A Resenha Musical de hoje é sobre o disco "The Click" da banda (mais um trio e não é intencional, eu juro) AJR. Não ache que estou louca só por postar a terceira resenha em um único mês, mas é que estou tentando homenagear o Rock in Rio de alguma forma, então se você quiser ler a primeira resenha e a segunda resenha é só clicar nos links.
 AJR é uma banda nova iorquina formada por Adam, Jack e Ryan Met, todos irmãos, que emprestaram as primeiras letras de seus nomes para compor o nome oficial da banda. Então o estilo de música que eles produzem é indie pop, electro e DIY indie-pop. Começaram a produzir seu som de forma bastante artesanal e quase sempre utilizando a sala de estar da casa deles para gravar as músicas. A vida deles mudou quando Ryan twittou o link de um vídeo deles para, cerca de, 80 celebridades. Sia notou a banda e os apresentou para as pessoas certas, o que levou banda a se tornar muito mais conhecida.
 Agora vamos ao que realmente interessa, ou seja, vamos falar sobre "The Click".
 "The Click" é um disco que possui 13 músicas das quais a faixa 4, "Sober Up", é um feat com Rivers Cuomo. De modo geral, as letras são crônicas sobre amadurecimento e me arrisco a dizer que são divertidas também. A sonoridade que eles buscaram imprimir no disco deixa as letras muito mais leves do que elas realmente são.
 Sem mais delongas vou anunciar as minhas trilhas favoritas do álbum.

  • "The Good Part": o violino introdutório é algo que não é esperado, mas assim que batida começa você fica preso na sua própria curiosidade para descobrir no que essa música vai dar. Olha, eu digo que não fico desapontada em nada nessa faixa porque, na minha humilde opinião, eles reuniram o melhor do clássico com o eletrônico. A letra é uma obra prima mesmo e fala sobre como desejamos pular logo para parte boa da nossa vida. Isso me lembra aquele filme Click com Adam Sandler, onde ele tem um controle e sempre pula para os melhores momentos da sua vida.
  • "Weak": essa música é perfeita para quem se acha um fracote. Sabe quando a gente se sente fraco e acha que está cometendo erros atrás de erros? Pois é, essa música é para você que se sente dessa forma. A própria banda afirma que a música trata sobre você se entregar as suas tentações, mas sempre se manter firme e forte. Acho que eles conseguem passar isso de uma forma bem gostosa, pois a música gruda bem e tem uma melodia bem interessante com bastante elementos eletrônicos. Outra coisa que gosto muito dessa música é o seu clipe, adoro o visual que ele tem. Você pode curtir o vídeo logo abaixo.

  • "Drama": esta é a quinta faixa do disco. A música trata sobre os problemas superficiais que nós preferimos dar atenção quando existe uma grande quantidade de problemas reais que poderíamos estar nós preocupando de verdade. A melodia é incrível e a letra definitivamente é algo que podemos usar para refletir sobre as nossas próprias vidas. 
  • "Turning Out": com toda certeza essa é a minha trilha favorita. É uma música lenta e creio que seja a única porque todo o disco é bem dançante. A letra é sobre percepção do que é amor/amar e sobre amadurecimento. Uma das coisas que mais gosto do que música diz é sobre como a Disney (não somente a Disney, mas isso foi para dar um nome a um desses elementos) nos influência na forma como moldamos nossa forma de ver e, até mesmo, de idealizar nossas relações ao longo de nossa formação como pessoas.
  • "Netflix Trip": essa faixa é muito interessante porque o tempo todo a sua letra se conecta com acontecimentos da série "The Office". Os irmãos usam essa série para fazer algumas comparações com acontecimentos da vida deles. Aquele momento em que você se identifica com uma série tão forte que vê a sua vida em tudo dela. A melodia da faixa deixa bem claro que eles tem sim a veia indie forte, mas obviamente sem jogar para escanteio todos os outros elementos eletrônicos e outros instrumentos que eles usam. Essa letra tem uma frase muito impactante que sempre sempre me faz pensar em toda a minha vida, que é: "Who am I to tell me who I am?" que é traduzida livremente por mim como "Quem sou eu para dizer a mim mesmo quem eu sou?". Muito forte, né?
  • "Come Hang Out": ela é bem diferente e fala sobre como sempre estamos atarefados demais com todas as coisas que nos obrigam a levar uma vida adulta ou simplesmente tudo o que perdemos quando estamos lutando para viver um sonho. É para parecer com um chamado de um amigo para sair e sempre estar junto em algum momento. Gosto muito de como ela, sutilmente, sempre me traz de volta para realidade. 
 Bom é tudo o que eu tenho para comentar sobre esse disco que você pode fazer o stream completo dele no Spotify clicando bem aqui. Se quiser saber mais sobre a banda é só clicar aqui e você será redirecionado ao site oficial deles onde você pode mergulhar no universo musical desses três irmãos.

 Você já sabe o que fazer para passar o tempo até o próximo post, né? É só ficar de olho no meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas, amorinha! 🌻

 A segunda resenha do mês vai para LANY. Se você perdeu a primeira resenha do mês é só clicar aqui para ler sobre o disco do Hey Violet. E se você não está entendendo nada sobre essa overdose de RMs é tudo culpa do Rock in Rio e da minha vontade de tentar homenagear o evento. 
 Essa resenha se trata sobre a banda, que é um trio na verdade, LANY, cujo o nome significa apenas uma conexão ponte aérea entre LA (Los Angeles) e NY (New York). O estilo dela pode ser descrito como alternativo, electro pop, dream pop e indie pop. Os integrantes são Paul Klein (vocalista, teclado e violão/guitarra), Jake Goss (baterista e toca Roland SPD-SX) e Les Priest (teclado, segunda voz e guitarra). 
 "LANY" é o primeiro álbum deles depois que assinaram com a gravadora Polydor Records. A realidade é que eles estão no mercado musical desde ano só que deram o início a suas carreiras através de redes sociais e outras mídias que não fossem diretamente o YouTube e com isso despontaram pelo gênero alternativo dentro do universo musical que o Soundcloud proporciona. Eu mesma os conheci no Soundcloud (quem quiser dar um alô para mim lá é só clicar aqui). 
 Já que esse é mais uma RM que estou introduzindo o artista para você aqui embaixo tem uma foto deles e também o link para você acompanhá-los (caso gostem deles).

Les Priest, de preto, Jake Goss no fundo de branco e Paul Klein com a blusa estampada.

Redes Sociais da banda
Instagram | Twitter | Soundcloud | Site Oficial | Canal no YouTube 

 Agora que já os apresentei à você, posso finalmente comentar o que achei desse disco. O CD tem 16 faixas das quais eu só vou destacar as que mais gostei. O motivo disso é que depois de ter ouvido tudo o que eles lançaram, eu realmente prefiro boa parte (quiçá todas) das músicas dos EPs lançados entre 2015 e 2016, o "I Loved You.", "Make Out" e "kinda", respectivamente. 
 Enfim, acredito ter escrito o suficiente e aqui está o meu parecer sobre as faixas que mais me identifiquei.

  • "Dumb Stuff": é uma música que é super rápida, mas nem por isso é menos boa. Acho a letra fofa e a melodia dela dá o tom das próximas canções do disco. 
  • "The Breakup": é gostosa de ouvir. Fala sobre relacionamentos, mais precisamente sobre o termino desses relacionamentos. Paul Klein faz uma reflexão sobre como ele se sentiu aliviado ao terminar de escrever essa música, pois ele realmente colocou seus sentimentos para fora, como em um desabafo.
  • "Super Far": algo na letra dela me lembra relacionamentos à distância ou sobre como um relacionamento real chegou ao ponto de se parecer com um relacionamento à distância. Uma das coisas que mais gosto é a batida e os vocais de fundo. No final do mês passado eles lançaram um vídeo sobre essa música, não é o clipe, mas é bem legal o visual sobre a vida e show deles na turnê atual. Assistam aqui embaixo.

  • "Flowers On The Floor": gosto muito do pré-refrão e a letra é sobre esse relacionamento tóxico onde mais uma vez a garota despreza todos os esforços do cara para tentar continuar juntos. A melodia me cansa um pouco, no sentido de que me enjoa rápido, mas é legal de ouvir.
  • "Parents": sem dúvidas uma das coisas mais fofas que tem nesse disco. Não é uma música, mas sim uma mensagem de voz da mãe, Susan Goss, de Jake Goss sobre uma tattoo que o seu filho fez em homenagem aos pais. O desenho é mostrado na foto abaixo. O que mais gosto dessa foto e faixa é a veracidade do sentimento entre eles, o amor que eles sentem um pelo outro é quase palpável e é muito genuíno. 
  • "ILYSB": é o grande hit deles, quer dizer, todo mundo que conhece LANY, os conhece por conta dessa música. A letra é bem simples mas tem grande sentimento e você percebe desde algumas faixas anteriores que eles não são muito de amor fofo não. Eles preferem retratar (nessa e em outras músicas) a dor de amar alguém, mas nunca com aquela coisa de "dói amar e eu não quero isso nunca", é mais voltado para "dói amar mas vale apena aguentar essa dor". Eu colocaria o clipe oficial aqui, mas acho ele muito assustador (só porque eles quiseram fugir do cliché que a letra induziria o vídeo a ser) e também prefiro o vídeo da música dessa perfomance deles. 

  • "13": a batida é boa mas eu, até agora porque sempre pode-se mudar de ideia sobre algo, acho que tem uma vibe de dor de cotovelo. O título da música faz alusão ao dia que eles escreveram e gravaram a canção. 
  • "Hurts": creio que seja uma das melhores letras desse disco. Adoro o refrão. A mensagem que a música traz sobre todo esse ciclo de "amor e desamor" que as pessoas passam é o que mais reflete o real significado de: "The more you love, the more it hurts" (quanto mais você ama, mais isso dói). 
  • "Good Girls": a música tem uma vibe de balada. A letra é bem coração partido, mas adoro como tudo casa. O clipe dessa música tem uma conexão com o clipe da música "ILYSB" mas é bem no finalzinho que a gente descobre isso. Sem contar que eu fiquei extremamente cansada só de ver o Paul Klein passar o clipe todo andando atrás da menina que ele gosta. Dá uma olhada no vídeo abaixo e vê se eu não estou certa.
  • "Purple Teeth": a única coisa que eu gosto dessa música é o refrão sempre escuto esperando o refrão chegar porque, na minha opinião, é a melhor coisa que aconteceu para essa faixa. A letra é sobre a inconsistência de um relacionamento e sobre o quão instável essa linha que liga duas pessoas é.
  • "So, Soo Pretty": é um instrumental lindo e que te surpreende porque aparece praticamente no fim do álbum.
  • "It Was Love": essa música é uma reflexão e lembrança sobre os relacionamentos amorosos que vivemos na adolescência. 
 Espero que você tenha curtido LANY tanto quanto eu curti falar sobre eles. Se você quiser continuar ouvindo a banda é só clicar aqui para fazer o stream do álbum no Spotify.
 Por essa sexta é só isso que temos para conversar, mas você pode me perturbar por mais posts e/ou acompanhar a minha vida fuxicando: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas! 🌻

 O último post do Especial Bienal do Livro é uma grande ajuda para você passar pela experiência da Bienal da melhor maneira possível. Nada mais justo e melhor do que alguém que vai em Bienais desde os 3 anos de idade para dar umas dicas, não é? 
 Antes d'eu dar as diquinhas em si, deixa eu situar você que pode ter caído de paraquedas nesse post. Como a Bienal do Livro começa dia 31 desse mês, o blog está fazendo um Especial Bienal do Livro, onde todos os posts desse mês são voltados para o evento e o universo dos livros. Caso tenha perdido algum post, você pode conferir a: Parte 1, Parte 2 e Parte 3
 Então como eu ia falando, resolvi dar umas dicas de como ir à Bienal sem neura nenhuma. Já que tenho alguma, leia-se muita, experiência, por que não compartilhar?
 Sem mais delongas, vamos lá, pegue papel e caneta ou abra o bloco de notas de um dispositivo eletrônico e anote as dicas. 

  • Tenha uma lista de livros - Procure anotar os dados principais dos livros que você quer comprar. É super essencial saber pelo menos o nome do livro, o autor e a editora. Eu, pessoalmente, vou um pouco além disso, ponho ordem de prioridade caso tenha que completar alguma coleção, ordem alfabética de autores, e etc. Não se preocupe, pois eu já ensinei a fazer uma lista dessas na Parte 2 do Especial Bienal do Livro, então é só você clicar aqui para ler sobre como montar uma lista dessas. Os meus amigos mais próximos sabem que eu sou uma pessoa que é super devoradora de livros, por isso sempre tenho um Everest de livros para ler ou que quero ler então vivo com listinhas dessas prontas.
  • Pesquise os preços do livros - Sua lista não foi feita para nada. Então pegue-a e faça uma consulta de preços pelos sites que você está acostumado a comprar e/ou use um site de busca e comparação de preços para descobrir o máximo e o mínimo que estão cobrando por um livro de sua lista. Isso ajuda muito no próximo item.
  • Junte grana - Se você é mais descontrolado quando o assunto é dinheiro, é uma boa ideia juntar. Afinal de contas, nem sempre alguém tem como bancar todas as comprinhas por lá. É claro que uma parte do money para as minhas compras vem da conta bancária da minha mamãe, mas isso não significa que eu não junte dinheiro, ou pelo menos tente juntar. Os livros lá não são muito baratos não, quer dizer, não tem tanta diferença de preço. Às vezes tem, mas isso é algo que depende muito do livro que você quer. E também existem descontos progressivos (um livro 5%, dois livros 10% e assim por diante), ou descontos para quem compra com cartão e/ou a vista. Mesmo assim é bom ir preparado. Tá, eu sei que dei essa dica meio encima da hora, então pode ir pedir grana para todos os seus parentes como presente de alguma data comemorativa. 
  • Informe-se - Procure estar por dentro da Bienal. Saber datas, horários, localizações e preços é super importante. Eu sempre entro no site da Bienal desde janeiro quando é ano do evento aqui no Rio. Sou exagerada, mas saber quanto custa os ingressos, como faz pra chegar ao local e que horas abre e fecha é, literalmente, o mínimo. Quanto mais informações melhor, assim você tem mais oportunidade de escolher qual dia ir ao evento e descobrir como encontrar seu autor favorito. Por isso eu já abri o especial do mês com um post cheio de informações sobre o evento, é só clicar aqui para ler tudo. 
  • Programe-se - Esse é o único dia do ano que me rendo a monótona rotina. Eu programo tudo, desde a hora para dormir até o que vou comer. Criar uma programação ou algum tipo de rotina ajuda a criar uma disciplina durante o evento, o que te possibilita aproveitar o máximo de tudo. Só tente não ser tão tão tão rigoroso, apenas pense em um modo de se organizar para curtir o dia lá. 😉
  • Estoque paciência - É um evento muito muito grande com um monte de coisas incríveis para ver e fazer, por isso atrai multidões. Ter paciência é o segredo do sucesso. Se você se irrita com filas e demora, nem pense em ir. Sim, as editoras/lojas/marcas mais famosas lotam seus estandes, nada mais óbvio que uma fila básica para entrar ou pagar algo. Então, seja paciente porque vai precisar. E como vai precisar da queridinha paciência.
  • Faça um intensivo de musculação - Você vai chegar lá de mãos abanando, mas vai sair cheio de sacolas. Livro não é leve não, meus amigos. Malhar os braços é lá mesmo, as pernas também, pois o evento acontece no Riocentro e lá é gigante, logo você com certeza vai andar muito atrás de seus itens de desejados. 
  • Vença uma prova de resistência do BBB - É super difícil você esquecer que está com fome, sede, frio/calor ou dor. As provas de resistência do BBB são perfeitas para trabalhar esse lado, já que você passará um bom tempo em filas e escolhendo livros e vendo coisas. Quanto mais tempo você conseguir superar isso mais livros você vai ter, olha como isso é o lado positivo da situação.
  • Seja prático - Leve somente, SOMENTE, o que você vai precisar. Ou seja, prepare bolsa ou mochila com a sua carteira de  identidade, o dinheiro para as compras, identificação estudantil para quem for estudante e comprou ingresso de meia entrada e um dos itens mais importantes dessa listinha, que é o ingresso. Ah, vale também lembrar que você pode e deve levar ecobags e sacolas mais resistentes para carregar os livros que foram comprados e não se espante se você cruzar com alguém carregando uma mala ou um carrinho de feira, é comum pessoas levarem para carregar tudo o que compram.
  • Divirta-se - Essa é uma das dicas mais importantes. Chame seus amigos, familiares ou vá disposto a conhecer novas pessoas. A Bienal do Livro reúne tudo de melhor que o universo da leitura pode proporcionar e uma das melhores coisas são as pessoas que você conhece e encontra durante a sua passagem pelo evento. É cheio de gente que compartilha dos meus interesses que você e com certeza você voltará com pelo menos uma história boa para contar do seu dia lá.

 Aaaahhhh... Não quero me despedir desse Especial que fiz. Espero que vocês tirem proveito de todas as dicas que dei. Sério, eu tenho experiência, então me escutem. Algumas dicas envolviam fazer listas e tal, então não se preocupem pois eu já fiz isso tudo por vocês e estou disponibilizando uma pasta com todas as listas que ensinei ou comentei ao longo do especial, incluindo de bônus uma checklist com itens indispensáveis para se ter na bolsa/mochila que você for levar no dia. Eu sei, eu sei, sou um anjo. 


 Mais uma vez eu quero reforçar que espero do fundinho do meu coração que você tenha curtido esse Especial Bienal do Livro organizado por mim com o maior carinho e entusiasmo do mundo. Até o mês que vem e o próximo post. Você pode me acompanhar pelas redes sociais, seguindo o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas, amorinha. 🌻


   Um mês antes da Bienal eu estou aqui para apresentar a vocês uma das minhas autoras favoritas: Rupi Kaur. Essa linda da foto aqui do lado é ela.

   Rupi Kaur é indiana que quando criança migrou com sua família para o Canadá. Aos 5 anos, ela começou a desenhar e pintar, assim como a sua mãe faz. Até ela aprender as línguas oficiais do Canadá, era muito introvertida, porém assim que o fez tornou os livros os seus melhores amigos. Aos 17 anos, Kaur troca o desenho e a pintura por cadernos e mais cadernos onde ela conta as suas experiências na forma de poesias. Os temas frequentes nos seus trabalhos são: feminilidade, amor, perda, trauma e cura. 

   A editora Planeta do Brasil, já publicou um livro de Rupi, o Outros Jeitos de Usar a Boca. Esse já dá para comprar antes da Bienal. E, mais recentemente, o selo Lua de Papel, da Editora Leya, traduziu e publicou uma versão em português do livro "Leite e Mel" (é o mais recente e Kaur o divulga pelo mundo), mas como o selo é de Portugal, ainda deve demorar para esse livro aparecer por aqui. Que ele venha antes da Bienal.

   Eu a conheci em um post do Instagram que estava na área do explorar. Desde que li algo dela me apaixonei de cara. A forma como ela escreve me conquistou muito sério.  Aqui seguem algumas fotinhas de uns poemas dela para eu provar para vocês como ela é incrível. Estão em inglês porque a resolução desses poemas em português não era boa. 



   Espero que vocês tenham amado a Rupi (eu já fazendo a friend dela) tanto quanto eu a amo. Para facilitar que vocês não percam contato com ela é só se ligar nessa listinha aqui: Instagram, site, Facebook, Twitter e YouTube. E quem quiser adquirir os livros dessa deusa, é só clicar aqui e aqui.

   Foi um prazer apresentar essa autora maravilhosa à vocês. Já sabem o que fazer para não perder contato, só ficar de olho nesses links: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas, até a próxima.


   Demorei mas finalmente ouvi o novo álbum do Paramore e vim aqui resenhar ele.  Só posso diz uma coisa: olha que mudança!!!!
   Quando eles lançaram o single "Hard Times", uma porta para um som diferente, mais muito diferente mesmo, se abriu. Veio uma enchurrada de inovações carregadas de tudo que há de bom. Acredito que eles fizeram um álbum bem good vibes (provavelmente minha definição de good vibes é bem alternativa e particular) com as letras mais não good vibes, porque muitas letras vão lá no fundinho do coração e tocam tudo que tem lá. O que não é uma novidade em si porque as letras deles sempre foram desse jeito.
   Esse álbum tem uma proposta diferente de todos os outros, mas eles mesmos disseram estavam cansados de fazer o mesmo tipo de som e também queriam mostrar mais de si mesmos com outras influências que eles têm. Tem um som bem anos 80, 90 e 00 em todas as músicas e é impossível não terminar com, pelo menos, uma música grudada no fundo da sua mente.
   As músicas do álbum foram compostas por Hayley Williams, Taylor York e Zac Farro. Não é um álbum para ser apenas ouvido, mas sim apreciado pela obra que é. "After Laughter" é o resultado de períodos de depressão vividos pelos integrantes da banda em um determinado momento de vida deles. Acho muito importante ver resultados positivos vindos de momentos escuros pelos quais todos nós passamos pelo menos uma vez durante a vida. As letras de todas as músicas carregam mensagens que tornam impossível o não reconhecimento de nós mesmos em algumas situações de nossas vidinhas. Fiquem com isso em mente ao lerem a resenha e escutarem o álbum.
   Agora eu vou mostrar minha análise das minhas músicas favoritas do disco deles. Foi muito dificil escolher mais eu consegui.
  • "Hard Times": É o primeiro single dessa nova era. A melodia é dançante, a letra é perfeita. O fim da música me fez pensar em Daft Punk. Desde o início já dá vontade de dançar e cantar junto. Outra coisa que gosto é o clipe dessa faixa, super colorido. Você pode assistir ao vídeo aqui em baixo.

  • "Rose-Colored Boy": O começo me lembra músicas antigas e, rapidamente, penso no clássico High School americano bem filme e todo cliché. De novo um instrumental maravilhoso e super dançante. A letra é bem diferente e adoro como ela reflete a vontade de apenas sentir quaisquer que sejam os nossos sentimentos. A potência da voz da Hayley me lembra do pop-punk que eles começaram.
  • "Fake Happy": Amo como o início dessa música é um tiro nos nossos corações com a voz de Hayley bem natural, chega a cortar o coração, mas aí boom! a melodia animada começa. A letra é bem impactante. Essa faixa é literalmente um hino perfeito sobre felicidade falsa, fingida que todos muitos aparentam. É realmente como eu disse, a letra é profunda. 
  • "26": O titulo dessa musica é o meu número favorito, então quando fui ouvir tinha minhas expectativas bem no alto e olha eles não me desapontaram. A melodia é bem fofa e é a mais lenta de todo o álbum. Hayley disse em uma entrevista que essa é uma música que conversa com a sua versão mais jovem e que buscou inspiração para a escrita com base no que gostaria de dizer para pessoas que estivessem passando pelo mesmo tipo de situação que ela vivenciou. 
  • "Pool": Ah o amor. Nessa música ele é uma piscina. A letra faz uma analogia com a forma como as pessoas mergulham de cabeça no amor, mas não do jeito bom, pois a ideia é justamente mostrar que não é fácil amar. Hayley quis mostrar esse lado escuro do amor e sobre como ainda lutamos por ele mesmo quando estamos cansados de nadar em busca desse porto seguro na pessoa amada.
  • "Caught In The Middle": Amo como essa música define todas as crises existenciais que já tive. "Caught In The Middle" é um hino que representa todas as incertezas da vida, os medos sobre o futuro. Acho que ela define bem essa relação que as pessoas ansiosas, ou não, tem com a sociedade. Uma das minhas partes favoritas é a ponte, principalmente porque me identifico muito com essa parte a letra: 
"No, I don't need no help
(não, eu não preciso de ajuda)
 I can sabotage me by myself
(eu posso me sabotar sozinha)
I don't need no one else
(eu não preciso de ninguém)
I can sabotage me by myself
(eu posso me sabortar sozinha)"

*tradução livre feita por mim*

   Essas foram as minhas faixas favoritas desse lindo e incrível álbum que Paramore presenteou o mundo. Desde as melodias até as letras, nada pode ser considerado ruim. Quem amou essa nova fase pode escutar "After Laughter" no Spotify clicando bem aqui. Por favor, fiquem de olho nesses links: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Para me despedir de vocês, eu vou deixar esse print de um comentário que resume muito bem a minha opinião sobre esse álbum mais que lindo de Paramore.

Oi pessoal!!! Tudo certinho? Comigo tudo lindo. 

Esse post é para fazer uns avisinhos e falar sobre umas novidades. Então vamos lá!!!!

Primeiramente, avisando de um pequeno detalhe no blog. Provavelmente vocês nem repararam nele.



Bem onde está essa setinha e a linha vermelha, se encontra a mais nova página do blog. 

Nessa nova página, eu estou disponibilizar todos os links de onde eu posto as minhas estórias. Por enquanto, só tem informações sobre a LiveSOS: The Memories, mas em breve deve ter mais sobre uma outra estória que deve brotar em breve.

Por falar na fanfic, eu vou aproveitar para avisar que ela está publicada no Social Spirit e que se clicar aqui você pode ler ela lá.

Segundo aviso é sobre o meu projeto de falar sobre itens de papelaria. Finalmente, decidi um nome. Vai continuar se chamando Anmi Writes. Aqui em baixo vocês podem ver o logo dele. Estou esquematizando tudo para fazer as primeiras postagens.


Super fofo ele, não?

Aviso de número três!!! Vou começar a compartilhar minhas desventuras pelo mundo da cosmética. Isso significa que tudo que tudo o que eu arrumar de produtos de cabelo, pele, maquiagem e etc, vou mostrar para vocês e contar sobre os resultados e tal. Fiquem de olho aqui, no meu canal do YouTube e no meu Instagram.

Isso é tudo o que temos neste post. Obrigada por lerem!!! Fiquem ligados nesses links para verem mais coisas: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas!!! 😘

   Aqui segue uma dica para os amantes de Bullet Journal. No dia a dia, nem sempre é viável andar por aí com o seu caderno do BuJo. Eu descobri que dá muito trabalho cuidar do BuJo na rua, então como eu sei que o mundo é muito informatizado, pesquisei por uma alternativa informática para o meu querido BuJo. Não tão surpreendente foi ter encontrado uma alternativa.
   O aplicativo se chama Fill That Bullet e é produzido pela APSoft. O Fill That Bullet é mais um app de produtividade e nem é tão conhecido assim, mas ele é o que mais se assemelha a um Bullet Journal.
   O aplicativo está todo em inglês, mas é super simples de se usar. Tem um visual minimalista e atende de forma mais direta as suas necessidades com relação ao que você usa no BuJo. Aqui embaixo vocês podem ver um edit com screenshots do layout do app. 



   O app tem seus defeitos, pois não permite que você tenha um Bullet Journal completo de maneira virtual e também não te possibilita criar lembretes (isso iria ajudar muito, muito mesmo). Contudo, acredito que ele é uma alternativa super válida e prática para os usuários de BuJo, ele não permite manter o tracker de hábitos, mas já é uma grande ajudinha no Daily/Future Log. 
   O meu uso do app é assim: tenho o que vou fazer, naquele dia ou semana, anotado no BuJo, em seguida eu parto para o app e transfiro as atividades, do dia ou semana, para as páginas dele. Essa troca de informação entre os BuJos deve ser constante porque ao longo do dia, podem surgir atividades para acrescentar ao BuJo, aí eu faço isso no virtual e quando estou com o caderno passo para ele todo o que vai surgindo e vice-versa.
   O vídeo abaixo está em inglês, mas fala direitinho sobre como app é, quem quiser conferir é só dar play.


   Quem se interessou pelo app, pode baixar ele na Google Play, para quem usa Android (sinto muito amigos que tem iPhones, mas não tem esse app para iOS - eu dei uma olhada e existem apps estilo BuJo sim, apenas não esse que eu indiquei nesse post).
   Gostaram da novidade??? Por hoje esse é o recado. Fiquem de olho nesses links: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Até a próxima! Beijos!!

   Pessoal, oi!! Esse post tem um intuito de ser algo entre um anúncio ou um lembrete ou um aviso. O próprio título da postagem entrega a minha confusão sobre o que ele realmente é.
   Estou aqui, nesse belo dia de outono, para dizer que a minha fanfic atualizou. Finalmente, depois de alguns dias (tantos que viraram meses) sem atualizar nada só com o prólogo postado no Tumblr e no Wattpad, eu tive tempo de atualizar. Vou confessar que o capitulo em si já estava pronto tem um tempo mas tinha que editar, formatar e scriptar ele. Todo esse processo leva tempo e recentemente eu comecei a fazer faculdade e ao mesmo tempo estou na reta final do técnico. Vão ser tempos confusos mas creio que tudo vai dar certo.
   Um pouco antes de tudo ficar muito complicado, eu atualizei a fanfic em todos os locais que eu posto, ou seja, no Wattpad e no Tumblr.
   Em breve eu terei mais tempo para escrever e ai deve ter atualização de novo. O capítulo dois já está praticamente pronto, então assim que estiver tudo ok com ele vai ter mais um aviso.

PARA LER A ATUALIZAÇÃO DA FANFIC, É SÓ CLICAR EM UM DOS NOMES ABAIXO PARA ESCOLHER A SUA PLATAFORMA DE LEITURA. LEMBRANDO QUE É SEMPRE BOM COMENTAR, A AUTORA FICA FELIZ E DEIXA RECADINHOS LINDOS DE RESPOSTA. 

                    WATTPAD                                                                                TUMBLR


   E como eu sei bem que as coisas por aqui estão super chatas, estou deixando os links para o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Até quando der para aparecer. Beijocas!!




   A RM de hoje é sobre uma banda australiana que eu até muito pouco tempo não gostava. Vou lhes introduzir a Hey Violet. 

   A banda é composta pelas irmãs Rena e Nia Lovelis com Miranda Miller e Casey Moreta que era o único boy da banda até a entrada recente Iain Shipp como o mais novo bassista. Desde 2015, são conhecidos como Hey Violet mas antes disso a banda já existia com o nome de Cherri Bomb com só 4 meninas (Rena, Nia, Miranda e Julia Pierce). 
   O EP resenhado nesse post foi lançado em Agosto de 2016, é o segundo EP lançando pela banda e tem 5 músicas. Do primeiro lançamento para esse o som deles deu uma mudada e agora são tachados como uma banda de punk-pop e pop.  
Vamos ao que interessa, ou seja, as músicas.

  • Brand New Moves: amo a sonoridade dela, sempre sinto vontade de dançar enquanto a escuto. Definitivamente gruda e sempre me vejo cantando durando o banho ou ao longo do meu dia. A letra é instigante e provocativa. O clipe também bem legal e super colorido, você pode conferir ele abaixo.
  • Fuqboi: sabe aquele garoto galinha que você conhece? E não adianta fingir que não conhece porque todo mundo conhece pelo menos um garoto galinha. Então pensa numa música que foi feita para esse tipo de menino, pois é você pode pensar agora em Fuqboi. Fuqboi é uma gíria que significa, segundo o Urban Dictionary (em uma tradução livre e resumida feita por mim, mas se você quiser ler a definição em inglês só clicar aqui.), "um irritante, pervertido, irrelevante homem que é muito fácil de identificar, [...] Ele está sempre a espreita com a sua extrema sede e por causa de seu desespero pela atenção feminina, ele está constantemente implorando por nudes e fica facilmente desapontado quando uma garota não dá na primeira noite. [...]". Pois é, a coisa é bem específica. Hey Violet fala diretamente com todos sobre esse tipo de cara através de uma estorinha/historinha com a letra da música. Outra coisa que gosto é a forma que o refrão explode, deixando bem a vista a influencia do punk no som deles. Se você quiser conferir um vídeo dessa música é só dar o play aí em baixo.
  • Pure: amo a voz de Rena nessa música. A letra é bem específica: a menina quer que o cara que ela gosta leve a pureza dela. Acho que essa pode ser uma ótima música para você mandar para seu Crush. Para mim é a música que mais chama atenção desse EP e por causa disso é a minha favorita. Já disse antes que a voz da Rena nessa música é muito linda e super gostosinha de ouvir, sem contar que lá no fundinho tem um quê de Lana Del Rey (mesmo que não seja super parecida com a voz dela, a Rena nessa música de alguma forma me lembra a voz da Lana). 
  • Brand New Moves (Stripped): é a versão acústica de Brand New Moves e nessa faixa vocês podem conferir melhor o talento vocal de Rena. É muito gostosinho ouvir essa faixa.
  • Brand New Moves (Nomekop Remix): o nome é bem explicativo. Sim, é um remix maravilhoso dessa música. Super indico para festinhas e sociais com seus amigos e a galera. 
Então é isso por hoje. Clicando aqui você pode ouvir o Brand New Moves - EP no Spotify junto com outras músicas de Hey Violet. Não deixem de dar uma passadinha no meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Até o próximo post pessoal!!! Beijocas, amorinhas!! 🌻


   Atualmente anda-se a moda de deixar os cabelos de modo mais natural, sem a aplicação de químicas pesadas. A consequência disso é que a visão de pessoas com seus cabelos black power e cacheados tem se tornado mais comum. Os que adotam esse estilo de vida dizem que se sentem melhores com seus cabelos naturais e mais livres. Mas sempre que ouço eles falando sobre a liberdade adquirida eu penso "como assim? Era só um cabelo, faz tanta diferença assim?". Comecei a notar mais sobre essa tal de liberdade que eles dizem sentir quando estão com seus cabelos naturais e do nada o estalo me veio.
   A sociedade em que vivemos cria muitas regras, maioria delas realmente uteis para a convivência de todos, contudo existem regras que não foram explicitamente impostas por exemplo: os tais padrões de beleza. Os padrões de beleza são tão antigos e antiquados que nem mesmo eu sei dizer quem os impôs, mas de alguma forma eles ficaram e perpetuaram por muito tempo. O mundo, durante muito muito muito muito tempo, não fez nada para quebrar os padrões, mesmo os movimentos que pareciam não se importar com os padrões de um certo modo ajudou a criar mais padrões para serem seguidos (vide o movimento punk e todas as suas características marcantes). todos esses padrões de alguma forma nos aprisionam na ideia do que devemos ser e quando seguimos eles, além de nos tornarmos apenas mais seguindo algo, paramos de fazer o que nós gostamos. Ou seja, deixamos de ser livres. 
   As meninas, em geral, vem se rendendo ao modo mais simples de viver e aprendendo a amar os seus cabelos da forma como eles vieram, ou seja, aceitando os cachos, o volume, a textura, e os mais diversos atributos que nasceram com os seus fios capilares. Por conta de todos os padrões e o enorme histórico em esforços para mantê-los dentro de um molde, muitas pessoas se espantam ao notar que alguém próximo passa a adotar o seu cabelo in natura. (Sempre quis entender o espanto dessas pessoinhas. Primeiro que não é o cabelo da pessoa em questão, segundo que: por quê lutar contra o que já nasce de você mesmo?)
   Eu sei que as pessoas pensam que é coisa boba de menina apenas começar, do nada, usar o nosso cabelo natural. Mas é o seguinte, quando você é natural isso significa que mais de você está exposto e você tem que ser mais corajoso do que parece para expor a si mesmo. Você precisa de muito mais para parar com o uso das químicas, isso consome nossos círculos de segurança e isso é algo que ninguém fala sobre porque, no final do dia, as pessoas veem tudo como apenas cabelo mas na verdade era uma jaula e agora você está se libertando.

   Na Resenha Musical de hoje trago DNCE para vocês. A mais nova banda do ex-Jonas Brothers, Joe Jonas. Junto com Cole Whittle, JinJoo Lee (a única menina do grupo) e Jack Lawless, Joe formou a banda no ano de 2015. 
   O primeiro single deles foi a música "Cake by the Ocean" e a tal fez muito sucesso atingindo as paradas de sucesso super rápido. Não demorou para a banda lançar o seu primeiro EP que se chama "Swaay" com quatro faixas que podem ser encontradas no disco que eu resenho hoje.
   DNCE foi lançado em novembro de 2016, com duas versões a explícita e a clean, ambas as versões tem 14 músicas, contando com somente um feat.
   Agora vamos as faixas que eu destaco.

  • DNCE - é a primeira música do disco. Acredito que essa é a faixa que realmente mostra o objetivo do grupo. É dançante e divertida, realmente passando essa mensagem com a letra.
  • Cake by the Ocean - é um single que todo nós já conhecemos porque foi a música da banda que mais explodiu. Tem um duplo sentido bem escondido e tem uma pegada bem divertida.
  • Toothbrush - outra música que tem uma vibe para cima. A banda chamou a modelo Ashley Graham para ser a musa de Joe Jonas no clipe da música. Gosto de pensar que a mensagem dessa música é algo bem moderno, porque fala sobre os relacionamentos atuais e sobre as dinâmicas que casais passam. Aqui em baixo você pode conferir o vídeo dessa música.
  • Blown (feat. Kent Jones) - o que me atrai nessa canção é a sua melodia. Acho bem para cima e o rap de Kent Jones só realça isso. Sem contar que ela tem uma coisa que me lembra filme de comédia e algo de comercial também. Simplesmente adorei ela.
  • Good Day - é canção perfeita para quem quer a vida good vibes. Juro que até agora não sei de nenhuma música mais de bem com a vida que essa. Olha que tem até citação de momentos ruins mas é como a música diz: "Today is gonna be a good day, don't care what anybody else say". 
  • Almost - uma balada romântica sem ser romântica. Almost é uma ode ao que um relacionamento poderia ser, sobre como você QUASE deu certo com aquela pessoa que você gostava.
  • Truthfully - mais uma música que tem tudo para ser romântica, mas não se engane. Não, ela não é nada disso. Esta faixa aborda aquele amor injusto. Sabe quando você gosta mais do seu parceiro do que ele gosta de você? Pois é, eu não sei, mas alguém deve saber. E quem sabe como é isso vai se reconhecer nessa música. 
  • Zoom - amo a vibe praia da melodia dessa música. Ela me dá vontade de dar uma volta de bike e ao mesmo tempo ir à praia. A música tem esse sentimento estampado até na letra. Zoom é sobre alguém que quer realizar todos os seus sonhos de viagem. Eu sou o tipo de pessoa que amaria ver um clipe dessa música com Joe e o pessoal da banda correndo de aeroporto em aeroporto e com várias cenas gravadas em cidades diferentes, mas já me conformei com essa utopia que só vai acontecer na minha cabeça.
   Espero que vocês tenham curtido o som da DNCE assim como eu. Definitivamente vai tocar muita música deles nas minhas festas. Comente a sua música favorita do disco! Ops... quase me esqueci, se você clicar aqui pode ouvir um stream do álbum resenhado e clicando aqui pode conferir o stream do EP deles, o Swaay.
   Até o próximo post. Divirta-se com o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. É isso gente!! Beijocas, amores!!! x

   Eu amo poesia e poemas. Amo mesmo. Até quando não tenho a menor ideia do que o tal do eu lírico quer me dizer. Atualmente é muito difícil ver pessoas interessadas em nesse lado da literatura. Eu mesma comecei a escrever nesse ramo. 
   Eu acredito que os poemas e poesias são uma das maneiras mais bonitas de se expressar e relatar seus sentimentos.
   Sem mais rodeios, o post de hoje claramente é sobre poesia/poemas. Resolvi compartilhar a minha maneira de sempre estar em contato com o esse gênero de maneira simples e moderna.
   Como assim, Anmi? Assim ó, tudo o que você precisa ter é uma conta no Instagram. Sim, é só isso mesmo.

   Para ajudar vocês eu vou indicar os meus autores favoritos que por um acaso escrevem em inglês. Sorry, not sorry.

  • R. M. Drake - ele escreve poemas e frases sobre muitos temas. É impossível ler algo dele e não se identificar com suas palavras. Várias celebridades curtem e seguem o seu trabalho. Atualmente, nenhum de seus livros está a venda no Brasil, porém um modo de ler um pouco do trabalho dele é pelo seu Instagram, Twitter ou página no Facebook. Aqui em baixo vocês podem conferir um dos meus textos favoritos dele.
às vezes, os melhores sonhos são aqueles
 que o seu coração tem medo.

   A legenda na foto é tradução livre, já que, como eu já disse antes, o trabalho de R. M. Drake não é comercializado no Brasil. Para saber mais sobre ele e adquirir seu trabalho é só ir no Instagram, Twitter, Facebook e na loja virtual dele.
  • ATTICUS -  o perfil dele também é muito conhecido. Uma curiosidade, ele escolheu o nome de um filósofo grego para ser o seu pseudônimo. Assim como o R. M. Drake ele é super conhecido e várias pessoas tattoam seus dizeres. Aqui em baixo tem um de seus poemas.
Palavras vão arranhar mais corações que espadas.

  • AVA. - é uma poetisa que descobri a pouco tempo. Adorei o trabalho dela e por isso estou aqui o enaltecendo. Ela também tem livros publicados mas como os autores já ditos acima, nenhum deles é publicado aqui no nosso país. 
pare de medir a si mesmo contra as imagens que a sociedade tem te dado.
você não pode ser medido.
quando você se livrar da imagem que você acha que deve ter,
você será livre para ser tudo o que é.
ache a coragem para se libertar
e
você será imparável.
   Lindo esse poema, não? Acho esse super inspirador, ainda mais quando levamos em conta toda nossa atual sociedade. Para descobrir mais sobre a AVA. cheque o seu Instagram e a sua loja na Etsy

   Espero que vocês tenham gostado das indicações e comentem quais são os seus autores de poesia que você mais gosta.
   Por essa sexta-feira é tudo o que eu tenho. Deem uma olhada no meu Instagram e no Instagram do blogTwitter, meu canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr, enquanto esperam pelo próximo post. Beijocas, chuchus. x  🌻


   Em um dia totalmente atípico eu parei pra ouvir esse álbum. Dia atípico por quê? Levei meu celular pra academia e isso não é um costume meu. Eu não gosto de malhar com o celular perto, ainda mais quando tem WiFi lá e vejo muitas pessoas malhando de qualquer jeito só para conseguir tirar uma foto meio suadinha com aquelas legendas "#focoforçafé #agoravai #projetoverão". Simplesmente detesto, acho o cúmulo do dinheiro gasto. Por conta do improviso que houve acabei pondo os fones de ouvido e dando uma chance ao novo disco do Bruno Mars. 
   Posso dizer que surpresa é o minimo que fiquei, e olha que não foi por duvidar do trabalho de Mars, pelo contrário, por conhecer a sua fama no longo ramo musical que ele surpreendeu-me. Dessa vez com um disco curto (só 9 faixas, eu quase chamo de EP), ele volta com muito swag e melodias dançantes.

   Agora vamos resenhar sobre o disco todo, porque 9 faixas é muito pouco para se escolher uma favorita.
  • 24K Magic - de cara se tornou um hit e foi o responsável pela a boa impressão que a volta de Mars fez. É um hit contagiante e que com toda certeza em algum ponto faz você dançar. O clipe não poderia deixar de ser algo novo já que tem muita ostentação e de certa maneira se conecta com a proposta de Uptown Funk. aqui em baixo tem o vídeo e você pode ver se não tem a vibe ostentação forte.
  • Chunky - tem uma batida super boa que lembra músicas de discoteca em alguns momentos. É cheia de referências do mundo fashion e cheio de afirmações sobre o tipo de garota que ele quer.
  • Perm - Perm é uma referência à um tipo de procedimento capilar que fazia muito sucesso por volta dos Anos 70-80, que é a escova permanente. Pelo o que eu consegui captar da música, ela fala, de uma certa maneira e em algum momento, em como deixar umas atitudes permanentemente na sua vida.
  • That's What I Like - gosto muito dessa música, sem nenhum motivo em especial, apenas gosto da vibe boa que ela passa.
  • Versage On The Floor - é uma música bem romaticazinha, bem casalzinho e com uma leve insinuação sobre o que vão fazer quando o vestido da Versage (que é uma marca super famosa de roupas) estiver no chão.
  • Straight Up & Down - mais uma música casalzinho, mas essa tem uma conotação mais sexual.
  • Calling All My Lovelies - é uma das minhas favoritas por conta da melodia e dos vocais dessa música, realmente me conquistaram.
  • Finesse - o que gosto mesmo dessa é o refrão, eu acho que ele realmente gruda.
  • Too Good To Say Goodbye - essa é a música que mais se parece com as que Mars já lançou previamente e por ser última música do disco, sempre que ouço me vejo pulando ela porque não gostei dela.
  Chegamos ao fim de mais uma resenha. Espero que tenham gostado. Como de costume se você clicar aqui vai cair no stream do Spotify desse álbum. 
 Por essa sexta é só isso. Fiquem com esses links para se ocupar até a próxima sexta: o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr.

Não sei o motivo, mas de alguma maneira sou uma pessoa simples. 
É esquisito admitir isso. Principalmente porque o mundo é repleto de pessoa com muito menos que eu. 
Quer dizer, perto de muitas pessoas que passam fome e encaram dificuldades maiores que não saber o que vestir por não ter não ter o que vestir é visível que não sou tão simples assim. 
Porém eu sou. 
Sou mesmo. 
Ando com roupas de liquidação - nenhuma de marca, talvez uma de marca -, mas é tudo de cor sólida: preto, branco, cinza. 
Gosto de andar nos transportes públicos: adoro metro, ônibus, porém nunca andei de trem, pelo menos não no Brasil.
Faço muitos programas culturais, todos de graça, desse jeito já vi tudo de todos os melhores artistas.
Meu cinema é o do dia mais barato, mas o filme é legendado porque quero ter certeza sobre o que o Brad Pitt diz. 
O inverno é a minha estação, o momento perfeito para usar o casaco quase vintage que meu pai usou nos nossos passeios pela Cidade Luz nos Anos 2000. 
Ah mas o verão... 
Não, o verão não. 
Tudo se torna muito amarelo, não há vento, tudo derrete e vira pegajoso. 
Céus me protejam da tendência pró-nudismo que as pessoas resolvem usar por aí. 
E as músicas de verão?, não há paz nas notas nacionais de qualquer coisa que toque na mídia. 
Quem aguenta 40 graus? 
Quem aguenta o verão musical? 
Certamente não eu. 
No fim das tardes de verão, gosto de sair da aula e tomar o ônibus para ir para casa. 
Com sorte sento-me em lugar vazio ao lado da janela. 
Saco os fones de ouvido e os plugo no celular. 
Frank Sinatra começa a cantar. 
Música após música ele consegue apagar a atmosfera de verão do ar. 
Contudo, o ápice da minha amnésia é quando lá fora está fazendo 40 graus e nos meus ouvidos Sinatra canta Strangers In The Night e os meus olhos podem apreciar um pôr do sol bem laranja no céu.
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   Esse foi o post dessa sexta. Esse texto foi escrito por mim, mas não tem nenhuma pretensão de ser nada além do que ele é, se é que ele é algo. Nesses links (meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr) você pode matar o tempo até o próximo post. Beijocas, chuchus. x


   Pessoal, eu estava com saudades de uma boa resenha musical e por isso cá estou eu. O álbum escolhido foi Illuminate do Shawn Mendes. Para quem não tem ideia de quem ele é, eu vos apresento.

   Shawn Mendes começou a ter visibilidade na sua carreira musical através das redes sociais, principalmente o extinto Vine. Ele postava vídeos de covers como vários artistas fazem no YouTube. Depois de ter feito um contrato com a sua atual gravadora ele passou a ser mais reconhecido pela industria musical.
   Illuminate é o segundo álbum (o primeiro foi Handwritten) e, na minha opinião cheio momentos em que você pode perceber quem são os grandes influenciadores na vida musical dele, e eles são: John Meyer, Bruno Mars, Garth Brooks, Justin Timberlake e Led Zeppelin.
   A resenha é sobre o Illuminate (Deluxe) e esse disco tem 15 faixas, sendo a décima quinta a versão acústica de Mercy. Os grandes hits desse disco são Mercy e Treat You Better que todo mundo conhece (é sério, até minha mãe quer saber o essas duas músicas dizem). Ah, antes que esqueça durante todo o álbum vocês não vão ver feats. Parece que Shawn não é muito fã de parcerias, exceto "I Know What You Did Last Summer" com a ex-Fifth Harmony, Camila Cabello.
  Agora vamos as faixas que eu mais gostei desse álbum.
  • Ruin - é a primeira faixa do disco. O que me fez escolher essa música foi justamente sua familiaridade com outra faixa do álbum, "Don't Be A Fool". Em ambas as músicas,  influência de John Meyer no som dele é muito visível. 
  • Mercy - não tinha como deixar de fora essa música. Mercy é muito sentimental e com certeza é uma música que é para dor de cotovelo. Shawn foi arrasado quando ele teve inspiração para essas letras.
  • Treat You Better - essa eu considero como uma música de desesperado. A música é linda na voz de Mendes, mas isso não tira o tom de desespero dele quando a canta. É claro que ele tem cantar assim para passar a mensagem de que ele é melhor que o outro carinha que a menina que ele quer está, mas mesmo assim, acho que de tanto tocar ela já perdeu a graça. Uma dica: é ótima para cantar no chuveiro. 
  • Like This - é sobre rejeição, mas também é sobre não conseguir fugir do que sente. Pelo o que essa música diz, ele aceita o que sente e prefere se entregar ao sentimento e não lutar mais contra a isso.
  • Lights On - sem dúvida uma das minhas favoritas. Lights On me conquistou pela sua sutilidade. Shawn Mendes nessa música conseguiu ser sexy sem ser vulgar. A letra dessa música é forte mas muito delicada, ele certamente tratou de um assunto meio tabu que fazer sexo de luzes acesas. Tem toda uma discussão sobre esse tema, mas o importante é o que essa música passa. Nela Mendes declarou preferir amar sua mulher de luzes acesas pois quer ver cada pedaço dela. Bom, se isso não é ser direto eu não sei o que é. 
  • Honest - essa é mais uma música onde a influência de John Meyer é visível. O que mais gosto dela é o fato dela falar sobre ele ser honesto com a menina em relação ao que ele sente. É muito difícil ver meninos cantando sobre isso. Na verdade, é complicado ver eles sendo isso com as meninas, cantar é fácil. 
  • Patience - mais uma favorita minha. Paciência é tudo que Shawn não quer perder nessa música. Ele está com uma menina que é volúvel e não consegue se decidir em como agir com ele. É como se ele desse uma última chance dela se resolver porque está perdendo a paciência com esse joguinho. 
  • Understand - favorita de todas. Amo o discurso que tem no meio dessa música. É sobre você querer entender quem você é, sobre como sempre nos questionamos e buscamos ter certeza de quem nós somos. Definitivamente é a faixa mais tocante de todas. 
   Isso tudo foi o que eu destaquei do álbum. Deixe um comentário sobre qual foi a sua música favorita. Ah, se você clicar aqui vai ser direcionado ao stream do álbum no Spotify e como faço sempre todas as músicas citadas ao longo do post tem seus links. 
   Por essa sexta-feira é só. Para matar a saudades de mim é ir no meu Instagram e no Instagram do blogTwitter, meu canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas, amorecos. x