Cada dia é mais comum ver pessoas produzindo uma felicidade aparente. Tais pessoas procuram mostrar aos grupos que os cercam sua vida da forma mais contente possível.
  Alguns estudos dizem que estamos constantemente buscando a felicidade como nosso objetivo de vida central e que buscamos a aceitação no meio no qual convivemos. Esta perseverança faz com que nem sempre sejamos fiéis aos reais sentimentos nossos, tanto virtualmente quanto no dia-a-dia.
  Existe uma parte de cada um de nós que precisa ser reconhecida socialmente, e isto faz com que estejamos mais ainda cercados de pessoas e, com a existência da Internet, mais frequentes em redes sociais.
  Não há como saber se todos os itens compartilhados nos vários sites e aplicativos existentes são verídicos, contudo, na incerteza do sentimento exposto por um amigo e/ou seguidor muitos optam por demonstrarem sentir o mesmo ou preferem aparentar estarem melhor que o visto.
  Sendo assim, a felicidade permanece sendo algo individual, porém capaz de ser dividido; tangível porém capaz de ser inalcançável; passageira, porém capaz de ser constante; genuína, porém capaz de ser fingida. A oscilação de seu significado torna a alegria uma coisa a ser imitada, transmitida como se fosse a autorização para constituir um mundo feito de pessoas exclusivas.
  Entretanto, na maioria dos casos, por de trás das aparências existe alguém que busca resolver seus próprios conflitos internos. Conflitos que não são expostos, justamente, porque muitos se mostram felizes, e quem gostaria de estragar isso? Ninguém.

Felicidade.




O primeiro post de 2016 é, na verdade, uma redação que fiz para uma atividade de Língua Portuguesa, cujo o tema era "A felicidade artificial no século XXI". Por essa sexta-feira é só isso. Até a próxima. Beijocas, xx

Hoje pela manhã andei pensando em como começou o ódio a segunda-feira. E sinceramente não sei. 
Andei pensando e achem-me estranha mas eu não acho tão ruim ser segunda, ou o fato dela em algum momento ter que chegar. A final de contas, nada dura para sempre. E como diz minha vó "a gente não fica pra semente".
Segunda-feira tem que ser um símbolo de recomeço, de renovo, de novidade. É isso que eu quero passar à todos.
Cada um tem uma visão, exatamente por esse motivo que quero tentar acabar com a idéia de ódio a segunda-feira. Não é ela que acaba com o seu fim de semana. Sinto muito em lhes informar a real situação, apenas compreendam que é o domingo que termina com o seu fim de semana. Não me perguntem qual é o motivo de não fazerem as coisas como devem ser, e também não quero que passem a desgostar do domingo. Apenas reflitam sobre como a segunda-feira se sente com ódio de vocês. 
Admito que já detestei a segunda por bastante tempo, e que sempre existiu a pequena chama de amor pelo dia. Sejamos gratos por chegar segunda.
O final de semana foi muito bom, então passe a sua alegria pra segunda, comece a semana com alegria dos últimos dias. Se foi triste, veja a segunda como uma oportunidade de recomeçar e renovar forças. Se foi mais ou menos, a use para fazer algo maior e melhor. E se você não a ver de forma diferente, bom não diga nada, apenas se orgulhe por estar vivo mais um dia.
Muito provavelmente esse texto foi escrito sob o efeito de uma segunda-feira feliz, mesmo com alguns momentos estranhos eu quero dizer que o saldo foi positivo.
Ah, isso é aplicável a todos os dias, porque não existe isso de não gosto de tal dia. Nossos dias são o resultado de nossas ações durante as últimas 24 horas. Então façam essas horas valerem a pena. 
Isso é tudo e um ótimo dia pra todos. Até a próxima pessoal. :)


A primeira vez que eu fui num rodízio de pizza, literalmente, comi até passar mal. Literalmente. Entendo que eu passei a maior vergonha da minha vida (tirando todos os anos seguintes de micos).

Sabe quando você  realmente se promete um controle sobre a sua vida? Aquele tipo de promessa incumprível, a clássica "eu nunca mais vou fazer..." O pior é que sempre acreditamos que, de alguma maneira, iremos cumprir aquilo. Somos um bando de menininhas bobas.
Sinceramente (haha, não foi proposital), naquele dia me prometi manter um controle sobre mim. Um controle que eu simplesmente não tenho.
Voltando as promessas. Eu e elas temos vários problemas. Um deles é o fato de eu não saber cumprí-las. E é irritante sempre estar em dívida. A promessa nos leva a criar esperanças de que algo novo vai  acontecer. Algo novo e bom, muito bom.
E de repente, você vê uma tempestade acabar com o seu reino colorido de esperança. É como se tudo tivesse programado pra virar um bicho de sete mil cabeças. Nesses momentos nada melhor do que uma boa panela de brigadeiro e um cobertor quentinho, certo?  Certo, mas depois de ter passado por tantas nessa minha curta vida, eu saquei que o melhor mesmo é não pensar em se esconder. A gente tem é que pegar as galochas, capa de chuva, o guarda-chuva e sair quintal a fora.
Tá tudo muito legal mas o que pizzas tem a ver com promessas e etc? Já vou explicar.
Eu resolvi o meu problema com as pizzas de um jeito simples. Não me escondi de rodízios. Quem faria isso? O melhor que eu fiz foi ter aceitado que não iria conseguir me controlar tanto.
Sabe, não ia ter jeito. As primeiras vezes que eu fui à rodízios, eu atacava tudo, era muita cede pra pouco pote. O problema me deu adeus quando eu não me prometi nada. Me sentir mal e passar vergonha foi o suficiente pra eu perceber que tenho que pegar leve. E outra coisa que eu tenho que pegar leve é em promessa. Eu mesma me prometi manter uma rotina pro blog...
Quer saber, não me parece extremamente importante ter um controle e viver tão comprometido assim.
O segredo é manter o equilíbrio entre a liberdade e o comprometimento. Ah e não abusar de promessas. Se der não faça nenhuma que não vai cumprir.
Aliás só faça uma. E tente ao máximo cumprí-la. Se prometa ser feliz. Afinal, logo depois de toda boa tempestade tem sempre um arco-íris.