Cada dia é mais comum ver pessoas produzindo uma felicidade aparente. Tais pessoas procuram mostrar aos grupos que os cercam sua vida da forma mais contente possível.
Alguns estudos dizem que estamos constantemente buscando a felicidade como nosso objetivo de vida central e que buscamos a aceitação no meio no qual convivemos. Esta perseverança faz com que nem sempre sejamos fiéis aos reais sentimentos nossos, tanto virtualmente quanto no dia-a-dia.
Existe uma parte de cada um de nós que precisa ser reconhecida socialmente, e isto faz com que estejamos mais ainda cercados de pessoas e, com a existência da Internet, mais frequentes em redes sociais.
Não há como saber se todos os itens compartilhados nos vários sites e aplicativos existentes são verídicos, contudo, na incerteza do sentimento exposto por um amigo e/ou seguidor muitos optam por demonstrarem sentir o mesmo ou preferem aparentar estarem melhor que o visto.
Sendo assim, a felicidade permanece sendo algo individual, porém capaz de ser dividido; tangível porém capaz de ser inalcançável; passageira, porém capaz de ser constante; genuína, porém capaz de ser fingida. A oscilação de seu significado torna a alegria uma coisa a ser imitada, transmitida como se fosse a autorização para constituir um mundo feito de pessoas exclusivas.
Alguns estudos dizem que estamos constantemente buscando a felicidade como nosso objetivo de vida central e que buscamos a aceitação no meio no qual convivemos. Esta perseverança faz com que nem sempre sejamos fiéis aos reais sentimentos nossos, tanto virtualmente quanto no dia-a-dia.
Existe uma parte de cada um de nós que precisa ser reconhecida socialmente, e isto faz com que estejamos mais ainda cercados de pessoas e, com a existência da Internet, mais frequentes em redes sociais.
Não há como saber se todos os itens compartilhados nos vários sites e aplicativos existentes são verídicos, contudo, na incerteza do sentimento exposto por um amigo e/ou seguidor muitos optam por demonstrarem sentir o mesmo ou preferem aparentar estarem melhor que o visto.
Sendo assim, a felicidade permanece sendo algo individual, porém capaz de ser dividido; tangível porém capaz de ser inalcançável; passageira, porém capaz de ser constante; genuína, porém capaz de ser fingida. A oscilação de seu significado torna a alegria uma coisa a ser imitada, transmitida como se fosse a autorização para constituir um mundo feito de pessoas exclusivas.
Entretanto, na maioria dos casos, por de trás das aparências existe alguém que busca resolver seus próprios conflitos internos. Conflitos que não são expostos, justamente, porque muitos se mostram felizes, e quem gostaria de estragar isso? Ninguém.
O primeiro post de 2016 é, na verdade, uma redação que fiz para uma atividade de Língua Portuguesa, cujo o tema era "A felicidade artificial no século XXI". Por essa sexta-feira é só isso. Até a próxima. Beijocas , xx
