A Resenha Musical de hoje é sobre o disco "The Click" da banda (mais um trio e não é intencional, eu juro) AJR. Não ache que estou louca só por postar a terceira resenha em um único mês, mas é que estou tentando homenagear o Rock in Rio de alguma forma, então se você quiser ler a primeira resenha e a segunda resenha é só clicar nos links.
 AJR é uma banda nova iorquina formada por Adam, Jack e Ryan Met, todos irmãos, que emprestaram as primeiras letras de seus nomes para compor o nome oficial da banda. Então o estilo de música que eles produzem é indie pop, electro e DIY indie-pop. Começaram a produzir seu som de forma bastante artesanal e quase sempre utilizando a sala de estar da casa deles para gravar as músicas. A vida deles mudou quando Ryan twittou o link de um vídeo deles para, cerca de, 80 celebridades. Sia notou a banda e os apresentou para as pessoas certas, o que levou banda a se tornar muito mais conhecida.
 Agora vamos ao que realmente interessa, ou seja, vamos falar sobre "The Click".
 "The Click" é um disco que possui 13 músicas das quais a faixa 4, "Sober Up", é um feat com Rivers Cuomo. De modo geral, as letras são crônicas sobre amadurecimento e me arrisco a dizer que são divertidas também. A sonoridade que eles buscaram imprimir no disco deixa as letras muito mais leves do que elas realmente são.
 Sem mais delongas vou anunciar as minhas trilhas favoritas do álbum.

  • "The Good Part": o violino introdutório é algo que não é esperado, mas assim que batida começa você fica preso na sua própria curiosidade para descobrir no que essa música vai dar. Olha, eu digo que não fico desapontada em nada nessa faixa porque, na minha humilde opinião, eles reuniram o melhor do clássico com o eletrônico. A letra é uma obra prima mesmo e fala sobre como desejamos pular logo para parte boa da nossa vida. Isso me lembra aquele filme Click com Adam Sandler, onde ele tem um controle e sempre pula para os melhores momentos da sua vida.
  • "Weak": essa música é perfeita para quem se acha um fracote. Sabe quando a gente se sente fraco e acha que está cometendo erros atrás de erros? Pois é, essa música é para você que se sente dessa forma. A própria banda afirma que a música trata sobre você se entregar as suas tentações, mas sempre se manter firme e forte. Acho que eles conseguem passar isso de uma forma bem gostosa, pois a música gruda bem e tem uma melodia bem interessante com bastante elementos eletrônicos. Outra coisa que gosto muito dessa música é o seu clipe, adoro o visual que ele tem. Você pode curtir o vídeo logo abaixo.

  • "Drama": esta é a quinta faixa do disco. A música trata sobre os problemas superficiais que nós preferimos dar atenção quando existe uma grande quantidade de problemas reais que poderíamos estar nós preocupando de verdade. A melodia é incrível e a letra definitivamente é algo que podemos usar para refletir sobre as nossas próprias vidas. 
  • "Turning Out": com toda certeza essa é a minha trilha favorita. É uma música lenta e creio que seja a única porque todo o disco é bem dançante. A letra é sobre percepção do que é amor/amar e sobre amadurecimento. Uma das coisas que mais gosto do que música diz é sobre como a Disney (não somente a Disney, mas isso foi para dar um nome a um desses elementos) nos influência na forma como moldamos nossa forma de ver e, até mesmo, de idealizar nossas relações ao longo de nossa formação como pessoas.
  • "Netflix Trip": essa faixa é muito interessante porque o tempo todo a sua letra se conecta com acontecimentos da série "The Office". Os irmãos usam essa série para fazer algumas comparações com acontecimentos da vida deles. Aquele momento em que você se identifica com uma série tão forte que vê a sua vida em tudo dela. A melodia da faixa deixa bem claro que eles tem sim a veia indie forte, mas obviamente sem jogar para escanteio todos os outros elementos eletrônicos e outros instrumentos que eles usam. Essa letra tem uma frase muito impactante que sempre sempre me faz pensar em toda a minha vida, que é: "Who am I to tell me who I am?" que é traduzida livremente por mim como "Quem sou eu para dizer a mim mesmo quem eu sou?". Muito forte, né?
  • "Come Hang Out": ela é bem diferente e fala sobre como sempre estamos atarefados demais com todas as coisas que nos obrigam a levar uma vida adulta ou simplesmente tudo o que perdemos quando estamos lutando para viver um sonho. É para parecer com um chamado de um amigo para sair e sempre estar junto em algum momento. Gosto muito de como ela, sutilmente, sempre me traz de volta para realidade. 
 Bom é tudo o que eu tenho para comentar sobre esse disco que você pode fazer o stream completo dele no Spotify clicando bem aqui. Se quiser saber mais sobre a banda é só clicar aqui e você será redirecionado ao site oficial deles onde você pode mergulhar no universo musical desses três irmãos.

 Você já sabe o que fazer para passar o tempo até o próximo post, né? É só ficar de olho no meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas, amorinha! 🌻

 A segunda resenha do mês vai para LANY. Se você perdeu a primeira resenha do mês é só clicar aqui para ler sobre o disco do Hey Violet. E se você não está entendendo nada sobre essa overdose de RMs é tudo culpa do Rock in Rio e da minha vontade de tentar homenagear o evento. 
 Essa resenha se trata sobre a banda, que é um trio na verdade, LANY, cujo o nome significa apenas uma conexão ponte aérea entre LA (Los Angeles) e NY (New York). O estilo dela pode ser descrito como alternativo, electro pop, dream pop e indie pop. Os integrantes são Paul Klein (vocalista, teclado e violão/guitarra), Jake Goss (baterista e toca Roland SPD-SX) e Les Priest (teclado, segunda voz e guitarra). 
 "LANY" é o primeiro álbum deles depois que assinaram com a gravadora Polydor Records. A realidade é que eles estão no mercado musical desde ano só que deram o início a suas carreiras através de redes sociais e outras mídias que não fossem diretamente o YouTube e com isso despontaram pelo gênero alternativo dentro do universo musical que o Soundcloud proporciona. Eu mesma os conheci no Soundcloud (quem quiser dar um alô para mim lá é só clicar aqui). 
 Já que esse é mais uma RM que estou introduzindo o artista para você aqui embaixo tem uma foto deles e também o link para você acompanhá-los (caso gostem deles).

Les Priest, de preto, Jake Goss no fundo de branco e Paul Klein com a blusa estampada.

Redes Sociais da banda
Instagram | Twitter | Soundcloud | Site Oficial | Canal no YouTube 

 Agora que já os apresentei à você, posso finalmente comentar o que achei desse disco. O CD tem 16 faixas das quais eu só vou destacar as que mais gostei. O motivo disso é que depois de ter ouvido tudo o que eles lançaram, eu realmente prefiro boa parte (quiçá todas) das músicas dos EPs lançados entre 2015 e 2016, o "I Loved You.", "Make Out" e "kinda", respectivamente. 
 Enfim, acredito ter escrito o suficiente e aqui está o meu parecer sobre as faixas que mais me identifiquei.

  • "Dumb Stuff": é uma música que é super rápida, mas nem por isso é menos boa. Acho a letra fofa e a melodia dela dá o tom das próximas canções do disco. 
  • "The Breakup": é gostosa de ouvir. Fala sobre relacionamentos, mais precisamente sobre o termino desses relacionamentos. Paul Klein faz uma reflexão sobre como ele se sentiu aliviado ao terminar de escrever essa música, pois ele realmente colocou seus sentimentos para fora, como em um desabafo.
  • "Super Far": algo na letra dela me lembra relacionamentos à distância ou sobre como um relacionamento real chegou ao ponto de se parecer com um relacionamento à distância. Uma das coisas que mais gosto é a batida e os vocais de fundo. No final do mês passado eles lançaram um vídeo sobre essa música, não é o clipe, mas é bem legal o visual sobre a vida e show deles na turnê atual. Assistam aqui embaixo.

  • "Flowers On The Floor": gosto muito do pré-refrão e a letra é sobre esse relacionamento tóxico onde mais uma vez a garota despreza todos os esforços do cara para tentar continuar juntos. A melodia me cansa um pouco, no sentido de que me enjoa rápido, mas é legal de ouvir.
  • "Parents": sem dúvidas uma das coisas mais fofas que tem nesse disco. Não é uma música, mas sim uma mensagem de voz da mãe, Susan Goss, de Jake Goss sobre uma tattoo que o seu filho fez em homenagem aos pais. O desenho é mostrado na foto abaixo. O que mais gosto dessa foto e faixa é a veracidade do sentimento entre eles, o amor que eles sentem um pelo outro é quase palpável e é muito genuíno. 
  • "ILYSB": é o grande hit deles, quer dizer, todo mundo que conhece LANY, os conhece por conta dessa música. A letra é bem simples mas tem grande sentimento e você percebe desde algumas faixas anteriores que eles não são muito de amor fofo não. Eles preferem retratar (nessa e em outras músicas) a dor de amar alguém, mas nunca com aquela coisa de "dói amar e eu não quero isso nunca", é mais voltado para "dói amar mas vale apena aguentar essa dor". Eu colocaria o clipe oficial aqui, mas acho ele muito assustador (só porque eles quiseram fugir do cliché que a letra induziria o vídeo a ser) e também prefiro o vídeo da música dessa perfomance deles. 

  • "13": a batida é boa mas eu, até agora porque sempre pode-se mudar de ideia sobre algo, acho que tem uma vibe de dor de cotovelo. O título da música faz alusão ao dia que eles escreveram e gravaram a canção. 
  • "Hurts": creio que seja uma das melhores letras desse disco. Adoro o refrão. A mensagem que a música traz sobre todo esse ciclo de "amor e desamor" que as pessoas passam é o que mais reflete o real significado de: "The more you love, the more it hurts" (quanto mais você ama, mais isso dói). 
  • "Good Girls": a música tem uma vibe de balada. A letra é bem coração partido, mas adoro como tudo casa. O clipe dessa música tem uma conexão com o clipe da música "ILYSB" mas é bem no finalzinho que a gente descobre isso. Sem contar que eu fiquei extremamente cansada só de ver o Paul Klein passar o clipe todo andando atrás da menina que ele gosta. Dá uma olhada no vídeo abaixo e vê se eu não estou certa.
  • "Purple Teeth": a única coisa que eu gosto dessa música é o refrão sempre escuto esperando o refrão chegar porque, na minha opinião, é a melhor coisa que aconteceu para essa faixa. A letra é sobre a inconsistência de um relacionamento e sobre o quão instável essa linha que liga duas pessoas é.
  • "So, Soo Pretty": é um instrumental lindo e que te surpreende porque aparece praticamente no fim do álbum.
  • "It Was Love": essa música é uma reflexão e lembrança sobre os relacionamentos amorosos que vivemos na adolescência. 
 Espero que você tenha curtido LANY tanto quanto eu curti falar sobre eles. Se você quiser continuar ouvindo a banda é só clicar aqui para fazer o stream do álbum no Spotify.
 Por essa sexta é só isso que temos para conversar, mas você pode me perturbar por mais posts e/ou acompanhar a minha vida fuxicando: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas! 🌻


 Olá amigos, eu estou aqui com mais uma Resenha Musical. Já que até o presente momento eu não vou ao Rock in Rio desse ano, o blog, de uma forma ou de outra, vai fazer uma singela homenagem ao evento com a dedicação das postagens do mês de Setembro somente para Resenhas Musicais. Essa sexta vamos falar sobre Hey Violet. 
  Não sei se você lembra, mas eu já fiz uma RM sobre essa mesma banda só que na época eles ainda não tinham gravado o disco em questão. Quem quiser refrescar a memória sobre quem eles são e até mesmo ler a primeira resenha é só clicar aqui
  Esse disco tem duas versões que é essa da capa postada aí do lado, que contém 12 músicas, e a versão da Target que tem três músicas adicionais. Vou logo avisando que a resenha é no disco normal e não versão da Target. 
 Eles colocaram na tracklist do disco canções deles que já haviam sido lançadas no "Brand New Moves - EP", mesmo assim a maioria das músicas são novas para os fãs da banda.
 O fato deles terem usado essas músicas não deixou o disco acomodado em uma só sonoridade, pois cada faixa traz uma vibe totalmente diferente e a banda soube trabalhar bem as sua influências ao longo de todas as músicas deles, cada música é facilmente uma música própria, sem cara de ser algo repetido.
 Então vamos lá ver o que eu tenho a dizer sobre as faixas desse disco, sempre levando em consideração que eu não estou citando as que eles já lançaram porque essas já tem uma resenha própria exclusiva para essas músicas. 
  • "Break My Heart": o que eu mais gosto dessa música é de como ela é gostosa de ouvir. Mesmo que essa música seja meio "manjada" por falar de coração partido, eles deram um jeito de criar algo novo, pois a música não lamenta um coração partido, e sim clama pela experiência de ter o coração partido. Essa música foi o primeiro single do disco e o clipe dela é bem high school. Confira abaixo.

  • "Hoodie": sabe aquele coisa de filme que mocinha em algum momento acaba usando uma vez um casaco do seu par romântico e ele simplesmente nunca mais vê a peça de roupa de novo porque a menina nunca devolve e aí eles terminam e sempre tem uma cena dela chorando agarrada ao casaco do menino. Então, deixa eu te contar que Hey Violet tem uma música exatamente sobre isso. "Hoodie" é a música da situação que descrevi acima e devo confessar que a primeira vez que a ouvi achei meio chata, mas conforme eu fui ouvindo o álbum mais vezes a sonoridade dela cresceu e eu passei a gostar dela. A letra também é bem simples e  o refrão gruda fácil. Como não quero cantar sozinha pode apertar o play e assistir o lyric video da música.



  • "My Consequence": adoro como a música começa. Outra coisa que eu gosto é como de alguma forma essa música traz uma luz sobre os relacionamentos. É sobre como cada relacionamento ter a suas consequências e quando nós embarcamos em um devemos estar prontos para encarar essas consequências. 
  • "O.D.D.": o que me atrai nessa música é o conjunto todo dela. A melodia que tem uma vibe antiga mas ao mesmo tempo traz elementos atuais, a letra é forte e a vocalista canta com paixão. Algumas pessoas dizem que essa música é sobre a vocalista se revelando ter Transtorno Desafiador de Oposição, em inglês Oppositional Defiant Disorder (olha o O.D.D. aí), que é  um"transtorno infantil caracterizado por comportamento desafiador e desobediente a figuras de autoridade" (só clicar aqui para saber de onde veio essa definição). Eu, Anmi, não creio que seja isso, eu vejo essa música mais voltado para a palavra odd, que segundo o dicionário Oxford, é um adjetivo que significa estranho (se duvidar é só clicar aqui para ver que não tem é isso mesmo). A letra me remete mais a essa ideia de ser uma pessoa estranha e que não se encaixa bem nos padrões. Escutem a música e comentem o que vocês acham.
  • "All We Ever Wanted": é bem música de balada e para dançar mesmo. Pode colocar essa na sua playlist de música para dançar. Sinceramente, foi um susto quando ela começou porque não segue na mesma linha das demais músicas. Elas são muito diferentes entre si e isso só prova que eles tem um futuro cheio de possibilidades. 
  • "Unholy": a batida do início do refrão é boa e é o que me prende nessa música. A letra é sobre um relacionamento que não deveria estar acontecendo pois a menina tem um namorado. O título remete a noção biblícia sobre a situação toda (um relacionamento não sagrado, ou seja, unholy).
  • "Where Have You Been (All My Night)": mais uma música que lembra algo de balada, de repente não tão dançante como "All We Ever Wanted", mas ela tem o seu valor. O título automáticamente me faz pensar em Rihanna com "Where Have You Been", não tenho a menor ideia se essa era a intenção da banda, mas os títulos estão muito parecidos. 
  • "Like Lovers Do": não sou fã dessa música porque ela tem uma vibe de casa de boneca, mas não de um jeito muito bom para mim. Ela me faz lembrar de episódios de Pretty Little Liars (eu amo PLL, mas não vou esconder que tinha episódio que as bonecas me davam uns arrepios) e filmes de terror. A voz de Rena está me lembrando muito Lana Del Rey e Melanie Martinez. Essa foi a segunda vez que eu tomei susto com o disco porque algo desse tipo não é o que eu esperava da banda, mesmo percebendo que, individualmente, esse tipo de referência está presente em Nia Lovelis e Rena Lovelis, apenas não esperava que fosse parar na banda.
  • "This Is Me Breaking Up With You": essa música parece retirada de um filme bem antigo, é super rock e lembra o início da banda antes da migração para um som mais pop. Tem uma coisa nela que me lembra "Blitzkrieg Bop" do Ramones. 
 Resenha Musical cumprida com sucesso. Gostaram? Quem se interessou pelo álbum é só clicar bem aqui para dar uma ouvida nele no Spotify. Até o próximo post vocês podem checar: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas, chuchus. 🌻


   Demorei mas finalmente ouvi o novo álbum do Paramore e vim aqui resenhar ele.  Só posso diz uma coisa: olha que mudança!!!!
   Quando eles lançaram o single "Hard Times", uma porta para um som diferente, mais muito diferente mesmo, se abriu. Veio uma enchurrada de inovações carregadas de tudo que há de bom. Acredito que eles fizeram um álbum bem good vibes (provavelmente minha definição de good vibes é bem alternativa e particular) com as letras mais não good vibes, porque muitas letras vão lá no fundinho do coração e tocam tudo que tem lá. O que não é uma novidade em si porque as letras deles sempre foram desse jeito.
   Esse álbum tem uma proposta diferente de todos os outros, mas eles mesmos disseram estavam cansados de fazer o mesmo tipo de som e também queriam mostrar mais de si mesmos com outras influências que eles têm. Tem um som bem anos 80, 90 e 00 em todas as músicas e é impossível não terminar com, pelo menos, uma música grudada no fundo da sua mente.
   As músicas do álbum foram compostas por Hayley Williams, Taylor York e Zac Farro. Não é um álbum para ser apenas ouvido, mas sim apreciado pela obra que é. "After Laughter" é o resultado de períodos de depressão vividos pelos integrantes da banda em um determinado momento de vida deles. Acho muito importante ver resultados positivos vindos de momentos escuros pelos quais todos nós passamos pelo menos uma vez durante a vida. As letras de todas as músicas carregam mensagens que tornam impossível o não reconhecimento de nós mesmos em algumas situações de nossas vidinhas. Fiquem com isso em mente ao lerem a resenha e escutarem o álbum.
   Agora eu vou mostrar minha análise das minhas músicas favoritas do disco deles. Foi muito dificil escolher mais eu consegui.
  • "Hard Times": É o primeiro single dessa nova era. A melodia é dançante, a letra é perfeita. O fim da música me fez pensar em Daft Punk. Desde o início já dá vontade de dançar e cantar junto. Outra coisa que gosto é o clipe dessa faixa, super colorido. Você pode assistir ao vídeo aqui em baixo.

  • "Rose-Colored Boy": O começo me lembra músicas antigas e, rapidamente, penso no clássico High School americano bem filme e todo cliché. De novo um instrumental maravilhoso e super dançante. A letra é bem diferente e adoro como ela reflete a vontade de apenas sentir quaisquer que sejam os nossos sentimentos. A potência da voz da Hayley me lembra do pop-punk que eles começaram.
  • "Fake Happy": Amo como o início dessa música é um tiro nos nossos corações com a voz de Hayley bem natural, chega a cortar o coração, mas aí boom! a melodia animada começa. A letra é bem impactante. Essa faixa é literalmente um hino perfeito sobre felicidade falsa, fingida que todos muitos aparentam. É realmente como eu disse, a letra é profunda. 
  • "26": O titulo dessa musica é o meu número favorito, então quando fui ouvir tinha minhas expectativas bem no alto e olha eles não me desapontaram. A melodia é bem fofa e é a mais lenta de todo o álbum. Hayley disse em uma entrevista que essa é uma música que conversa com a sua versão mais jovem e que buscou inspiração para a escrita com base no que gostaria de dizer para pessoas que estivessem passando pelo mesmo tipo de situação que ela vivenciou. 
  • "Pool": Ah o amor. Nessa música ele é uma piscina. A letra faz uma analogia com a forma como as pessoas mergulham de cabeça no amor, mas não do jeito bom, pois a ideia é justamente mostrar que não é fácil amar. Hayley quis mostrar esse lado escuro do amor e sobre como ainda lutamos por ele mesmo quando estamos cansados de nadar em busca desse porto seguro na pessoa amada.
  • "Caught In The Middle": Amo como essa música define todas as crises existenciais que já tive. "Caught In The Middle" é um hino que representa todas as incertezas da vida, os medos sobre o futuro. Acho que ela define bem essa relação que as pessoas ansiosas, ou não, tem com a sociedade. Uma das minhas partes favoritas é a ponte, principalmente porque me identifico muito com essa parte a letra: 
"No, I don't need no help
(não, eu não preciso de ajuda)
 I can sabotage me by myself
(eu posso me sabotar sozinha)
I don't need no one else
(eu não preciso de ninguém)
I can sabotage me by myself
(eu posso me sabortar sozinha)"

*tradução livre feita por mim*

   Essas foram as minhas faixas favoritas desse lindo e incrível álbum que Paramore presenteou o mundo. Desde as melodias até as letras, nada pode ser considerado ruim. Quem amou essa nova fase pode escutar "After Laughter" no Spotify clicando bem aqui. Por favor, fiquem de olho nesses links: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Para me despedir de vocês, eu vou deixar esse print de um comentário que resume muito bem a minha opinião sobre esse álbum mais que lindo de Paramore.


   Morta de saudades eu estava de escrever posts em que eu resenho alguma coisa, principalmente uma Resenha Musical. Pois bem, dedico esse post para essa coisa que eu amo fazer que são as resenhas musicais. Demorou um tempo para esses posts voltarem porque estava sem nenhum tipo de fone, eu sei, eu sei, momentos muito muito tristes.
   Sem mais delongas, vos trago hoje o álbum de ninguém menos que Harry Styles, diga se de passagem o meu favorito da One Direction.
Bora lá conversar sobre esse hinário.
   O disco é o primeiro trabalho solo de Styles contém dez faixas com um total de zero feats. Harry é solo mesmo, sem collab. Mas o que não faltou foram colaborações nas composições, pois não há nenhuma música desse disco foi escrita 100% por Harold, todas tem pelo menos um co-autor.
   Apesar de ter uma vibe, no geral, alternativa o gênero é pop. Antes mesmo de lançar o primeiro single "Sign of the Times" e o álbum, as poucas pessoas que tiveram acesso ao trabalho já começaram a apontar as influências de grandes artistas, como: Elton John, Queen e os Beatles, sendo os responsáveis de tornar o som vindo de Harry algo digno de ser chamado de obra prima. 
   Agora vamos lá para o que interessa, vou compartilhar o que achei dessas 10 músicas. 
  • "Meet Me in the Hallway": Os violões dessa musica sao ótimos. Assim que a musica começa você sente uma vibe de misterio e ao mesmo tempo uma sensação de que está ouvindo um acústico. A voz solo de Harry ganha novas dimensões, é muito envolvente e dá para sentir a entrega dele ao cantar. A letra dessa faixa é super intensa pois fala de um relacionamento com uma pessoa que não se abre muito e Harry canta sobre como é doloroso ter que sempre ficar a espera de uma abertura. 
  • "Sign of the Times": Foi o single que marcou a volta dele as paradas de sucesso. Esta música inicialmente me chocou, pois a sua letra é de uma veracidade tangivel. Ela consegue traduzir exatamente como nos sentimos (pelo menos como eu me sinto) atualmente - sempre na eminencia de algo ruim e como se o fim de tudo estivesse próximo. Styles nessa canção consegue passar todo esse sentimento e realmente se entrega. Aqui embaixo vocês podem conferir o videoclipe dessa música que é com toda certeza um hino.
  • "Carolina": dizem as más línguas  que essa faixa foi escrita para uma fã, Townes Adair Jones (porque as Directioners são tudo agentes do FBI e da CIA), que ele viu apenas uma vez e tal menina é de um dos dois estados da Carolina lá nos EUA. A letra é leve, a melodia é bem gostosa. Sempre que ouço essa música, sinto como se ela fosse de um filme.
  • "Two Ghosts": mais uma faixa que eu não me espantaria nem um pouco se a ouvisse em um filme ou série. Gosto muito de como a sua melodia é algo que não parece novo, sabe quando você sente como se fosse algo familiar? Pois é assim que me sinto quando ouço essa música, uma mistura de "sempre te ouvi" com nossa que "guitarrinha gostosa". Eu adoraria dizer que essa é uma música específica para alguém, mas nem os fãs conseguem se decidir se é para Taylor Swift ou se é para o Louis Tomlinson. Diante de tanta indecisão fico com a resposta do Harry quando fizeram esse tipo de pergunta: "[...] self-explanatory".
  • "Sweet Creature": essa é uma música que desde que ouvi associei a Gemma, irmã de Harry. O tipo de amor que essa música me traz é um amor que não é o mesmo que um casal vive. Já li em uns lugares dizendo que a mãe dele chora com essa música, então eu realmente acho que é algo relacionado a sua família. Ah, só como curiosidade o nome da música é tirado de um fala escrita por ninguém menos que William Shakespeare em Othello.
  • "Only Angel": essa é a música que me iludiu muito, pois logo no começo tem um piano e fundo mais calmo que lembra muito a melodia de "Sign of the Times", mas do nada você escuta a voz poderosa de Harry acompanhada de uma melodia mais pesada em relação a anterior. A vibe é super influenciada pelo rock dos anos 70. Supostamente a música é sobre Kendall Jenner, agora é ela é uma das Angels da Victoria's Secret e a música fala sobre anjos então é só ligar os pontos. Curiosidade é que a primeira estrofe foram escritas por Charles Bukowski e que estão no filme Barfly, ou em português Barfly - Condenados pelo vício. Harry é muito fã desse poeta e de diversos modos o homenageia. 
  • "Kiwi": é música que demonstra a versatilidade de Styles. Com certeza é a música mais rock n roll desse álbum. O título diz Kiwi, mas não se enganem, não é sobre a fruta (como muitos acharam), não é sobre um passáro que não pode voar comum da Nova Zelandia, muito menos sobre os Neo Zelandeses (Kiwi é um termo coloquial que os gringos usam para se referirem a eles, tipo Aussie para os Australianos). A música fala sobre uma mulher (supostamente uma atriz neo zelandesa) bem bem bem bem bem rebelde pela qual ele se sentre atraido e que mesmo sabendo que ela faria de tudo para mante-lo ao seu lado (tipo dizer que está grávida dele, como o refrão da música diz), ele decide pagar para ver, ou seja, mesmo sabendo que no final ele vai acabar pagando caro por essa aventura. 
  • "Ever Since New York": aconteceu algo em NYC para mudar a vida desse menino. Sem dizer o que ou quem aconteceu, ele escreve uma música sobre o que dizem sobre ele e sobre como o que dizem não condiz com a verdade. ele passa a música toda pedindo que lhe digam algo que ele já não saiba. Mais uma vez, supostamente sobre a Taylor Swift e essa poderia ser a sua resposta final sobre esse momento de sua vida. Eu prefiro acreditar que seja sobre todas essas coisas que a mídia diz sobre os artistas, sempre buscando criar noticias quando publicam os rumores e nem sempre se preocupando em saber a veracidade dos rumores. 
  • "Woman": é a música mais sexy que desse disco. Tudo nela é muito bom e envolvente. A vibe rock mas que faz querer curtir a música com uma outra pessoa. Vou logo avisando que é sobre ciúmes, parece que Styles não sabe lidar muito com o fato da ex dele ter um cara agora porque ele ainda gosta muito dela. A intro dessa música fala sobre Netflix e foi gravada por um YouTuber chamado FrankJavCee, se você clicar aqui pode ver o Frank comentando sobre a sua aparição nessa faixa do disco. Harry disse em algumas entrevistas sobre o processo criativo desse álbum e durante esse momento ele e os componentes de banda faziam maratonas e mais maratonas de comédias românticas (é o gênero de filme favorito de Styles) em que no fim de cada filme eles tinham que escrever músicas sobre item assistido. 
  • "From the Dining Table": é uma música bem gostosinha de ouvir e tem um quê de adeus. você consegue sentir nela a despedida com um pouco de nostalgia. Esta é claramente sobre uma pessoa pela qual ele ainda tem sentimentos, mas que o relacionamento deles não vai voltar mesmo que ele queira muito ela não vai ligar pedindo desculpas (ele diz algo do tipo na letra). Ou seja, mais uma música de dor de cutuvelo. 
   Parece que o menino Harry arrasou na sua estreia não é? Pois quem gostou pode escutar o álbum no Spotify clicando bem aqui. Não esqueçam de comentar qual é a sua música favorita ou de me contar qual é o seu boy da One Direction favorito. Ah, fiquem de olho nesses links: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aquiAté o próximo post!!! 




   A RM de hoje é sobre uma banda australiana que eu até muito pouco tempo não gostava. Vou lhes introduzir a Hey Violet. 

   A banda é composta pelas irmãs Rena e Nia Lovelis com Miranda Miller e Casey Moreta que era o único boy da banda até a entrada recente Iain Shipp como o mais novo bassista. Desde 2015, são conhecidos como Hey Violet mas antes disso a banda já existia com o nome de Cherri Bomb com só 4 meninas (Rena, Nia, Miranda e Julia Pierce). 
   O EP resenhado nesse post foi lançado em Agosto de 2016, é o segundo EP lançando pela banda e tem 5 músicas. Do primeiro lançamento para esse o som deles deu uma mudada e agora são tachados como uma banda de punk-pop e pop.  
Vamos ao que interessa, ou seja, as músicas.

  • Brand New Moves: amo a sonoridade dela, sempre sinto vontade de dançar enquanto a escuto. Definitivamente gruda e sempre me vejo cantando durando o banho ou ao longo do meu dia. A letra é instigante e provocativa. O clipe também bem legal e super colorido, você pode conferir ele abaixo.
  • Fuqboi: sabe aquele garoto galinha que você conhece? E não adianta fingir que não conhece porque todo mundo conhece pelo menos um garoto galinha. Então pensa numa música que foi feita para esse tipo de menino, pois é você pode pensar agora em Fuqboi. Fuqboi é uma gíria que significa, segundo o Urban Dictionary (em uma tradução livre e resumida feita por mim, mas se você quiser ler a definição em inglês só clicar aqui.), "um irritante, pervertido, irrelevante homem que é muito fácil de identificar, [...] Ele está sempre a espreita com a sua extrema sede e por causa de seu desespero pela atenção feminina, ele está constantemente implorando por nudes e fica facilmente desapontado quando uma garota não dá na primeira noite. [...]". Pois é, a coisa é bem específica. Hey Violet fala diretamente com todos sobre esse tipo de cara através de uma estorinha/historinha com a letra da música. Outra coisa que gosto é a forma que o refrão explode, deixando bem a vista a influencia do punk no som deles. Se você quiser conferir um vídeo dessa música é só dar o play aí em baixo.
  • Pure: amo a voz de Rena nessa música. A letra é bem específica: a menina quer que o cara que ela gosta leve a pureza dela. Acho que essa pode ser uma ótima música para você mandar para seu Crush. Para mim é a música que mais chama atenção desse EP e por causa disso é a minha favorita. Já disse antes que a voz da Rena nessa música é muito linda e super gostosinha de ouvir, sem contar que lá no fundinho tem um quê de Lana Del Rey (mesmo que não seja super parecida com a voz dela, a Rena nessa música de alguma forma me lembra a voz da Lana). 
  • Brand New Moves (Stripped): é a versão acústica de Brand New Moves e nessa faixa vocês podem conferir melhor o talento vocal de Rena. É muito gostosinho ouvir essa faixa.
  • Brand New Moves (Nomekop Remix): o nome é bem explicativo. Sim, é um remix maravilhoso dessa música. Super indico para festinhas e sociais com seus amigos e a galera. 
Então é isso por hoje. Clicando aqui você pode ouvir o Brand New Moves - EP no Spotify junto com outras músicas de Hey Violet. Não deixem de dar uma passadinha no meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Até o próximo post pessoal!!! Beijocas, amorinhas!! 🌻

   Na Resenha Musical de hoje trago DNCE para vocês. A mais nova banda do ex-Jonas Brothers, Joe Jonas. Junto com Cole Whittle, JinJoo Lee (a única menina do grupo) e Jack Lawless, Joe formou a banda no ano de 2015. 
   O primeiro single deles foi a música "Cake by the Ocean" e a tal fez muito sucesso atingindo as paradas de sucesso super rápido. Não demorou para a banda lançar o seu primeiro EP que se chama "Swaay" com quatro faixas que podem ser encontradas no disco que eu resenho hoje.
   DNCE foi lançado em novembro de 2016, com duas versões a explícita e a clean, ambas as versões tem 14 músicas, contando com somente um feat.
   Agora vamos as faixas que eu destaco.

  • DNCE - é a primeira música do disco. Acredito que essa é a faixa que realmente mostra o objetivo do grupo. É dançante e divertida, realmente passando essa mensagem com a letra.
  • Cake by the Ocean - é um single que todo nós já conhecemos porque foi a música da banda que mais explodiu. Tem um duplo sentido bem escondido e tem uma pegada bem divertida.
  • Toothbrush - outra música que tem uma vibe para cima. A banda chamou a modelo Ashley Graham para ser a musa de Joe Jonas no clipe da música. Gosto de pensar que a mensagem dessa música é algo bem moderno, porque fala sobre os relacionamentos atuais e sobre as dinâmicas que casais passam. Aqui em baixo você pode conferir o vídeo dessa música.
  • Blown (feat. Kent Jones) - o que me atrai nessa canção é a sua melodia. Acho bem para cima e o rap de Kent Jones só realça isso. Sem contar que ela tem uma coisa que me lembra filme de comédia e algo de comercial também. Simplesmente adorei ela.
  • Good Day - é canção perfeita para quem quer a vida good vibes. Juro que até agora não sei de nenhuma música mais de bem com a vida que essa. Olha que tem até citação de momentos ruins mas é como a música diz: "Today is gonna be a good day, don't care what anybody else say". 
  • Almost - uma balada romântica sem ser romântica. Almost é uma ode ao que um relacionamento poderia ser, sobre como você QUASE deu certo com aquela pessoa que você gostava.
  • Truthfully - mais uma música que tem tudo para ser romântica, mas não se engane. Não, ela não é nada disso. Esta faixa aborda aquele amor injusto. Sabe quando você gosta mais do seu parceiro do que ele gosta de você? Pois é, eu não sei, mas alguém deve saber. E quem sabe como é isso vai se reconhecer nessa música. 
  • Zoom - amo a vibe praia da melodia dessa música. Ela me dá vontade de dar uma volta de bike e ao mesmo tempo ir à praia. A música tem esse sentimento estampado até na letra. Zoom é sobre alguém que quer realizar todos os seus sonhos de viagem. Eu sou o tipo de pessoa que amaria ver um clipe dessa música com Joe e o pessoal da banda correndo de aeroporto em aeroporto e com várias cenas gravadas em cidades diferentes, mas já me conformei com essa utopia que só vai acontecer na minha cabeça.
   Espero que vocês tenham curtido o som da DNCE assim como eu. Definitivamente vai tocar muita música deles nas minhas festas. Comente a sua música favorita do disco! Ops... quase me esqueci, se você clicar aqui pode ouvir um stream do álbum resenhado e clicando aqui pode conferir o stream do EP deles, o Swaay.
   Até o próximo post. Divirta-se com o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. É isso gente!! Beijocas, amores!!! x


   Em um dia totalmente atípico eu parei pra ouvir esse álbum. Dia atípico por quê? Levei meu celular pra academia e isso não é um costume meu. Eu não gosto de malhar com o celular perto, ainda mais quando tem WiFi lá e vejo muitas pessoas malhando de qualquer jeito só para conseguir tirar uma foto meio suadinha com aquelas legendas "#focoforçafé #agoravai #projetoverão". Simplesmente detesto, acho o cúmulo do dinheiro gasto. Por conta do improviso que houve acabei pondo os fones de ouvido e dando uma chance ao novo disco do Bruno Mars. 
   Posso dizer que surpresa é o minimo que fiquei, e olha que não foi por duvidar do trabalho de Mars, pelo contrário, por conhecer a sua fama no longo ramo musical que ele surpreendeu-me. Dessa vez com um disco curto (só 9 faixas, eu quase chamo de EP), ele volta com muito swag e melodias dançantes.

   Agora vamos resenhar sobre o disco todo, porque 9 faixas é muito pouco para se escolher uma favorita.
  • 24K Magic - de cara se tornou um hit e foi o responsável pela a boa impressão que a volta de Mars fez. É um hit contagiante e que com toda certeza em algum ponto faz você dançar. O clipe não poderia deixar de ser algo novo já que tem muita ostentação e de certa maneira se conecta com a proposta de Uptown Funk. aqui em baixo tem o vídeo e você pode ver se não tem a vibe ostentação forte.
  • Chunky - tem uma batida super boa que lembra músicas de discoteca em alguns momentos. É cheia de referências do mundo fashion e cheio de afirmações sobre o tipo de garota que ele quer.
  • Perm - Perm é uma referência à um tipo de procedimento capilar que fazia muito sucesso por volta dos Anos 70-80, que é a escova permanente. Pelo o que eu consegui captar da música, ela fala, de uma certa maneira e em algum momento, em como deixar umas atitudes permanentemente na sua vida.
  • That's What I Like - gosto muito dessa música, sem nenhum motivo em especial, apenas gosto da vibe boa que ela passa.
  • Versage On The Floor - é uma música bem romaticazinha, bem casalzinho e com uma leve insinuação sobre o que vão fazer quando o vestido da Versage (que é uma marca super famosa de roupas) estiver no chão.
  • Straight Up & Down - mais uma música casalzinho, mas essa tem uma conotação mais sexual.
  • Calling All My Lovelies - é uma das minhas favoritas por conta da melodia e dos vocais dessa música, realmente me conquistaram.
  • Finesse - o que gosto mesmo dessa é o refrão, eu acho que ele realmente gruda.
  • Too Good To Say Goodbye - essa é a música que mais se parece com as que Mars já lançou previamente e por ser última música do disco, sempre que ouço me vejo pulando ela porque não gostei dela.
  Chegamos ao fim de mais uma resenha. Espero que tenham gostado. Como de costume se você clicar aqui vai cair no stream do Spotify desse álbum. 
 Por essa sexta é só isso. Fiquem com esses links para se ocupar até a próxima sexta: o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr.


   Pessoal, eu estava com saudades de uma boa resenha musical e por isso cá estou eu. O álbum escolhido foi Illuminate do Shawn Mendes. Para quem não tem ideia de quem ele é, eu vos apresento.

   Shawn Mendes começou a ter visibilidade na sua carreira musical através das redes sociais, principalmente o extinto Vine. Ele postava vídeos de covers como vários artistas fazem no YouTube. Depois de ter feito um contrato com a sua atual gravadora ele passou a ser mais reconhecido pela industria musical.
   Illuminate é o segundo álbum (o primeiro foi Handwritten) e, na minha opinião cheio momentos em que você pode perceber quem são os grandes influenciadores na vida musical dele, e eles são: John Meyer, Bruno Mars, Garth Brooks, Justin Timberlake e Led Zeppelin.
   A resenha é sobre o Illuminate (Deluxe) e esse disco tem 15 faixas, sendo a décima quinta a versão acústica de Mercy. Os grandes hits desse disco são Mercy e Treat You Better que todo mundo conhece (é sério, até minha mãe quer saber o essas duas músicas dizem). Ah, antes que esqueça durante todo o álbum vocês não vão ver feats. Parece que Shawn não é muito fã de parcerias, exceto "I Know What You Did Last Summer" com a ex-Fifth Harmony, Camila Cabello.
  Agora vamos as faixas que eu mais gostei desse álbum.
  • Ruin - é a primeira faixa do disco. O que me fez escolher essa música foi justamente sua familiaridade com outra faixa do álbum, "Don't Be A Fool". Em ambas as músicas,  influência de John Meyer no som dele é muito visível. 
  • Mercy - não tinha como deixar de fora essa música. Mercy é muito sentimental e com certeza é uma música que é para dor de cotovelo. Shawn foi arrasado quando ele teve inspiração para essas letras.
  • Treat You Better - essa eu considero como uma música de desesperado. A música é linda na voz de Mendes, mas isso não tira o tom de desespero dele quando a canta. É claro que ele tem cantar assim para passar a mensagem de que ele é melhor que o outro carinha que a menina que ele quer está, mas mesmo assim, acho que de tanto tocar ela já perdeu a graça. Uma dica: é ótima para cantar no chuveiro. 
  • Like This - é sobre rejeição, mas também é sobre não conseguir fugir do que sente. Pelo o que essa música diz, ele aceita o que sente e prefere se entregar ao sentimento e não lutar mais contra a isso.
  • Lights On - sem dúvida uma das minhas favoritas. Lights On me conquistou pela sua sutilidade. Shawn Mendes nessa música conseguiu ser sexy sem ser vulgar. A letra dessa música é forte mas muito delicada, ele certamente tratou de um assunto meio tabu que fazer sexo de luzes acesas. Tem toda uma discussão sobre esse tema, mas o importante é o que essa música passa. Nela Mendes declarou preferir amar sua mulher de luzes acesas pois quer ver cada pedaço dela. Bom, se isso não é ser direto eu não sei o que é. 
  • Honest - essa é mais uma música onde a influência de John Meyer é visível. O que mais gosto dela é o fato dela falar sobre ele ser honesto com a menina em relação ao que ele sente. É muito difícil ver meninos cantando sobre isso. Na verdade, é complicado ver eles sendo isso com as meninas, cantar é fácil. 
  • Patience - mais uma favorita minha. Paciência é tudo que Shawn não quer perder nessa música. Ele está com uma menina que é volúvel e não consegue se decidir em como agir com ele. É como se ele desse uma última chance dela se resolver porque está perdendo a paciência com esse joguinho. 
  • Understand - favorita de todas. Amo o discurso que tem no meio dessa música. É sobre você querer entender quem você é, sobre como sempre nos questionamos e buscamos ter certeza de quem nós somos. Definitivamente é a faixa mais tocante de todas. 
   Isso tudo foi o que eu destaquei do álbum. Deixe um comentário sobre qual foi a sua música favorita. Ah, se você clicar aqui vai ser direcionado ao stream do álbum no Spotify e como faço sempre todas as músicas citadas ao longo do post tem seus links. 
   Por essa sexta-feira é só. Para matar a saudades de mim é ir no meu Instagram e no Instagram do blogTwitter, meu canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas, amorecos. x 

   Last.fm é um site que tem como conceito principal a ideia de um rádio online. Se ele tivesse que ter uma nacionalidade, seria a do Reino Unido e seu ano de nascimento é 2002.

   Estou utilizando esse site desde 2012 e ele é maravilhoso! Particularmente o que me atrai é o serviço de scrobble de música que eles fazem. Antes de conhecer eles, eu vivia me perguntando quem era o artista que eu mais ouvia, qual era música que eu mais ouvia, mas depois de conhecer eles todas essas dúvidas sumiram.

   Os principais recursos do Last.fm são:

  1. Scrobbling: que é quando o Last.fm informa qual música você está ouvindo, quantas vezes você já ouviu aquela música e ao artista. "O scrobbling nos ajuda a saber quais músicas você ouve com mais frequência, de quais músicas você gosta mais, quantas vezes você ouviu um artista em um período específico de tempo, quais de seus amigos têm gostos musicais parecidos." Atualmente, é possível fazer o scrobble por apps e plugins oficiais e ele capita as informações de vários reprodutores de música, como o Spotify, YouTube, iTunes, Play Música, dentre outros players.
  2. Recomendações: o site fornece recomendações de artistas e músicas novas baseadas no que você ouve e também levando em conta o gosto musical similar de outros usuários. "A página faz uma lista das músicas que foram diretamente recomendadas ao usuários e grupos dos quais ele faz parte, blogs, e outros usuários que têm ouvido músicas parecidas recentemente. Há também uma rádio feita com músicas recomendadas que tocam músicas especialmente filtradas baseadas no que o usuário ouviu durante a semana. Os perfis dos usuários tem um Taste-o-meter que fornece um ranking da sua compatibilidade musical com a de outros usuários."
  3. Tags: através das tags você descobre mais artistas do mesmo gênero, pode navegar em locais voltados para o tema escolhido, além disso as tags ajudam a organizar e facilitam a vida dos visitantes. É um recurso que existe de 2005, ou seja, é bem antigo nos conceitos do site.
  4. Eventos: é algo que vem desde 2006 e procura os shows/eventos/apresentações dos artistas que você ouve localizados próximos ao usuário.
   Para se beneficiar dos recursos do web site tem que fazer cadastro, com perfis gratuitos e pagos (os pagos só não tem anúncios, podem saber quem visitou o perfil e viram testadores de versões beta do site e aplicativo). 

   No próprio site tem indicações para todas as outras formas de utilizar o serviço. Aplicativos (para iOS e Android) e plugins (para os mais diversos sistemas operacionais) podem ser facilmente encontrados. Aqui em baixo vocês podem conferir como é a aparência do aplicativo para Android e do plugin para computador, respectivamente.

Essa é uma das áreas do aplicativo. Aqui
você visualiza as músicas mais tocadas.
Essa é uma foto do plugin Last.fm para Windows
no computador.

   Para terminar com chave de ouro, aqui segue o link do Last.fm para quem quiser conhecer mais sobre todo o site e se você clicar aqui ou aqui pode ter acesso ao link de download do aplicativo para Android e iOS, respectivamente.

   Por essa sexta é só isso, mas até o próximo post você pode me seguir no InstagramTwitterYouTube e ler a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas chuchus!!! x

 No post de hoje venho enaltecer o trabalho musical dessa banda maravilhosa: BΔSTILLE (Bastille)Eu até mesmo arriscaria dizer que é uma das minhas bandas favoritas e quem me conhece sabe que eu não tenho muitas coisas como favoritas. 

   Wild World é o disco mais recente da banda. Ele contém 19 músicas e todas autorais. De acordo com o iTunes, é música alternativa e sou obrigada a concordar porque é alternativo mesmo. 
   Antes da resenha em si, gostaria de ressaltar que a minha paixão por BΔSTILLE surgiu quando eu esbarrei no videoclipe da primeira música deles que escutei em 2013. Flaws me surpreendeu e me cativou de uma maneira que não pude deixar a banda de lado. O que me faz amar BΔSTILLE são as suas letras. Toda música deles me faz refletir em tudo que tenho, no que sinto e até mesmo na vida como um todo. 
   Agora que já contei sobre como me apaixonei pela banda posso dividir o que penso sobre cada faixa do álbum.
   Assim como tudo o que os artistas fazem é superimportante entender as referências e (quase) toda letra de música dessa banda, em especial, tem alguma referência e é incrível que eles têm um jeito de fazer isso naturalmente. Como disse antes, todas as músicas são autorais e nesse álbum as ideias de Dan Smith, um dos membros da banda, estavam afiadas.
   O disco anterior, lançado em 2013, intitulado Bad Blood tinha uma vibe mais dark e pesada. Tinha algo que sempre ficava no fundo da nossa mente, pelo menos para mim. É repleto de músicas marcantes e é bem difícil ter que dizer qual é minha música favorita desse disco. Já no Wild World não é tão diferente, ainda não posso escolher minha música favorita, mas o disco tem uma levada totalmente diferente. Não diria que é mais feliz que o anterior, porém tem músicas mais agitadas e, de certo modo, animadas que às vezes podem encobrir letras profundas. Mas é o que dizem: para bom entendedor, meia palavra basta.
   Então vamos as músicas que eu destaco desse álbum. Lembrando que eu tenho muita dificuldade de escolher músicas dessa banda.

  • An Act of Kindness: é bem reflexiva e fala sobre atos de bondade. Ela começa bem misteriosa e depois ganha mais ritmo no refrão. A letra reflete muito sobre esses atos de bondade que acontecem, em como eles são raros, como essas ações marcam a vida de uma pessoa. A letra é tão profunda que inclusive mostra como a pessoa que presenciou/vivenciou tal ato se sentiu durante o momento. 
  • Snakes: uma das melhores músicas desse disco. Ela traz uma situação bem comum entre nós meros mortais. Na letra há a famosa dicotomia entre nossas preocupações/responsabilidades e a nossa vontade de resolver tudo (vontade que ás vezes chega ser menos zero). Outra coisa que amo é a forma com que é personificado tudo o que nos preocupa usando as cobras (snakes, né?), não acredito que lá na Europa exista a famosa frase "se fosse uma cobra te mordia" para se referir a algo que está tão próximo de nós que não percebemos, exatamente assim que essa música trata os problemas, como algo tão perto que pode nos machucar. A melhor parte da letra é o refrão (essa parte fez com que eu me sentisse mais humana ainda e muito feliz por ter gente que também sente como eu quando tem que encarar algo na vida).
  • Way Beyond: traz a luz a questão do uso excessivo de tecnologia e da cultura blasé que as cidades trazem consigo. A sua melodia é super para cima, mas a sua letra dá recados importantes como por exemplo refrão quando diz: "it only matters if we care now, if you're way beyond that, then I'm gonna dust you off of my shoulders" (Isso só importa se nós nos importamos agora, se você está muito além disso, então eu não vou mais me importar com você). Uma das músicas que mais me viciou desse disco.
  • The Currents: na minha humilde opinião é uma das músicas mais atuais que alguém poderia escrever, porque fala exatamente sobre os vários episódios que a cultura do ódio tem produzido, sobre como existem pessoas que não estão dispostas a ouvir as outras e a entender o ponto de vista delas sobre um determinado assunto, sobre como tem falta de empatia. Só que não é tão direto assim, a música usa o discurso de ódio que muitas pessoas têm feito sobre os mais variados assuntos para ilustrar como a visão deles afeta as outras pessoas. 
  • Warmth: essa é a música da sorte do álbum, porque é dela que vem o nome do disco. Warmth é sobre o sentimento de segurança que a cidade nos tira, sobre nunca nos sentirmos acolhidos. A ideia de que o mundo é selvagem é exatamente perfeita porque no fim das contas é isso aí mesmo, o mundo é selvagem, frio e perigoso. Essa música expressa o que um abraço pode passar, o que a segurança que estar nos braços de alguém que você considera importante pode nos trazer.
  • Lethargy: em bom português a música se chama letargia, que pode ser dita, segundo esse link, como "desânimo; ausência de ânimo; excesso de preguiça". Essa é uma música com melodia super good vibes mas como sempre a letra toca num ponto que não paramos para pensar bem: o ânimo para realizar atividades. Eu posso afirmar que tenho sérios problemas de ânimo (quase sempre é falta dele mesmo) para cumprir as tarefas no decorrer do dia. Essa música toca nesse ponto e é ela dá a sensação de que é tudo muito corrido, rápido e sobre como sempre queremos não nos preocupar com tudo em todas as horas.

'Cause it's easier to bury   (Pois é mais fácil enterrar)
My head in the sand sometimes   (Minha cabeça na areia, às vezes) 
 Yes, it's easier to bury   (Sim, é mais fácil enterrar)
My head in the sand sometimes   (Minha cabeça na areia, às vezes)
And I know, I know, I know   (E eu sei, eu sei, eu sei)
It's not the right way to go   (Que não é o caminho certo a seguir)
But I pray for the ground to swallow me whole   (Mas eu rezo para que o chão me engula inteiro)
        Perceberam do que estou falando?


   O disco deluxe tem dezenove músicas e essas foram apenas as que mais me conquistaram, as que não tinha como não tirar do replay e passar um segundo sem cantar um pedaço delas (minha amiga Ana - beijo Ana <3 - que o diga, porque passei uma prova inteira cantando isso no ouvido dela). 

  Como o post está chegando ao fim vou deixar vocês livres para ouvirem o álbum e depois comentar o que acharam dele. Ouça o Wild World (Complete Editition) e ouça o Bad Blood - primeiro álbum da banda - no Spotify. Como sempre tem links em todos os nomes de músicas que eu citei.

  Por hoje é tudo o que eu tenho a mostrar. Para se entreterem até o próximo post é so me seguir no InstagramTwitterYouTube e ler a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas chuchus!!! x

Finalmente, mais uma RM. Desta vez trago Tom Odell.
E quem seria Tom Odell? Ele é um britânico que faz música desde muito jovem. Aos 21 anos lançou o seu primeiro EP em um contrato com a Columbia Records. E ele tem como suas influências Elton John, Bob Dylan e Leonard Cohen e por conta disso suas letras são cruas e emocionais sendo comparadas com o estilo de Jeff Buckley. E ele não surge do nada, sua carreira na música passa pelo Instituto de Música Moderna de Brighton (Brighton Institute of Modern Music) e acredito que esses estudos lá são um dos vários motivos pelos quais lhe renderam diversos prêmios.

O álbum Wrong Crowd é de junho de 2016 e é classificado, pelo iTunes, como um álbum dos gêneros: alternativo, rock e indie rock. Contendo 15 faixas e nenhum feat, Tom Odell nos apresenta a sua "Turma Errada" (traduzido livremente por mim).

Vamos ao que interessa, ou seja, os destaques desse disco.


  • "Wrong Crowd": essa música tem um quê de rebeldia. Trata de como alguém sempre anda com a turma errada sem saber o porquê e sem poder se impedir de fazer isso. 
  • "Magnetised": é sobre um "amor" impossível. Ele gosta dela, mas ela nem liga para ele. Odell aborda essa relação como uma atração, por isso o nome magnetised (traduzido livremente como magnetisado), como se fosse tudo uma questão de polos opostos, como um imã.
  • "Concrete": tem uma pega bem sexy (na minha opinião). Gosto de como ele enfatiza que não precisa de muito para estar com a sua amada.
  • "Still Getting Used to Being on My Own": tem uma vibe que me lembra blues e jazz. Essa fala sobre a recém separação de um casal, sobre como ele ainda está se acostumando a ficar sozinho e faz de tudo para tentar fingir uma rotina em que não transpareça que agora está sozinho.
  • "Jealousy": no começo, me passou uma ideia de que era uma música sobre dias ruins e meio sobre bad. Na verdade, se trata de uma canção sobre o ciúme. Ele conta como esse sentimento estragou seu dia e o momento que ele vive.
  • "Here I Am": é a música mais dançante de todas. Pela melodia, você pensa que é uma música alegre, mas não é bem assim. Transparece um fim de relacionamento, o qual é impossível resistir a vontade de voltar a ver a/o ex. O que me faz gostar dela é a melodia que é alegre.
Como sempre todas as músicas tem o link e se você clicar aqui vai sair direto no stream do álbum dessa resenha no Spotify. E já que estou me despedindo por hoje, até o próximo post você pode me seguir no Instagram, TwitterYouTube (tem vlog nas Paralímpiadas) e ler minha fanfic no Wattpad e na versão interativa (só você clicar no nome de cada rede). Beijocas!!! :)