Oi pessoa! Tudo bom com você? Espero que sim, pois comigo está tudo beleza.
 O meu mês, literalmente meu mês (já que faço aniversário nele), favorito do ano começa hoje e eu não poderia estar mais feliz. O mundo mais uma vez vive as minhas estações favoritas: primavera (no hemisfério sul) e outono (no hemisfério norte). Nada mais me alegra do que esse momento. Então para comemorar e me desafiar, afinal isso é uma aventura, eu decidi fazer o Inktober desse ano. 
 Para quem não tem a menor ideia do que é o Inktober eu aconselho que você continue lendo esse post para entender tudo.
 O Inktober foi criado em 2009 por Jake Parker. A ideia dele era de durante os 31 dias do mês criar um desenho para cada afim de desenvolver melhor a sua habilidade de desenho. Não que ele precisasse muito, pois ele é um ilustrador e animador americano que já trabalhou para as melhores empresas, como: Google, Warner Brothers Animation, Marvel, Disney Animation e muitas outras. Ele realmente não é pouca coisa porque até no filme Rio ele trabalhou. O projeto cresceu tanto que atualmente gente do mundo todo participa do Inktober quando Outubro chega.
 Assim como Parker, mas muito menos talentosa, eu resolvi tentar me aventurar no universo dos desenhos. Eu juro que tenho zero talento para isso, porém quero realmente me aventurar e me descobrir através desse desafio.
 Então vou explicar melhor como vai ser esse desafio. O Jake (já estou me fazendo de intima) estabelece uma lista de temas, chamados de prompts em inglês, para cada dia do mês. Os desenhos são feitos em tinta preta e branco para ar realce. O nome vem justamente disso porque ink é tinta e o tober é o final da palavra october que é outubro. Nem me atrevo a juntar o nome disso em português.
 Os prompts oficiais desse ano são os da foto abaixo.


 Então você está se perguntando "Legal, Anmi, mas para quê você está me avisando disso também?". A resposta é: não vou parar em um simples (vai ser barra porém sigo firme fingindo que não) Inktober não, meu caro. Eu vou transformar o Inktober em um Poetrytober também, o que basicamente significa que todos os dias eu vou fazer, além dos desenhos, poemas inspirados nos prompts da foto acima.
 Só para você sentir o nível do meu desafio no campo do desenho vou pôr o desenho do dia 1 de uma ilustradora que eu amo muito. P.S.: ela não está seguindo a lista de prompts do Parker, mas mesmo assim vale como inspiração.

A tasia (do Instagram @tasia.m.s) arrasou nessa bruxinha.
 Então quem gostou da novidade eu já vou avisar que tudo isso vai rolar no meu Instagram pessoal (@anmiassis) e o do blog (@sinceranmoficial). Os poemas e os desenhos vão ser postados nas duas contas então se ligue nelas, hein! No Instagram do blog vai rolar a tag #inktobersinceranmi  e #poetrytober e vocês pode usar para me mostrar a sua arte também.
 Ah, caso você queira saber mais sobre o Jake Parker e o seu projeto, mais que legal, Inktober é só clicar aqui. Como eu sei que você vai querer acompanhar a tasia nessa jornada (mano do céu, essa menina arrasa muito nos desenhos) é só clicar aqui para checar o perfil dela o Insta. 
 Ufa, por hoje foi só tudo isso. Até amanhã você pode usar os links para o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui e assim não passar tanto tédio. Beijocas, amorinha. 🌻

A Resenha Musical de hoje é sobre o disco "The Click" da banda (mais um trio e não é intencional, eu juro) AJR. Não ache que estou louca só por postar a terceira resenha em um único mês, mas é que estou tentando homenagear o Rock in Rio de alguma forma, então se você quiser ler a primeira resenha e a segunda resenha é só clicar nos links.
 AJR é uma banda nova iorquina formada por Adam, Jack e Ryan Met, todos irmãos, que emprestaram as primeiras letras de seus nomes para compor o nome oficial da banda. Então o estilo de música que eles produzem é indie pop, electro e DIY indie-pop. Começaram a produzir seu som de forma bastante artesanal e quase sempre utilizando a sala de estar da casa deles para gravar as músicas. A vida deles mudou quando Ryan twittou o link de um vídeo deles para, cerca de, 80 celebridades. Sia notou a banda e os apresentou para as pessoas certas, o que levou banda a se tornar muito mais conhecida.
 Agora vamos ao que realmente interessa, ou seja, vamos falar sobre "The Click".
 "The Click" é um disco que possui 13 músicas das quais a faixa 4, "Sober Up", é um feat com Rivers Cuomo. De modo geral, as letras são crônicas sobre amadurecimento e me arrisco a dizer que são divertidas também. A sonoridade que eles buscaram imprimir no disco deixa as letras muito mais leves do que elas realmente são.
 Sem mais delongas vou anunciar as minhas trilhas favoritas do álbum.

  • "The Good Part": o violino introdutório é algo que não é esperado, mas assim que batida começa você fica preso na sua própria curiosidade para descobrir no que essa música vai dar. Olha, eu digo que não fico desapontada em nada nessa faixa porque, na minha humilde opinião, eles reuniram o melhor do clássico com o eletrônico. A letra é uma obra prima mesmo e fala sobre como desejamos pular logo para parte boa da nossa vida. Isso me lembra aquele filme Click com Adam Sandler, onde ele tem um controle e sempre pula para os melhores momentos da sua vida.
  • "Weak": essa música é perfeita para quem se acha um fracote. Sabe quando a gente se sente fraco e acha que está cometendo erros atrás de erros? Pois é, essa música é para você que se sente dessa forma. A própria banda afirma que a música trata sobre você se entregar as suas tentações, mas sempre se manter firme e forte. Acho que eles conseguem passar isso de uma forma bem gostosa, pois a música gruda bem e tem uma melodia bem interessante com bastante elementos eletrônicos. Outra coisa que gosto muito dessa música é o seu clipe, adoro o visual que ele tem. Você pode curtir o vídeo logo abaixo.

  • "Drama": esta é a quinta faixa do disco. A música trata sobre os problemas superficiais que nós preferimos dar atenção quando existe uma grande quantidade de problemas reais que poderíamos estar nós preocupando de verdade. A melodia é incrível e a letra definitivamente é algo que podemos usar para refletir sobre as nossas próprias vidas. 
  • "Turning Out": com toda certeza essa é a minha trilha favorita. É uma música lenta e creio que seja a única porque todo o disco é bem dançante. A letra é sobre percepção do que é amor/amar e sobre amadurecimento. Uma das coisas que mais gosto do que música diz é sobre como a Disney (não somente a Disney, mas isso foi para dar um nome a um desses elementos) nos influência na forma como moldamos nossa forma de ver e, até mesmo, de idealizar nossas relações ao longo de nossa formação como pessoas.
  • "Netflix Trip": essa faixa é muito interessante porque o tempo todo a sua letra se conecta com acontecimentos da série "The Office". Os irmãos usam essa série para fazer algumas comparações com acontecimentos da vida deles. Aquele momento em que você se identifica com uma série tão forte que vê a sua vida em tudo dela. A melodia da faixa deixa bem claro que eles tem sim a veia indie forte, mas obviamente sem jogar para escanteio todos os outros elementos eletrônicos e outros instrumentos que eles usam. Essa letra tem uma frase muito impactante que sempre sempre me faz pensar em toda a minha vida, que é: "Who am I to tell me who I am?" que é traduzida livremente por mim como "Quem sou eu para dizer a mim mesmo quem eu sou?". Muito forte, né?
  • "Come Hang Out": ela é bem diferente e fala sobre como sempre estamos atarefados demais com todas as coisas que nos obrigam a levar uma vida adulta ou simplesmente tudo o que perdemos quando estamos lutando para viver um sonho. É para parecer com um chamado de um amigo para sair e sempre estar junto em algum momento. Gosto muito de como ela, sutilmente, sempre me traz de volta para realidade. 
 Bom é tudo o que eu tenho para comentar sobre esse disco que você pode fazer o stream completo dele no Spotify clicando bem aqui. Se quiser saber mais sobre a banda é só clicar aqui e você será redirecionado ao site oficial deles onde você pode mergulhar no universo musical desses três irmãos.

 Você já sabe o que fazer para passar o tempo até o próximo post, né? É só ficar de olho no meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas, amorinha! 🌻

   Pessoal, ainda nem acredito que depois de 10 longos anos veio a continuação de Procurando Nemo (ou Finding Nemo, em inglês mesmo). Minha criança interior ficou mais que feliz quando soube que estavam fazendo esse novo filme. É óbvio que Procurando Dory não é nem de perto a continuação de Nemo, mas ainda é algo que nos remete aquele universo do fundo do mar.
   Nesse filme, Dory é o centro das atenções e todo o filme é centrado na busca dela pelas suas origens. Digamos que você pode esperar por muitas trapalhadas causadas pela própria Dory e o seu pequeno grande problema de memória. 
   Okay, esse não é um post para resenhar o filme, certo? Certo. Recomendo ele do mesmo jeito. Muito sério. Vão assistir Procurando Dory! Agora esse post é para comentar a soundtrack do filme e vamos a isso.
   Toda a soundtrack é composta de 34 faixas, sendo apenas uma delas cantada. Todas 33 são apenas instrumentais para o fundo das cenas do filme. A única faixa cantada é a que realmente posso opinar, já que música de plano de fundo só faz muita muita muita diferença quando vemos um filme de terror, né? Talvez alguém perceba isso melhor, mas eu ainda não consigo perceber tudo isso. 
   Ainda bem que Thomas Newman não sabe nem quem sou eu. E para me redimir com ele eu vou destacar umas soundtracks que Newman participou e/ou produziu. Ele é responsável pela OST de Procurando Nemo que foi lançado em 2003 e ganhou vários prêmios por seu trabalho, e também comandou a trilha sonora do filme Wall-e , lançado em 2008. Ele é muito muito bom, mas é como eu disse, não tem como eu resenhar música instrumental.
   Assisti o filme com a minha melhor amiga Leticia nessa semana. Sim, foi quase que a minha última chance de ver o filme. Foi um dia bem legal, e é como eu disse, o filme é incrível e o fundo musical também.
   Nesta trilha sonora oficialmente só tem um música cantada. A música se chama "Unforgettable" e é interpretada pela Sia. Durante os créditos é essa música que toca enquanto nós esperamos pela cena pós-créditos do filme. Sia performa essa adorável música a pedido de Ellen DeGeneres que é sua amiga e apresentadora de um talkshow muito maneiro nos EUA. Para quem não sabe Ellen é a dubladora de Dory na versão original do longa. Acontece que "Unforgettable" na voz de Sia é um cover. Um incrível cover, vamos combinar. (Sem contar que a escolha da música foi certeira, já que "unforgettable"  em português é inesquecível. Ou seja, exatamente o que a Dory e toda coisa do Nemo são.) O cantor original dessa música é Nat "King" Cole.
   Alías no longa-metragem é creditada mais uma música, que não está inclusa na trilha sonora. Em uma das cenas, a música "What a Wonderful World" de Louis Armstrong toca por uns breves segundos.
   Ambas as músicas são lindas e totalmente clássicas. Eu sou super suspeita em falar algo sobre esses artistas porque eu adoro coisas antigas e música antiga é o melhor tipo de vintage que se pode existir.
   Sugiro a todos vocês que assistam a misteriosa Sia em sua apresentação no The Ellen Show em que ela canta "Unforgettable" (é o vídeo abaixo).

Adorei tanto essa música com a voz dela que 
  eu seriamente ouviria em qualquer momento.  

   Então para ajudar vocês, aqui seguem os links das músicas citadas ao longo do post:
   Por essa sexta é tudo. Ah, um link bem aqui para página da Wikipédia do Thomas Newman, só para o caso de vocês quererem saber mais sobre ele. Chuchus, volto na próxima semana com mais um post!!! Beijocas. x