Atualmente anda-se a moda de deixar os cabelos de modo mais natural, sem a aplicação de químicas pesadas. A consequência disso é que a visão de pessoas com seus cabelos black power e cacheados tem se tornado mais comum. Os que adotam esse estilo de vida dizem que se sentem melhores com seus cabelos naturais e mais livres. Mas sempre que ouço eles falando sobre a liberdade adquirida eu penso "como assim? Era só um cabelo, faz tanta diferença assim?". Comecei a notar mais sobre essa tal de liberdade que eles dizem sentir quando estão com seus cabelos naturais e do nada o estalo me veio.
   A sociedade em que vivemos cria muitas regras, maioria delas realmente uteis para a convivência de todos, contudo existem regras que não foram explicitamente impostas por exemplo: os tais padrões de beleza. Os padrões de beleza são tão antigos e antiquados que nem mesmo eu sei dizer quem os impôs, mas de alguma forma eles ficaram e perpetuaram por muito tempo. O mundo, durante muito muito muito muito tempo, não fez nada para quebrar os padrões, mesmo os movimentos que pareciam não se importar com os padrões de um certo modo ajudou a criar mais padrões para serem seguidos (vide o movimento punk e todas as suas características marcantes). todos esses padrões de alguma forma nos aprisionam na ideia do que devemos ser e quando seguimos eles, além de nos tornarmos apenas mais seguindo algo, paramos de fazer o que nós gostamos. Ou seja, deixamos de ser livres. 
   As meninas, em geral, vem se rendendo ao modo mais simples de viver e aprendendo a amar os seus cabelos da forma como eles vieram, ou seja, aceitando os cachos, o volume, a textura, e os mais diversos atributos que nasceram com os seus fios capilares. Por conta de todos os padrões e o enorme histórico em esforços para mantê-los dentro de um molde, muitas pessoas se espantam ao notar que alguém próximo passa a adotar o seu cabelo in natura. (Sempre quis entender o espanto dessas pessoinhas. Primeiro que não é o cabelo da pessoa em questão, segundo que: por quê lutar contra o que já nasce de você mesmo?)
   Eu sei que as pessoas pensam que é coisa boba de menina apenas começar, do nada, usar o nosso cabelo natural. Mas é o seguinte, quando você é natural isso significa que mais de você está exposto e você tem que ser mais corajoso do que parece para expor a si mesmo. Você precisa de muito mais para parar com o uso das químicas, isso consome nossos círculos de segurança e isso é algo que ninguém fala sobre porque, no final do dia, as pessoas veem tudo como apenas cabelo mas na verdade era uma jaula e agora você está se libertando.

Você com toda a certeza está se perguntando: que raios essa menina está fazendo? Volta às aulas no meio de agosto? Pois é, estudar em uma rede federal tem dessas coisas, por exemplo: milhares de greves e o "ano" letivo não é exatamente um ano letivo já que é por semestre.
Minhas aulas começaram na semana retrasada e posso dizer que desde a semana anterior ao início delas, eu já estava me preparando para o tão esperado início (só que não).
Eu pensei que neste post, eu pudesse dar umas dicas sobre como se organizar para esses assuntos escolares.
  1. Faça listas. Antes de me organizar propriamente, eu me organizo antes. Meio irônico, mas é isso mesmo. Faço sempre uma lista de tudo o que tenho que fazer. Geralmente a lista inclui itens como: listar as matérias, fazer um horário baseado nas horas das aulas, certificar-se do início e término do ano ou semestre letivo, listar os materiais que você precisa comprar para começar o ano, organizar mochila, organizar estojo e etc. Acho que depois desse breve exemplo vocês entenderam o que eu estava falando.
  2. Cumpra o planejamento das listas. Antes você fez as listas, porém é hora de cumprir elas. É importante manter o foco para não estragar com tudo de cara.
  3. Organize seus horários. É fundamental você ter uma agenda  com uma espécie de planejamento sobre a sua rotina. É uma excelente maneira de programar os turnos de estudos, ter controle sobre dias livres e as tarefas a serem realizadas.
  4. Tente deixar tudo com a sua cara. No sentido de: personalize tudo. Eu acho super legal quando você diz quem você é e do que gosta através de seus objetos. Eu costumo personalizar a capa dos cadernos e/ou as divisórias do fichário. Isso é uma forma bem sútil de chamar atenção. 
  5. Nunca perca o foco. Sempre tem como sair da rotina e deixar acumular matéria. Isso é mais fácil que estudar a matéria em si. Então mesmo que perca o foco por um dia lembre-se do seu objetivo principal e volte para o caminho da conquista.
  6. Entenda que sacrifícios são ruins mas valem a pena. É muito muito muito triste ter que deixar de fazer algo somente para ficar em casa estudando. Principalmente quando é alguma festa. Porém pense no que gostaria de alcançar e não se preocupe com a necessidade de abrir mão de algumas coisas para ter o que queria.
Eu vou parar no número seis porque a) é meu número favorito e b) eu acredito que vocês mesmos devem criar suas regras ou dicas para ser organizado e prosseguir bem tanto na vida quanto na escola.
Por essa sexta é tudo o que tenho, Até a próxima!! Não precisa morrer de saudades de mim, só se inscrever no meu canal do YouTube bem aqui e me seguir no Instagram no @anmiassis.

Diariamente construimos nossa imagem ao acordar para um novo dia. Diariamente seguimos nossos rituais de enfeitamento para vivenciar as experiências que nos aguardam porta fora de nosso conforto. Diariamente travamos uma luta com nosso interior para saber qual de nossos lados nos comandará pelas próximas horas,  seremos bem ou seremos mau? Diariamente escolhemos sem nos dar conta sobre as futuras consequências de nossas escolhas, mas o excesso de pão com manteiga hoje será o motivo para um infarto do miocárdio amanhã. Diariamente exercemos o poder de juiz que cada um tem: condenamos nossas ações, prendemos nossos desejos e soltamos nossa imaginação. Diariamente tudo morre e nasce diante dos nossos olhos porém estamos tão ocupados vendados pelo nosso egoísmo que não nos damos conta de que há vida fora de nossos planetas. Diariamente lidamos com as negações,  sempre dizemos não mas ao menor  sinal de que iremos ouví-lo tapamos os ouvidos. Diariamente absorvemos tanto de tudo que quando o essencial aparece e precisa ser ingerido já não temos espaço para mais nada. Diariamente colocamos máscaras certos de que é momentâneo contudo apenas no final do fim da última hora do dia a tiramos e vemos que nunca fomos nós mesmos durante aquelas 24 horas. Diariamente tão pouco da disgraça nos atinge ao passo que nos tornamos insensível a  ela. Diariamente nada nos surpreende porque tudo ocorre tão rápido. Diariamente nós partimos corações na tentativa de vingar nosso coração despedaçado. Diariamente como em um círculo viscioso repetimos nossas ações com a promessa de que em um outro momento vamos mudar, mudar para melhor é claro. Diariamente, constantemente, frequentemente, rotineiramente. Podemos trocar o adjetivo mas isso nunca mudará quem nós somos quando a luz se apaga. Diariamente nos deitamos em busca de um sonho para esquecer nossos pesadelos.

  Cada dia é mais comum ver pessoas produzindo uma felicidade aparente. Tais pessoas procuram mostrar aos grupos que os cercam sua vida da forma mais contente possível.
  Alguns estudos dizem que estamos constantemente buscando a felicidade como nosso objetivo de vida central e que buscamos a aceitação no meio no qual convivemos. Esta perseverança faz com que nem sempre sejamos fiéis aos reais sentimentos nossos, tanto virtualmente quanto no dia-a-dia.
  Existe uma parte de cada um de nós que precisa ser reconhecida socialmente, e isto faz com que estejamos mais ainda cercados de pessoas e, com a existência da Internet, mais frequentes em redes sociais.
  Não há como saber se todos os itens compartilhados nos vários sites e aplicativos existentes são verídicos, contudo, na incerteza do sentimento exposto por um amigo e/ou seguidor muitos optam por demonstrarem sentir o mesmo ou preferem aparentar estarem melhor que o visto.
  Sendo assim, a felicidade permanece sendo algo individual, porém capaz de ser dividido; tangível porém capaz de ser inalcançável; passageira, porém capaz de ser constante; genuína, porém capaz de ser fingida. A oscilação de seu significado torna a alegria uma coisa a ser imitada, transmitida como se fosse a autorização para constituir um mundo feito de pessoas exclusivas.
  Entretanto, na maioria dos casos, por de trás das aparências existe alguém que busca resolver seus próprios conflitos internos. Conflitos que não são expostos, justamente, porque muitos se mostram felizes, e quem gostaria de estragar isso? Ninguém.

Felicidade.




O primeiro post de 2016 é, na verdade, uma redação que fiz para uma atividade de Língua Portuguesa, cujo o tema era "A felicidade artificial no século XXI". Por essa sexta-feira é só isso. Até a próxima. Beijocas, xx

   Nesta sexta-feira, gostaria de lembrar vocês que todo esforço positivo vale a pena. Como assim?
   Assim ó: quando você se empenha em fazer algo que só trará benefícios (para você ou não) e não prejudicará a ninguém, então é um esforço positivo. E isso eu gosto de chamar de esforço positivo.
   Eu digo isso porque, ultimamente, tenho me dedicado muito. Muito mesmo, num grau que eu nunca me imaginei vivendo, e querem saber tem valido a pena cada gota de suor que estou gastando. E por eu ter descoberto novamente o sabor da conquista resolvi compartilhar o que torna todo esforço mais agradável.

  1. Ser paciente. Isso é um dos principais segredos para qualquer conquista. Não existe algo pelo qual vale a pena lutar se a vitória for muito, muito rápida mesmo. Quando ganhamos facilmente, temos a tendência a não dar muito valor ao prêmio. Por isso, é importante e natural que qualquer coisa boa seja mais complicada de alcançar. Sugiro aos apressadinhos que comecem a pensar em estratégias para se acalmarem enquanto estiverem na sala de espera da vida.
  2. Sonhar alto. Ter um sonho alto, "impossível" é muito bom. Se por um lado ele pode te frustrar por não ter sido alcançado, por outro almejar algo muito inimaginável de se concretizar é essencial, pois dá o combustível para a vida. Ter muitos sonhos é importante. Ser um sonhador não é ruim ou ridículo. Ser um sonhador é maravilhoso, porque isso te torna uma pessoa com um objetivo de vida, com desejos. Não importa o quão grande o sonho é, ele um dia pode se realizar. E caso não se realize, não tem problema, afinal é exatamente para isso que devemos ter muitos sonhos para quando um não der certo, a gente pular para outro.
  3. Invista tempo. Ter vários sonhos é maravilhoso, mas é super necessário que nós façamos deles objetivos. E mais importante ainda é que haja um verdadeiro investimento naquilo. Temos 24 horas todos os 365/366 dias do ano por algum motivo. E vamos combinar que não é para você não fazer nada com todo esse tempo. Use-o para por em prática todos os seus sonhos, ou o use para pensar em modos de por seus sonhos no mundo real. Deve-se dominar o tempo, e assim você poderá concretizar qualquer coisa que queira. Confesso que estou aprendendo isso. Ainda. 
  4. Cerque-se de boas e verdadeiras amizades. Ter uma boa rede de pessoas que se importam com você também é necessário. Essas pessoas te dão apoio para conquistar seus objetivos. As verdadeiras amizades estão sempre dispostas a lutar com e por você, a te dar bons conselhos, a fazer criticas construtivas, e a te ajudar em qualquer momento. São essas pessoas que estarão do seu lado caso tudo dê errado no começo e/ou estarão lá para te dar uma mãozinha caso seja necessário durante o processo da vitória. 
   Posso estar esquecendo de alguma coisinha, mas não tem tanto problema, pois maior parte do segredo está aqui. Se você internalizar um pouco do que está escrito nesses quatro tópicos a cima, já é  um grande começo para coisas boas e positivas acontecerem. Não aconselho usar nada para prejudicar outras pessoas, porque não costuma dar muito certo, não quero dar muito spoiler do final, mas é você que vai acabar se ferrando. É como alguém disse e pintou pelos muros e viadutos da cidade do Rio de Janeiro: "Gentileza gera gentileza."
   Por essa sexta-feira é só. Até mais, chuchus. :)




Nunca reconheci um bloqueio criativo, nunca o conheci pessoalmente. Até esses dias. O fato é que eu, Anmi, tinha assumido um, tipo de, compromisso comigo mesma. Comprometi-me a postar frequentemente, algo que, durante um tempo, cumpri. 
A verdade é que o meu afastamento era temporário, duraria o suficiente para estudar e fazer as provas finais do período. Depois surgiu uma "viagem" durante o feriado de 7 de setembro e mais tarde veio a Bienal do livro. E para melhorar, meu notebook precisou ser consertado e meu celular também está no conserto. Resumindo, não estava no melhor timing para quantidade de eventos na minha vida. E eu já não tenho muita organização com tempo (estou trabalhando nisso mas é complicado), então é possível imaginar o caos que minha vida pessoal estava. 
Como já devo ter dito em algum momento, não sou obrigada a dar satisfações da minha vida, mas acho legal fazer isso porque nunca se sabe quando alguma pessoa realmente acompanha o blog. (P.s.: se essa pessoa existe, peço que a mesma se pronuncie)
Foi basicamente tudo isso até que o desconhecido Bloqueio Criativo deu as caras na minha vida. Nunca o temi. Talvez não tenha tido tempo para o notar até perceber que o motivo d'eu não atualizar frequentemente era, além de tudo o que ocorreu, o tal do bloqueio. Nenhum assunto me parecia agradável o suficiente para escrever sobre, nenhum filme que vi me encantou, nada chamou minha atenção. 
Como gosto de ajudar as pessoas vou compartilhar o que fiz para me livrar do bloqueio: nada.
Quando se tem um problema dessa ordem, é esquisito falar isso, porque para pessoas criativas o bloqueio criativo é um grande problema. Enquanto muitos problemas requerem um resposta rápida e objetiva, eu vejo este como um problema a ser tratado como um sentimento. E como diz um dos meus livros favoritos "A gente sente o que sente." (A garota que eu quero, Markus Zusak - link dele no Skoob
Dar tempo ao tempo não resolve problemas químicos, físicos ou matemáticos, e tal vez nem mesmo os conflitos sentimentais, mas o criativo resolveu. Às vezes, é preciso se distanciar das cobranças que nos cercam e de nossas próprias expectativas e desejos para viver cada momento que compõe nossas 24 horas.

Por hoje é só, até o próximo post. :)

Hoje pela manhã andei pensando em como começou o ódio a segunda-feira. E sinceramente não sei. 
Andei pensando e achem-me estranha mas eu não acho tão ruim ser segunda, ou o fato dela em algum momento ter que chegar. A final de contas, nada dura para sempre. E como diz minha vó "a gente não fica pra semente".
Segunda-feira tem que ser um símbolo de recomeço, de renovo, de novidade. É isso que eu quero passar à todos.
Cada um tem uma visão, exatamente por esse motivo que quero tentar acabar com a idéia de ódio a segunda-feira. Não é ela que acaba com o seu fim de semana. Sinto muito em lhes informar a real situação, apenas compreendam que é o domingo que termina com o seu fim de semana. Não me perguntem qual é o motivo de não fazerem as coisas como devem ser, e também não quero que passem a desgostar do domingo. Apenas reflitam sobre como a segunda-feira se sente com ódio de vocês. 
Admito que já detestei a segunda por bastante tempo, e que sempre existiu a pequena chama de amor pelo dia. Sejamos gratos por chegar segunda.
O final de semana foi muito bom, então passe a sua alegria pra segunda, comece a semana com alegria dos últimos dias. Se foi triste, veja a segunda como uma oportunidade de recomeçar e renovar forças. Se foi mais ou menos, a use para fazer algo maior e melhor. E se você não a ver de forma diferente, bom não diga nada, apenas se orgulhe por estar vivo mais um dia.
Muito provavelmente esse texto foi escrito sob o efeito de uma segunda-feira feliz, mesmo com alguns momentos estranhos eu quero dizer que o saldo foi positivo.
Ah, isso é aplicável a todos os dias, porque não existe isso de não gosto de tal dia. Nossos dias são o resultado de nossas ações durante as últimas 24 horas. Então façam essas horas valerem a pena. 
Isso é tudo e um ótimo dia pra todos. Até a próxima pessoal. :)

Uma das cachoeiras do lado C do Parque.
Existe uma explicação pra eu não aparecer durante esses últimos dias. Parte disso é culpa do Carnaval. Daí, eu pensei que poderia compartilhar com vocês uma alternativa a viagem clássica só pra se livrar da folia.
Primeiramente, não fui pra nenhum bloco ou desfilei em escolas de samba e não, não viajei. Nesses dias, fiquei em família. Pode parecer careta e tal, mas é importante compartilhar momentos com pessoas que nos aturam desde sempre. Pra falar a verdade, foi bastante tranquilo aqui. Nada daquelas musicas chicletes tocando o dia todo, nada da bagunça de festas perto, nada de musica alta no vizinho até as cinco da manhã.
Em um desses dias do feriado, dei de turista com o pessoal da família. Fomos no Parque Nacional da Tijuca, RJ, conhecido mais como Floresta da Tijuca mesmo. Passamos só por uma parte do parque, que é dividido em quatro áreas. Entramos lá pelo lado C (Pedras Bonita e Gávea) e saímos por Serra da Carioca, lado B. 

Vista Chinesa
A novidade pra mim foi a ida a Vista Chinesa. Nunca tinha ido lá. Tinha algumas pessoas, mas foi tranquilo pra tirar fotos, a.k.a. selfies. Agora tenho tanta foto incrível que nem sei mais qual vai ser a do perfil. Agradeço Monopod, que geral chama de "pau de selfie". No caminho pra Vista Chinesa, vimos uns miquinhos (micos, saguis, aqueles macaquinhos atrevidos e engraçados que vemos nos filmes). Uns é bem pouco, foi bastante mesmo, tirei altas fotos disso. Ah, também apareceram uns brasileiros super super fluentes em francês, mas eram tão fluentes que por um momento eu acreditei que na etiqueta deles tava escrito made in France. Nem preciso dizer que morri de uma invejinha nessa hora.
Na volta passamos na Praia de São Conrado, porque minha mãe queria ver o pessoal que voa de asa-delta. 




selfies com o Monopod + efeitos = foto de revista
 Quarta de cinzas, foi bem melhor. Fui no cinema, e obviamente assisti Cinquenta Tons de Cinza. Foi bem legal. Rimos (eu e o pessoal da sala) metade do filme todo. Sim, deu pra rir. BTW, a trilha sonora foi divina e provavelmente vou fazer um post sobre. Curti o filme com um clásssico Starbucks. Ah, e passei antes nas Lojas Americanas pra comprar uns chocolates e outras coisinhas.
Então esse foi meu Carnaval. Desculpem pelo atraso em postagens, mas é como o título diz: "sumi pra ser feliz...". Gente quem quiser mais informações sobre o Parque Nacional da Tijuca é só clicar aqui, e quem quiser ler sobre o porque de ser cinza a cor do filme lá só clicar aqui. Ah e se você por algum motivo se interessou em ver minha aventura cotidiana, me siga no Instagram (@anmiassis). Bom, isso é tudo e até amanhã com o meu novo post. :)


Esse post é uma reclamação ao meu cérebro que não me permite descansar. Gente, isso acontece com vocês?

São tantas tarefas que eu fico doidaaa!!! Ou quase isso.
Gente, preciso de um minuto, meu querido cérebro veio meter o bedelho onde não foi completamente chamado, e já que ele passou aqui, vou ralhar com ele de uma vez. Preparem-se as coisas podem ficar feias.

Cérebro,  me diga pra quê fazer-me pensar em coisas aleatórias segundos antes do sono me consumir? Qual é a necessidade disto? Eu sei, nenhuma.
Só digo uma coisa, você precisa parar. E é já.
Cérebro não se finja de desentendido, pois eu tenho uma lista de reclamações bem grande pra você.
E aqui vai ela:
- gostaria que você me permitisse não pensar na morte da bezerra, na morte da Tris e em outras mortes no meio da aula de física e de matemática;
- pare de me apaixonar por pessoas impossíveis, eu sei que o Nick Jonas e o Dylan O'Brien não querem nada comigo;
- não me faça ter paixonites por meninos impossíveis da Internet;
- não me lembre de cada trabalho escolar na hora do meu soninho, e nem ouse inventar coisas pra fazer;
- ah e pede pra sua amiguinha, a tal da Inspiração, aparecer quando for num horário comercial, porque vou te contar, não posso não dormir pra ficar filosofando as três da manhã;
- também cansei de ter crises existenciais no meio de conversas nada aver, seus amigos falando e você com aquele olhar fixo no nada, pelo menos a Raven tinha visões, eu nem isso tenho pra usar como desculpa;
- e os micos, pelamor, eu não quero mais ter cada segundo da minha vida com um mico novo;
- e principalmente, pare, eu disse PARE, de criar cenários de contos de fadas assim que eu colocar minha cabeça no travesseiro.

Voltando prum papo mais normal, é um questionamento gigantesco sobre como nossa mente trabalha até demais. E atualmente, a excessiva conexão com o mundo só atrapalha.
Tô tentando não permanecer muito tempo online, tentando não ceder ao não descanso mental. É uma luta diária.
Agora eu só me importo em fechar meus olhos antes da minha mente viajar comigo pra outros cenários. Espero não importar-me se acordar atrasada qualquer dia desses por causa disso.  E também pesso desculpas, por expor o meu pequeno momento com o meu cérebro, sabe como é, ele apareceu e resolveu se meter onde não é chamado. 
Fora isso, aos que tem um problema como meu, já adianto-me e os desejo sorte. E os demais, só digo uma coisa: invejinha básica do sono restaurador de vocês...


A primeira vez que eu fui num rodízio de pizza, literalmente, comi até passar mal. Literalmente. Entendo que eu passei a maior vergonha da minha vida (tirando todos os anos seguintes de micos).

Sabe quando você  realmente se promete um controle sobre a sua vida? Aquele tipo de promessa incumprível, a clássica "eu nunca mais vou fazer..." O pior é que sempre acreditamos que, de alguma maneira, iremos cumprir aquilo. Somos um bando de menininhas bobas.
Sinceramente (haha, não foi proposital), naquele dia me prometi manter um controle sobre mim. Um controle que eu simplesmente não tenho.
Voltando as promessas. Eu e elas temos vários problemas. Um deles é o fato de eu não saber cumprí-las. E é irritante sempre estar em dívida. A promessa nos leva a criar esperanças de que algo novo vai  acontecer. Algo novo e bom, muito bom.
E de repente, você vê uma tempestade acabar com o seu reino colorido de esperança. É como se tudo tivesse programado pra virar um bicho de sete mil cabeças. Nesses momentos nada melhor do que uma boa panela de brigadeiro e um cobertor quentinho, certo?  Certo, mas depois de ter passado por tantas nessa minha curta vida, eu saquei que o melhor mesmo é não pensar em se esconder. A gente tem é que pegar as galochas, capa de chuva, o guarda-chuva e sair quintal a fora.
Tá tudo muito legal mas o que pizzas tem a ver com promessas e etc? Já vou explicar.
Eu resolvi o meu problema com as pizzas de um jeito simples. Não me escondi de rodízios. Quem faria isso? O melhor que eu fiz foi ter aceitado que não iria conseguir me controlar tanto.
Sabe, não ia ter jeito. As primeiras vezes que eu fui à rodízios, eu atacava tudo, era muita cede pra pouco pote. O problema me deu adeus quando eu não me prometi nada. Me sentir mal e passar vergonha foi o suficiente pra eu perceber que tenho que pegar leve. E outra coisa que eu tenho que pegar leve é em promessa. Eu mesma me prometi manter uma rotina pro blog...
Quer saber, não me parece extremamente importante ter um controle e viver tão comprometido assim.
O segredo é manter o equilíbrio entre a liberdade e o comprometimento. Ah e não abusar de promessas. Se der não faça nenhuma que não vai cumprir.
Aliás só faça uma. E tente ao máximo cumprí-la. Se prometa ser feliz. Afinal, logo depois de toda boa tempestade tem sempre um arco-íris.