar no número seis porque a) é meu número favorito e b) eu acredito que vocês mesmos devem criar suas regras ou dicas para ser organizado e prosseguir bem tanto na vida quanto na escola.
Por essa sexta é tudo o que tenho, Até a próxima!! Não precisa morrer de saudades de mim, só se inscrever no meu canal do YouTube bem aqui e me seguir no Instagram no @anmiassis.

Diariamente construimos nossa imagem ao acordar para um novo dia. Diariamente seguimos nossos rituais de enfeitamento para vivenciar as experiências que nos aguardam porta fora de nosso conforto. Diariamente travamos uma luta com nosso interior para saber qual de nossos lados nos comandará pelas próximas horas,  seremos bem ou seremos mau? Diariamente escolhemos sem nos dar conta sobre as futuras consequências de nossas escolhas, mas o excesso de pão com manteiga hoje será o motivo para um infarto do miocárdio amanhã. Diariamente exercemos o poder de juiz que cada um tem: condenamos nossas ações, prendemos nossos desejos e soltamos nossa imaginação. Diariamente tudo morre e nasce diante dos nossos olhos porém estamos tão ocupados vendados pelo nosso egoísmo que não nos damos conta de que há vida fora de nossos planetas. Diariamente lidamos com as negações,  sempre dizemos não mas ao menor  sinal de que iremos ouví-lo tapamos os ouvidos. Diariamente absorvemos tanto de tudo que quando o essencial aparece e precisa ser ingerido já não temos espaço para mais nada. Diariamente colocamos máscaras certos de que é momentâneo contudo apenas no final do fim da última hora do dia a tiramos e vemos que nunca fomos nós mesmos durante aquelas 24 horas. Diariamente tão pouco da disgraça nos atinge ao passo que nos tornamos insensível a  ela. Diariamente nada nos surpreende porque tudo ocorre tão rápido. Diariamente nós partimos corações na tentativa de vingar nosso coração despedaçado. Diariamente como em um círculo viscioso repetimos nossas ações com a promessa de que em um outro momento vamos mudar, mudar para melhor é claro. Diariamente, constantemente, frequentemente, rotineiramente. Podemos trocar o adjetivo mas isso nunca mudará quem nós somos quando a luz se apaga. Diariamente nos deitamos em busca de um sonho para esquecer nossos pesadelos.

Chuchus sintam o cheiro de novidade comigo!!!

O título do post deve ser bem autoexplicativo, não?

Tem um tempinho que eu criei o instagram para o blog, mas ainda não tinha oficialmente anunciado para vocês ele. Então, aqui está ele!!!



O usuário dele é @sinceranmi (clique no nome para ver). Conto com a ajuda de vocês para popularizarem ele. Ah, eu sempre vou postar coisas legais nele, como meus livros, frases legais, alertas de post novo, entre outros.
Vocês podem se perguntar: "Anmi, e você? Onde te encontramos?" Quanto a isso, não se preocupem, pois tenho instagram pessoal: o @anmiassis (só clicar para ver). 

Até a sexta-feira que vem!!! xx

   Oi pessoal!!!! Estou muito feliz de voltar aqui. Acredito que o título da postagem de hoje é bem auto-explicativo, não? Nesta segunda (01/02), o blog fez um ano!!! Aww, que lindooo, né?? Enfim, gostaria de agradecer a vocês que vem acompanhando essa minha jornada. Vocês tem sido ótimos. De verdade.

   Ainda lembro o quão insegura estava quando postei pela primeira vez por aqui (caso você não tenha lido esse primeiro post é só clicar aqui para ler). Portanto, minha primeira homenagem ao blog é uma atualização das informações daquele post, afinal muita coisa muda durante um ano. Seguindo o mesmo esquema, em negrito é você e em itálico são meus pensamentos que vão além da resposta normalmente dada.

O que você pode contar para gente, Anmi? Muitas coisas, muitas novidades. A primeira delas, é que eu não tenho mais 18 anos. Sinto muito, mas doze meses foram acrescentados na minha vida, ou seja, tenho 19 anos agora. Não que realmente faça muita diferença, já que ainda tenho que pedir permissão para sair e ainda tenho que pegar dinheiro com a minha mãe. Além disso, posso dizer que estou mais perto de terminar o técnico em química. Graças à Deus!!! 

E quais são os novos projetos para o blog? Muita coisa será reciclada. Por exemplo, os posts vão continuar sendo as sextas. Vamos ter mais do Literaturando e Resenha Musical, mas também quero tentar escrever mais posts originais. E existe uma possibilidade do Sinceranmi se tornar um canal no Youtube. Existe mesmo, sério. Sempre dizem isso para mim, então estou estudando essa coisa toda.

Para fechar nossa atualização, como stalkeamos você? Sim, esperava por isso. Vocês facilmente me encontram no Snapchat (anmiassis), Instagram e Twitter. (Tem os links em cada nome.)

   Então minha segunda  homenagem a essa data linda, eu catei nesse universo paralelo que é a Internet (a.k.a essa, essa e essa playlist) por músicas que falam sobre aniversárioooo... E se você já concluiu que eu montei uma playlist com as minhas favoritas está super correto. Só para constar temos variedade de estilos. Ah, e as músicas foram escolhidas numa avaliação de letra e melodia e uma condição era ter no nome da música a palavra birthday (dia de nascimento, em português).

Segue aqui a playlist:
  1. Happy Birthday - Steppenwolf
  2. Birthday - Katy Perry
  3. Birthday - The Beatles
  4. Birthday Cake - Rihanna
  5. Too Bad on Your Birthday - Ram Jam
  6. Birthday- Selena Gomez
  7. Lisa, It's your birthday - Michael Jackson
  8. It's my birthday - Mya
  9. Birthday - Twista
  10. Birthday song - 2 Chainz
  11. It's your birthday - R. Kelly
  12. Birthday - Destiny's Child 
  13. Happy Birthday - New Kids On The Block
  14. It's My Birthday - Pixie Lott
  15. B'day song - Madonna
  16. Happy Birthday - The Click Five
Ainda não pus a Happy Birthday Sinceranmi (como eu chamo essa playlist) em nenhum local tipo YouTube e/ou Spotify, mas assim que eu fizer isso eu crio um post avisando. Por hoje é só, e eu sei que não veio numa sexta, porém, é carnaval e eu estou aproveitando. 
Isso é tudo pessoal!!!! Beijocas xx

  Cada dia é mais comum ver pessoas produzindo uma felicidade aparente. Tais pessoas procuram mostrar aos grupos que os cercam sua vida da forma mais contente possível.
  Alguns estudos dizem que estamos constantemente buscando a felicidade como nosso objetivo de vida central e que buscamos a aceitação no meio no qual convivemos. Esta perseverança faz com que nem sempre sejamos fiéis aos reais sentimentos nossos, tanto virtualmente quanto no dia-a-dia.
  Existe uma parte de cada um de nós que precisa ser reconhecida socialmente, e isto faz com que estejamos mais ainda cercados de pessoas e, com a existência da Internet, mais frequentes em redes sociais.
  Não há como saber se todos os itens compartilhados nos vários sites e aplicativos existentes são verídicos, contudo, na incerteza do sentimento exposto por um amigo e/ou seguidor muitos optam por demonstrarem sentir o mesmo ou preferem aparentar estarem melhor que o visto.
  Sendo assim, a felicidade permanece sendo algo individual, porém capaz de ser dividido; tangível porém capaz de ser inalcançável; passageira, porém capaz de ser constante; genuína, porém capaz de ser fingida. A oscilação de seu significado torna a alegria uma coisa a ser imitada, transmitida como se fosse a autorização para constituir um mundo feito de pessoas exclusivas.
  Entretanto, na maioria dos casos, por de trás das aparências existe alguém que busca resolver seus próprios conflitos internos. Conflitos que não são expostos, justamente, porque muitos se mostram felizes, e quem gostaria de estragar isso? Ninguém.

Felicidade.




O primeiro post de 2016 é, na verdade, uma redação que fiz para uma atividade de Língua Portuguesa, cujo o tema era "A felicidade artificial no século XXI". Por essa sexta-feira é só isso. Até a próxima. Beijocas, xx

   Nesta sexta-feira, gostaria de lembrar vocês que todo esforço positivo vale a pena. Como assim?
   Assim ó: quando você se empenha em fazer algo que só trará benefícios (para você ou não) e não prejudicará a ninguém, então é um esforço positivo. E isso eu gosto de chamar de esforço positivo.
   Eu digo isso porque, ultimamente, tenho me dedicado muito. Muito mesmo, num grau que eu nunca me imaginei vivendo, e querem saber tem valido a pena cada gota de suor que estou gastando. E por eu ter descoberto novamente o sabor da conquista resolvi compartilhar o que torna todo esforço mais agradável.

  1. Ser paciente. Isso é um dos principais segredos para qualquer conquista. Não existe algo pelo qual vale a pena lutar se a vitória for muito, muito rápida mesmo. Quando ganhamos facilmente, temos a tendência a não dar muito valor ao prêmio. Por isso, é importante e natural que qualquer coisa boa seja mais complicada de alcançar. Sugiro aos apressadinhos que comecem a pensar em estratégias para se acalmarem enquanto estiverem na sala de espera da vida.
  2. Sonhar alto. Ter um sonho alto, "impossível" é muito bom. Se por um lado ele pode te frustrar por não ter sido alcançado, por outro almejar algo muito inimaginável de se concretizar é essencial, pois dá o combustível para a vida. Ter muitos sonhos é importante. Ser um sonhador não é ruim ou ridículo. Ser um sonhador é maravilhoso, porque isso te torna uma pessoa com um objetivo de vida, com desejos. Não importa o quão grande o sonho é, ele um dia pode se realizar. E caso não se realize, não tem problema, afinal é exatamente para isso que devemos ter muitos sonhos para quando um não der certo, a gente pular para outro.
  3. Invista tempo. Ter vários sonhos é maravilhoso, mas é super necessário que nós façamos deles objetivos. E mais importante ainda é que haja um verdadeiro investimento naquilo. Temos 24 horas todos os 365/366 dias do ano por algum motivo. E vamos combinar que não é para você não fazer nada com todo esse tempo. Use-o para por em prática todos os seus sonhos, ou o use para pensar em modos de por seus sonhos no mundo real. Deve-se dominar o tempo, e assim você poderá concretizar qualquer coisa que queira. Confesso que estou aprendendo isso. Ainda. 
  4. Cerque-se de boas e verdadeiras amizades. Ter uma boa rede de pessoas que se importam com você também é necessário. Essas pessoas te dão apoio para conquistar seus objetivos. As verdadeiras amizades estão sempre dispostas a lutar com e por você, a te dar bons conselhos, a fazer criticas construtivas, e a te ajudar em qualquer momento. São essas pessoas que estarão do seu lado caso tudo dê errado no começo e/ou estarão lá para te dar uma mãozinha caso seja necessário durante o processo da vitória. 
   Posso estar esquecendo de alguma coisinha, mas não tem tanto problema, pois maior parte do segredo está aqui. Se você internalizar um pouco do que está escrito nesses quatro tópicos a cima, já é  um grande começo para coisas boas e positivas acontecerem. Não aconselho usar nada para prejudicar outras pessoas, porque não costuma dar muito certo, não quero dar muito spoiler do final, mas é você que vai acabar se ferrando. É como alguém disse e pintou pelos muros e viadutos da cidade do Rio de Janeiro: "Gentileza gera gentileza."
   Por essa sexta-feira é só. Até mais, chuchus. :)




Simpsons :3
    Sim, estou aqui. Depois de muito tempo sem dar muita voz a nada na minha vida, resolvi aparecer. E cá estou com algumas muitas novidades.
     Primeiro que o tempo passou tanto que Adele já até lançou seu álbum e a Leader já começou a anunciar o Natal. Mas, entre uma e outra corrida de tempo, não deixei de pensar nisso aqui. Na verdade, não deixei de pensar em muitas coisas que não fiz, em muitas coisas que deram e não deram certo.    Esquisito eu aparecer justamente em dia de Black Friday? Não não é. Decidi postar todas as sextas-feiras, porque vou ter tempo de aos pouquinhos escrever para postar na sexta.



Qualquer post extra, será avisado. Não se preocupem.

O post de hoje vai ao ar mais tarde. E será para o Literaturando.
Espero vocês em breve. :)






Nunca reconheci um bloqueio criativo, nunca o conheci pessoalmente. Até esses dias. O fato é que eu, Anmi, tinha assumido um, tipo de, compromisso comigo mesma. Comprometi-me a postar frequentemente, algo que, durante um tempo, cumpri. 
A verdade é que o meu afastamento era temporário, duraria o suficiente para estudar e fazer as provas finais do período. Depois surgiu uma "viagem" durante o feriado de 7 de setembro e mais tarde veio a Bienal do livro. E para melhorar, meu notebook precisou ser consertado e meu celular também está no conserto. Resumindo, não estava no melhor timing para quantidade de eventos na minha vida. E eu já não tenho muita organização com tempo (estou trabalhando nisso mas é complicado), então é possível imaginar o caos que minha vida pessoal estava. 
Como já devo ter dito em algum momento, não sou obrigada a dar satisfações da minha vida, mas acho legal fazer isso porque nunca se sabe quando alguma pessoa realmente acompanha o blog. (P.s.: se essa pessoa existe, peço que a mesma se pronuncie)
Foi basicamente tudo isso até que o desconhecido Bloqueio Criativo deu as caras na minha vida. Nunca o temi. Talvez não tenha tido tempo para o notar até perceber que o motivo d'eu não atualizar frequentemente era, além de tudo o que ocorreu, o tal do bloqueio. Nenhum assunto me parecia agradável o suficiente para escrever sobre, nenhum filme que vi me encantou, nada chamou minha atenção. 
Como gosto de ajudar as pessoas vou compartilhar o que fiz para me livrar do bloqueio: nada.
Quando se tem um problema dessa ordem, é esquisito falar isso, porque para pessoas criativas o bloqueio criativo é um grande problema. Enquanto muitos problemas requerem um resposta rápida e objetiva, eu vejo este como um problema a ser tratado como um sentimento. E como diz um dos meus livros favoritos "A gente sente o que sente." (A garota que eu quero, Markus Zusak - link dele no Skoob
Dar tempo ao tempo não resolve problemas químicos, físicos ou matemáticos, e tal vez nem mesmo os conflitos sentimentais, mas o criativo resolveu. Às vezes, é preciso se distanciar das cobranças que nos cercam e de nossas próprias expectativas e desejos para viver cada momento que compõe nossas 24 horas.

Por hoje é só, até o próximo post. :)

Então pessoal, acho que esse título é super autoexplicativo. Hoje quero compartilhar uma das coisas que eu costumo fazer para lidar com a tristeza, porque falando sério não estamos felizes 24/7 (isso é uma expressão em inglês que significa 24h durante os 7 dias da semana, o que basicamente configura todo o tempo).
Eu sou abertamente adepta ao overthinking (isto significa pensar demais sobre algo ou alguém, em português) e, por isso, acabo, por muitas vezes, parecendo não muito tradicional com as conclusões que tiro. Por praticar isso sempre que posso sobre coisas aleatórias como, por exemplo, a morte da bezerra (que Deus a tenha), que um dia qualquer parei para pensar sobre esse lance de cumprimentar as pessoas. Aquele tradicional "Oi, tudo bem?", ficou correndo na minha cabeça durante umas horas. Por um acaso qualquer, eu estava meio triste no dia, o que levou a minha mente a divagar em busca da veracidade daquelas palavras. Sabe quando você quer saber se realmente uma coisa é aquilo mesmo? Pois é, eu queria saber se quando me perguntavam se eu estou bem, as pessoas realmente queriam saber se eu estava bem. Cheguei à conclusão que não, ninguém quer saber se eu realmente estou bem (ops, isso está ficando pessoal demais, mas enfim vou continuar, não quero nem saber). Neste caso, eu lhes mostrarei sobre como eu posso estar certa.
Imaginem que vocês, todo dia, compram pão na mesma padaria. O atendente depois de tanto ver sua cara de sono e seus olhos remelentos durante todas as manhãs, já tem intimidade para falar "Oi, tudo bem?" se ele ver você em algum lugar fora da padaria. Agora use sua imaginação mais um pouquinho para se ver indo ao mercado, e aí no meio do caminho você encontra o atendente da padaria, ele te olha e diz "Oi, tudo bem?", e aí é que a coisa fica estreita porque você só tem três opções: opção a) você sorri amarelo, e responde com um aceno de cabeça, já que você não quer falar nada, mas não quer parecer mal-educado; opção b) você responde "Tudo sim. E você?", mas isso é uma mentira já que você está triste porque a bezerra morreu (que Deus a tenha); opção c) você o ignora na cara dura, já que não quer falar com ele, e continua indo para o mercado torcendo para você não precisar ir à padaria no dia seguinte.
Pensem comigo, o atendente ou qualquer conhecido ou amigo que nos vê passando rapidamente p(ela rua situação hipotética gente), essas pessoas não querem perder o tempo delas sabendo como você está. Estamos no século XXI e, aparentemente, desde muito tempo a vida é regrada pela frase "tempo é dinheiro", então ultimamente as pessoas não tem muito tempo ou dinheiro para deixar por aí, e eu acredito que isso é um dos motivos que nos fazem egocêntricos preocupados com o nosso próprio umbigo. (Fui redundante porque sim!)
E se... ser feliz é mais fácil do que você pensou?
No entanto, nesses dias em que você não estiver muito bem, tipo se sentindo triste mesmo porque a coitada da bezerra se foi (que Deus a tenha), e você quiser ficar ali no seu cantinho nutrindo a tristeza tudo bem, vá em frente com isso e boa sorte com a sua depressão. Guardar tristeza nunca é bom, armazenar coisas ruins nos faz ficar podres por dentro. Meu conselho é: arrume algo que você curte fazer e faça. Eu amo escrever e quando estou triste gosto de fazer isso, pegar papel e lápis/caneta e simplesmente deixar minha tristeza presa na folha com as minhas palavras.
Mas não é todo mundo que gosta de escrever, e sabendo disso, você pode tentar algo novo, como por exemplo, desenhar, escrever uma música (Taylor Swift está rica só com as tristezas dela), dormir, jogar, fazer algo novo mesmo.... Enfim, existem uma série de coisas que podemos fazer para espantar esse fantasma, mas certifique-se de não se envolver com coisas erradas (vulgo drogas, bebidas, crime) porque o propósito é te tirar da tristeza e não acabar com a sua vida. 
Por hoje é só, mas vocês sabem que tá rolando o August Photo Challenge no meu insta (clica aqui para ver e use a tag #pcsinceranmi para eu ver vocês). 
Até a próxima. :3

Hoje pela manhã andei pensando em como começou o ódio a segunda-feira. E sinceramente não sei. 
Andei pensando e achem-me estranha mas eu não acho tão ruim ser segunda, ou o fato dela em algum momento ter que chegar. A final de contas, nada dura para sempre. E como diz minha vó "a gente não fica pra semente".
Segunda-feira tem que ser um símbolo de recomeço, de renovo, de novidade. É isso que eu quero passar à todos.
Cada um tem uma visão, exatamente por esse motivo que quero tentar acabar com a idéia de ódio a segunda-feira. Não é ela que acaba com o seu fim de semana. Sinto muito em lhes informar a real situação, apenas compreendam que é o domingo que termina com o seu fim de semana. Não me perguntem qual é o motivo de não fazerem as coisas como devem ser, e também não quero que passem a desgostar do domingo. Apenas reflitam sobre como a segunda-feira se sente com ódio de vocês. 
Admito que já detestei a segunda por bastante tempo, e que sempre existiu a pequena chama de amor pelo dia. Sejamos gratos por chegar segunda.
O final de semana foi muito bom, então passe a sua alegria pra segunda, comece a semana com alegria dos últimos dias. Se foi triste, veja a segunda como uma oportunidade de recomeçar e renovar forças. Se foi mais ou menos, a use para fazer algo maior e melhor. E se você não a ver de forma diferente, bom não diga nada, apenas se orgulhe por estar vivo mais um dia.
Muito provavelmente esse texto foi escrito sob o efeito de uma segunda-feira feliz, mesmo com alguns momentos estranhos eu quero dizer que o saldo foi positivo.
Ah, isso é aplicável a todos os dias, porque não existe isso de não gosto de tal dia. Nossos dias são o resultado de nossas ações durante as últimas 24 horas. Então façam essas horas valerem a pena. 
Isso é tudo e um ótimo dia pra todos. Até a próxima pessoal. :)