A segunda resenha do mês vai para LANY. Se você perdeu a primeira resenha do mês é só clicar aqui para ler sobre o disco do Hey Violet. E se você não está entendendo nada sobre essa overdose de RMs é tudo culpa do Rock in Rio e da minha vontade de tentar homenagear o evento. 
 Essa resenha se trata sobre a banda, que é um trio na verdade, LANY, cujo o nome significa apenas uma conexão ponte aérea entre LA (Los Angeles) e NY (New York). O estilo dela pode ser descrito como alternativo, electro pop, dream pop e indie pop. Os integrantes são Paul Klein (vocalista, teclado e violão/guitarra), Jake Goss (baterista e toca Roland SPD-SX) e Les Priest (teclado, segunda voz e guitarra). 
 "LANY" é o primeiro álbum deles depois que assinaram com a gravadora Polydor Records. A realidade é que eles estão no mercado musical desde ano só que deram o início a suas carreiras através de redes sociais e outras mídias que não fossem diretamente o YouTube e com isso despontaram pelo gênero alternativo dentro do universo musical que o Soundcloud proporciona. Eu mesma os conheci no Soundcloud (quem quiser dar um alô para mim lá é só clicar aqui). 
 Já que esse é mais uma RM que estou introduzindo o artista para você aqui embaixo tem uma foto deles e também o link para você acompanhá-los (caso gostem deles).

Les Priest, de preto, Jake Goss no fundo de branco e Paul Klein com a blusa estampada.

Redes Sociais da banda
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 Agora que já os apresentei à você, posso finalmente comentar o que achei desse disco. O CD tem 16 faixas das quais eu só vou destacar as que mais gostei. O motivo disso é que depois de ter ouvido tudo o que eles lançaram, eu realmente prefiro boa parte (quiçá todas) das músicas dos EPs lançados entre 2015 e 2016, o "I Loved You.", "Make Out" e "kinda", respectivamente. 
 Enfim, acredito ter escrito o suficiente e aqui está o meu parecer sobre as faixas que mais me identifiquei.

  • "Dumb Stuff": é uma música que é super rápida, mas nem por isso é menos boa. Acho a letra fofa e a melodia dela dá o tom das próximas canções do disco. 
  • "The Breakup": é gostosa de ouvir. Fala sobre relacionamentos, mais precisamente sobre o termino desses relacionamentos. Paul Klein faz uma reflexão sobre como ele se sentiu aliviado ao terminar de escrever essa música, pois ele realmente colocou seus sentimentos para fora, como em um desabafo.
  • "Super Far": algo na letra dela me lembra relacionamentos à distância ou sobre como um relacionamento real chegou ao ponto de se parecer com um relacionamento à distância. Uma das coisas que mais gosto é a batida e os vocais de fundo. No final do mês passado eles lançaram um vídeo sobre essa música, não é o clipe, mas é bem legal o visual sobre a vida e show deles na turnê atual. Assistam aqui embaixo.

  • "Flowers On The Floor": gosto muito do pré-refrão e a letra é sobre esse relacionamento tóxico onde mais uma vez a garota despreza todos os esforços do cara para tentar continuar juntos. A melodia me cansa um pouco, no sentido de que me enjoa rápido, mas é legal de ouvir.
  • "Parents": sem dúvidas uma das coisas mais fofas que tem nesse disco. Não é uma música, mas sim uma mensagem de voz da mãe, Susan Goss, de Jake Goss sobre uma tattoo que o seu filho fez em homenagem aos pais. O desenho é mostrado na foto abaixo. O que mais gosto dessa foto e faixa é a veracidade do sentimento entre eles, o amor que eles sentem um pelo outro é quase palpável e é muito genuíno. 
  • "ILYSB": é o grande hit deles, quer dizer, todo mundo que conhece LANY, os conhece por conta dessa música. A letra é bem simples mas tem grande sentimento e você percebe desde algumas faixas anteriores que eles não são muito de amor fofo não. Eles preferem retratar (nessa e em outras músicas) a dor de amar alguém, mas nunca com aquela coisa de "dói amar e eu não quero isso nunca", é mais voltado para "dói amar mas vale apena aguentar essa dor". Eu colocaria o clipe oficial aqui, mas acho ele muito assustador (só porque eles quiseram fugir do cliché que a letra induziria o vídeo a ser) e também prefiro o vídeo da música dessa perfomance deles. 

  • "13": a batida é boa mas eu, até agora porque sempre pode-se mudar de ideia sobre algo, acho que tem uma vibe de dor de cotovelo. O título da música faz alusão ao dia que eles escreveram e gravaram a canção. 
  • "Hurts": creio que seja uma das melhores letras desse disco. Adoro o refrão. A mensagem que a música traz sobre todo esse ciclo de "amor e desamor" que as pessoas passam é o que mais reflete o real significado de: "The more you love, the more it hurts" (quanto mais você ama, mais isso dói). 
  • "Good Girls": a música tem uma vibe de balada. A letra é bem coração partido, mas adoro como tudo casa. O clipe dessa música tem uma conexão com o clipe da música "ILYSB" mas é bem no finalzinho que a gente descobre isso. Sem contar que eu fiquei extremamente cansada só de ver o Paul Klein passar o clipe todo andando atrás da menina que ele gosta. Dá uma olhada no vídeo abaixo e vê se eu não estou certa.
  • "Purple Teeth": a única coisa que eu gosto dessa música é o refrão sempre escuto esperando o refrão chegar porque, na minha opinião, é a melhor coisa que aconteceu para essa faixa. A letra é sobre a inconsistência de um relacionamento e sobre o quão instável essa linha que liga duas pessoas é.
  • "So, Soo Pretty": é um instrumental lindo e que te surpreende porque aparece praticamente no fim do álbum.
  • "It Was Love": essa música é uma reflexão e lembrança sobre os relacionamentos amorosos que vivemos na adolescência. 
 Espero que você tenha curtido LANY tanto quanto eu curti falar sobre eles. Se você quiser continuar ouvindo a banda é só clicar aqui para fazer o stream do álbum no Spotify.
 Por essa sexta é só isso que temos para conversar, mas você pode me perturbar por mais posts e/ou acompanhar a minha vida fuxicando: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas! 🌻


 Olá amigos, eu estou aqui com mais uma Resenha Musical. Já que até o presente momento eu não vou ao Rock in Rio desse ano, o blog, de uma forma ou de outra, vai fazer uma singela homenagem ao evento com a dedicação das postagens do mês de Setembro somente para Resenhas Musicais. Essa sexta vamos falar sobre Hey Violet. 
  Não sei se você lembra, mas eu já fiz uma RM sobre essa mesma banda só que na época eles ainda não tinham gravado o disco em questão. Quem quiser refrescar a memória sobre quem eles são e até mesmo ler a primeira resenha é só clicar aqui
  Esse disco tem duas versões que é essa da capa postada aí do lado, que contém 12 músicas, e a versão da Target que tem três músicas adicionais. Vou logo avisando que a resenha é no disco normal e não versão da Target. 
 Eles colocaram na tracklist do disco canções deles que já haviam sido lançadas no "Brand New Moves - EP", mesmo assim a maioria das músicas são novas para os fãs da banda.
 O fato deles terem usado essas músicas não deixou o disco acomodado em uma só sonoridade, pois cada faixa traz uma vibe totalmente diferente e a banda soube trabalhar bem as sua influências ao longo de todas as músicas deles, cada música é facilmente uma música própria, sem cara de ser algo repetido.
 Então vamos lá ver o que eu tenho a dizer sobre as faixas desse disco, sempre levando em consideração que eu não estou citando as que eles já lançaram porque essas já tem uma resenha própria exclusiva para essas músicas. 
  • "Break My Heart": o que eu mais gosto dessa música é de como ela é gostosa de ouvir. Mesmo que essa música seja meio "manjada" por falar de coração partido, eles deram um jeito de criar algo novo, pois a música não lamenta um coração partido, e sim clama pela experiência de ter o coração partido. Essa música foi o primeiro single do disco e o clipe dela é bem high school. Confira abaixo.

  • "Hoodie": sabe aquele coisa de filme que mocinha em algum momento acaba usando uma vez um casaco do seu par romântico e ele simplesmente nunca mais vê a peça de roupa de novo porque a menina nunca devolve e aí eles terminam e sempre tem uma cena dela chorando agarrada ao casaco do menino. Então, deixa eu te contar que Hey Violet tem uma música exatamente sobre isso. "Hoodie" é a música da situação que descrevi acima e devo confessar que a primeira vez que a ouvi achei meio chata, mas conforme eu fui ouvindo o álbum mais vezes a sonoridade dela cresceu e eu passei a gostar dela. A letra também é bem simples e  o refrão gruda fácil. Como não quero cantar sozinha pode apertar o play e assistir o lyric video da música.



  • "My Consequence": adoro como a música começa. Outra coisa que eu gosto é como de alguma forma essa música traz uma luz sobre os relacionamentos. É sobre como cada relacionamento ter a suas consequências e quando nós embarcamos em um devemos estar prontos para encarar essas consequências. 
  • "O.D.D.": o que me atrai nessa música é o conjunto todo dela. A melodia que tem uma vibe antiga mas ao mesmo tempo traz elementos atuais, a letra é forte e a vocalista canta com paixão. Algumas pessoas dizem que essa música é sobre a vocalista se revelando ter Transtorno Desafiador de Oposição, em inglês Oppositional Defiant Disorder (olha o O.D.D. aí), que é  um"transtorno infantil caracterizado por comportamento desafiador e desobediente a figuras de autoridade" (só clicar aqui para saber de onde veio essa definição). Eu, Anmi, não creio que seja isso, eu vejo essa música mais voltado para a palavra odd, que segundo o dicionário Oxford, é um adjetivo que significa estranho (se duvidar é só clicar aqui para ver que não tem é isso mesmo). A letra me remete mais a essa ideia de ser uma pessoa estranha e que não se encaixa bem nos padrões. Escutem a música e comentem o que vocês acham.
  • "All We Ever Wanted": é bem música de balada e para dançar mesmo. Pode colocar essa na sua playlist de música para dançar. Sinceramente, foi um susto quando ela começou porque não segue na mesma linha das demais músicas. Elas são muito diferentes entre si e isso só prova que eles tem um futuro cheio de possibilidades. 
  • "Unholy": a batida do início do refrão é boa e é o que me prende nessa música. A letra é sobre um relacionamento que não deveria estar acontecendo pois a menina tem um namorado. O título remete a noção biblícia sobre a situação toda (um relacionamento não sagrado, ou seja, unholy).
  • "Where Have You Been (All My Night)": mais uma música que lembra algo de balada, de repente não tão dançante como "All We Ever Wanted", mas ela tem o seu valor. O título automáticamente me faz pensar em Rihanna com "Where Have You Been", não tenho a menor ideia se essa era a intenção da banda, mas os títulos estão muito parecidos. 
  • "Like Lovers Do": não sou fã dessa música porque ela tem uma vibe de casa de boneca, mas não de um jeito muito bom para mim. Ela me faz lembrar de episódios de Pretty Little Liars (eu amo PLL, mas não vou esconder que tinha episódio que as bonecas me davam uns arrepios) e filmes de terror. A voz de Rena está me lembrando muito Lana Del Rey e Melanie Martinez. Essa foi a segunda vez que eu tomei susto com o disco porque algo desse tipo não é o que eu esperava da banda, mesmo percebendo que, individualmente, esse tipo de referência está presente em Nia Lovelis e Rena Lovelis, apenas não esperava que fosse parar na banda.
  • "This Is Me Breaking Up With You": essa música parece retirada de um filme bem antigo, é super rock e lembra o início da banda antes da migração para um som mais pop. Tem uma coisa nela que me lembra "Blitzkrieg Bop" do Ramones. 
 Resenha Musical cumprida com sucesso. Gostaram? Quem se interessou pelo álbum é só clicar bem aqui para dar uma ouvida nele no Spotify. Até o próximo post vocês podem checar: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aqui. Beijocas, chuchus. 🌻

   Aqui segue uma dica para os amantes de Bullet Journal. No dia a dia, nem sempre é viável andar por aí com o seu caderno do BuJo. Eu descobri que dá muito trabalho cuidar do BuJo na rua, então como eu sei que o mundo é muito informatizado, pesquisei por uma alternativa informática para o meu querido BuJo. Não tão surpreendente foi ter encontrado uma alternativa.
   O aplicativo se chama Fill That Bullet e é produzido pela APSoft. O Fill That Bullet é mais um app de produtividade e nem é tão conhecido assim, mas ele é o que mais se assemelha a um Bullet Journal.
   O aplicativo está todo em inglês, mas é super simples de se usar. Tem um visual minimalista e atende de forma mais direta as suas necessidades com relação ao que você usa no BuJo. Aqui embaixo vocês podem ver um edit com screenshots do layout do app. 



   O app tem seus defeitos, pois não permite que você tenha um Bullet Journal completo de maneira virtual e também não te possibilita criar lembretes (isso iria ajudar muito, muito mesmo). Contudo, acredito que ele é uma alternativa super válida e prática para os usuários de BuJo, ele não permite manter o tracker de hábitos, mas já é uma grande ajudinha no Daily/Future Log. 
   O meu uso do app é assim: tenho o que vou fazer, naquele dia ou semana, anotado no BuJo, em seguida eu parto para o app e transfiro as atividades, do dia ou semana, para as páginas dele. Essa troca de informação entre os BuJos deve ser constante porque ao longo do dia, podem surgir atividades para acrescentar ao BuJo, aí eu faço isso no virtual e quando estou com o caderno passo para ele todo o que vai surgindo e vice-versa.
   O vídeo abaixo está em inglês, mas fala direitinho sobre como app é, quem quiser conferir é só dar play.


   Quem se interessou pelo app, pode baixar ele na Google Play, para quem usa Android (sinto muito amigos que tem iPhones, mas não tem esse app para iOS - eu dei uma olhada e existem apps estilo BuJo sim, apenas não esse que eu indiquei nesse post).
   Gostaram da novidade??? Por hoje esse é o recado. Fiquem de olho nesses links: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Até a próxima! Beijos!!

   Oi gente!!! Tô aqui para anunciar que tem novidade. Nem vou enrolar para contar.


   Eu sei que tem um post no blog (deve ser esse aqui) que comentei que amo artigos de papelaria. Por amar tanto essas coisas fofas, eu resolvi começar a testar e compartilhar com vocês minhas experiencias com uns artigos que eu tenho, com coisas novas que adquiri ou ganhei.


   Eu resolvi não guardar essas coisas lindas e maravilhosas só para mim, é melhor dividir com vocês. Bom, no Instagram do blog vão ter umas mudanças, mas é tudo para que eu possa compartilhar isso melhor. 

   Quem quiser já ir se adiantando em relação a isso, eu tenho uma coleção só para isso no meu perfil do We Heart It, se você clicar aqui poderá ver tudo o que tem nessa coleção que, carinhosamente, chamo de Work Hard.

   Tem umas coisas em relação a isso que ainda estão pendentes, como: o nome dessa novidade (eu até tinha pensado em "Anmi writes" mas depois achei esquisito demais), o logo e umas outras coisas que aos poucos vão se ajeitando. Só todo mundo, incluindo eu mesma, ter um pouquinho da famosa paciência.

   É com o anúncio de hoje que eu vou deixar vocês! Comentem as suas ideias de nome e o que vocês acharam da novidade. Enquanto eu não apareço com mais frequência fiquem de olho nos links do meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Até a próxima! Beijos!!



   Pessoal, oi!! Esse post tem um intuito de ser algo entre um anúncio ou um lembrete ou um aviso. O próprio título da postagem entrega a minha confusão sobre o que ele realmente é.
   Estou aqui, nesse belo dia de outono, para dizer que a minha fanfic atualizou. Finalmente, depois de alguns dias (tantos que viraram meses) sem atualizar nada só com o prólogo postado no Tumblr e no Wattpad, eu tive tempo de atualizar. Vou confessar que o capitulo em si já estava pronto tem um tempo mas tinha que editar, formatar e scriptar ele. Todo esse processo leva tempo e recentemente eu comecei a fazer faculdade e ao mesmo tempo estou na reta final do técnico. Vão ser tempos confusos mas creio que tudo vai dar certo.
   Um pouco antes de tudo ficar muito complicado, eu atualizei a fanfic em todos os locais que eu posto, ou seja, no Wattpad e no Tumblr.
   Em breve eu terei mais tempo para escrever e ai deve ter atualização de novo. O capítulo dois já está praticamente pronto, então assim que estiver tudo ok com ele vai ter mais um aviso.

PARA LER A ATUALIZAÇÃO DA FANFIC, É SÓ CLICAR EM UM DOS NOMES ABAIXO PARA ESCOLHER A SUA PLATAFORMA DE LEITURA. LEMBRANDO QUE É SEMPRE BOM COMENTAR, A AUTORA FICA FELIZ E DEIXA RECADINHOS LINDOS DE RESPOSTA. 

                    WATTPAD                                                                                TUMBLR


   E como eu sei bem que as coisas por aqui estão super chatas, estou deixando os links para o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Até quando der para aparecer. Beijocas!!




   A RM de hoje é sobre uma banda australiana que eu até muito pouco tempo não gostava. Vou lhes introduzir a Hey Violet. 

   A banda é composta pelas irmãs Rena e Nia Lovelis com Miranda Miller e Casey Moreta que era o único boy da banda até a entrada recente Iain Shipp como o mais novo bassista. Desde 2015, são conhecidos como Hey Violet mas antes disso a banda já existia com o nome de Cherri Bomb com só 4 meninas (Rena, Nia, Miranda e Julia Pierce). 
   O EP resenhado nesse post foi lançado em Agosto de 2016, é o segundo EP lançando pela banda e tem 5 músicas. Do primeiro lançamento para esse o som deles deu uma mudada e agora são tachados como uma banda de punk-pop e pop.  
Vamos ao que interessa, ou seja, as músicas.

  • Brand New Moves: amo a sonoridade dela, sempre sinto vontade de dançar enquanto a escuto. Definitivamente gruda e sempre me vejo cantando durando o banho ou ao longo do meu dia. A letra é instigante e provocativa. O clipe também bem legal e super colorido, você pode conferir ele abaixo.
  • Fuqboi: sabe aquele garoto galinha que você conhece? E não adianta fingir que não conhece porque todo mundo conhece pelo menos um garoto galinha. Então pensa numa música que foi feita para esse tipo de menino, pois é você pode pensar agora em Fuqboi. Fuqboi é uma gíria que significa, segundo o Urban Dictionary (em uma tradução livre e resumida feita por mim, mas se você quiser ler a definição em inglês só clicar aqui.), "um irritante, pervertido, irrelevante homem que é muito fácil de identificar, [...] Ele está sempre a espreita com a sua extrema sede e por causa de seu desespero pela atenção feminina, ele está constantemente implorando por nudes e fica facilmente desapontado quando uma garota não dá na primeira noite. [...]". Pois é, a coisa é bem específica. Hey Violet fala diretamente com todos sobre esse tipo de cara através de uma estorinha/historinha com a letra da música. Outra coisa que gosto é a forma que o refrão explode, deixando bem a vista a influencia do punk no som deles. Se você quiser conferir um vídeo dessa música é só dar o play aí em baixo.
  • Pure: amo a voz de Rena nessa música. A letra é bem específica: a menina quer que o cara que ela gosta leve a pureza dela. Acho que essa pode ser uma ótima música para você mandar para seu Crush. Para mim é a música que mais chama atenção desse EP e por causa disso é a minha favorita. Já disse antes que a voz da Rena nessa música é muito linda e super gostosinha de ouvir, sem contar que lá no fundinho tem um quê de Lana Del Rey (mesmo que não seja super parecida com a voz dela, a Rena nessa música de alguma forma me lembra a voz da Lana). 
  • Brand New Moves (Stripped): é a versão acústica de Brand New Moves e nessa faixa vocês podem conferir melhor o talento vocal de Rena. É muito gostosinho ouvir essa faixa.
  • Brand New Moves (Nomekop Remix): o nome é bem explicativo. Sim, é um remix maravilhoso dessa música. Super indico para festinhas e sociais com seus amigos e a galera. 
Então é isso por hoje. Clicando aqui você pode ouvir o Brand New Moves - EP no Spotify junto com outras músicas de Hey Violet. Não deixem de dar uma passadinha no meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Até o próximo post pessoal!!! Beijocas, amorinhas!! 🌻


   Atualmente anda-se a moda de deixar os cabelos de modo mais natural, sem a aplicação de químicas pesadas. A consequência disso é que a visão de pessoas com seus cabelos black power e cacheados tem se tornado mais comum. Os que adotam esse estilo de vida dizem que se sentem melhores com seus cabelos naturais e mais livres. Mas sempre que ouço eles falando sobre a liberdade adquirida eu penso "como assim? Era só um cabelo, faz tanta diferença assim?". Comecei a notar mais sobre essa tal de liberdade que eles dizem sentir quando estão com seus cabelos naturais e do nada o estalo me veio.
   A sociedade em que vivemos cria muitas regras, maioria delas realmente uteis para a convivência de todos, contudo existem regras que não foram explicitamente impostas por exemplo: os tais padrões de beleza. Os padrões de beleza são tão antigos e antiquados que nem mesmo eu sei dizer quem os impôs, mas de alguma forma eles ficaram e perpetuaram por muito tempo. O mundo, durante muito muito muito muito tempo, não fez nada para quebrar os padrões, mesmo os movimentos que pareciam não se importar com os padrões de um certo modo ajudou a criar mais padrões para serem seguidos (vide o movimento punk e todas as suas características marcantes). todos esses padrões de alguma forma nos aprisionam na ideia do que devemos ser e quando seguimos eles, além de nos tornarmos apenas mais seguindo algo, paramos de fazer o que nós gostamos. Ou seja, deixamos de ser livres. 
   As meninas, em geral, vem se rendendo ao modo mais simples de viver e aprendendo a amar os seus cabelos da forma como eles vieram, ou seja, aceitando os cachos, o volume, a textura, e os mais diversos atributos que nasceram com os seus fios capilares. Por conta de todos os padrões e o enorme histórico em esforços para mantê-los dentro de um molde, muitas pessoas se espantam ao notar que alguém próximo passa a adotar o seu cabelo in natura. (Sempre quis entender o espanto dessas pessoinhas. Primeiro que não é o cabelo da pessoa em questão, segundo que: por quê lutar contra o que já nasce de você mesmo?)
   Eu sei que as pessoas pensam que é coisa boba de menina apenas começar, do nada, usar o nosso cabelo natural. Mas é o seguinte, quando você é natural isso significa que mais de você está exposto e você tem que ser mais corajoso do que parece para expor a si mesmo. Você precisa de muito mais para parar com o uso das químicas, isso consome nossos círculos de segurança e isso é algo que ninguém fala sobre porque, no final do dia, as pessoas veem tudo como apenas cabelo mas na verdade era uma jaula e agora você está se libertando.

   Na Resenha Musical de hoje trago DNCE para vocês. A mais nova banda do ex-Jonas Brothers, Joe Jonas. Junto com Cole Whittle, JinJoo Lee (a única menina do grupo) e Jack Lawless, Joe formou a banda no ano de 2015. 
   O primeiro single deles foi a música "Cake by the Ocean" e a tal fez muito sucesso atingindo as paradas de sucesso super rápido. Não demorou para a banda lançar o seu primeiro EP que se chama "Swaay" com quatro faixas que podem ser encontradas no disco que eu resenho hoje.
   DNCE foi lançado em novembro de 2016, com duas versões a explícita e a clean, ambas as versões tem 14 músicas, contando com somente um feat.
   Agora vamos as faixas que eu destaco.

  • DNCE - é a primeira música do disco. Acredito que essa é a faixa que realmente mostra o objetivo do grupo. É dançante e divertida, realmente passando essa mensagem com a letra.
  • Cake by the Ocean - é um single que todo nós já conhecemos porque foi a música da banda que mais explodiu. Tem um duplo sentido bem escondido e tem uma pegada bem divertida.
  • Toothbrush - outra música que tem uma vibe para cima. A banda chamou a modelo Ashley Graham para ser a musa de Joe Jonas no clipe da música. Gosto de pensar que a mensagem dessa música é algo bem moderno, porque fala sobre os relacionamentos atuais e sobre as dinâmicas que casais passam. Aqui em baixo você pode conferir o vídeo dessa música.
  • Blown (feat. Kent Jones) - o que me atrai nessa canção é a sua melodia. Acho bem para cima e o rap de Kent Jones só realça isso. Sem contar que ela tem uma coisa que me lembra filme de comédia e algo de comercial também. Simplesmente adorei ela.
  • Good Day - é canção perfeita para quem quer a vida good vibes. Juro que até agora não sei de nenhuma música mais de bem com a vida que essa. Olha que tem até citação de momentos ruins mas é como a música diz: "Today is gonna be a good day, don't care what anybody else say". 
  • Almost - uma balada romântica sem ser romântica. Almost é uma ode ao que um relacionamento poderia ser, sobre como você QUASE deu certo com aquela pessoa que você gostava.
  • Truthfully - mais uma música que tem tudo para ser romântica, mas não se engane. Não, ela não é nada disso. Esta faixa aborda aquele amor injusto. Sabe quando você gosta mais do seu parceiro do que ele gosta de você? Pois é, eu não sei, mas alguém deve saber. E quem sabe como é isso vai se reconhecer nessa música. 
  • Zoom - amo a vibe praia da melodia dessa música. Ela me dá vontade de dar uma volta de bike e ao mesmo tempo ir à praia. A música tem esse sentimento estampado até na letra. Zoom é sobre alguém que quer realizar todos os seus sonhos de viagem. Eu sou o tipo de pessoa que amaria ver um clipe dessa música com Joe e o pessoal da banda correndo de aeroporto em aeroporto e com várias cenas gravadas em cidades diferentes, mas já me conformei com essa utopia que só vai acontecer na minha cabeça.
   Espero que vocês tenham curtido o som da DNCE assim como eu. Definitivamente vai tocar muita música deles nas minhas festas. Comente a sua música favorita do disco! Ops... quase me esqueci, se você clicar aqui pode ouvir um stream do álbum resenhado e clicando aqui pode conferir o stream do EP deles, o Swaay.
   Até o próximo post. Divirta-se com o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. É isso gente!! Beijocas, amores!!! x

   Eu amo poesia e poemas. Amo mesmo. Até quando não tenho a menor ideia do que o tal do eu lírico quer me dizer. Atualmente é muito difícil ver pessoas interessadas em nesse lado da literatura. Eu mesma comecei a escrever nesse ramo. 
   Eu acredito que os poemas e poesias são uma das maneiras mais bonitas de se expressar e relatar seus sentimentos.
   Sem mais rodeios, o post de hoje claramente é sobre poesia/poemas. Resolvi compartilhar a minha maneira de sempre estar em contato com o esse gênero de maneira simples e moderna.
   Como assim, Anmi? Assim ó, tudo o que você precisa ter é uma conta no Instagram. Sim, é só isso mesmo.

   Para ajudar vocês eu vou indicar os meus autores favoritos que por um acaso escrevem em inglês. Sorry, not sorry.

  • R. M. Drake - ele escreve poemas e frases sobre muitos temas. É impossível ler algo dele e não se identificar com suas palavras. Várias celebridades curtem e seguem o seu trabalho. Atualmente, nenhum de seus livros está a venda no Brasil, porém um modo de ler um pouco do trabalho dele é pelo seu Instagram, Twitter ou página no Facebook. Aqui em baixo vocês podem conferir um dos meus textos favoritos dele.
às vezes, os melhores sonhos são aqueles
 que o seu coração tem medo.

   A legenda na foto é tradução livre, já que, como eu já disse antes, o trabalho de R. M. Drake não é comercializado no Brasil. Para saber mais sobre ele e adquirir seu trabalho é só ir no Instagram, Twitter, Facebook e na loja virtual dele.
  • ATTICUS -  o perfil dele também é muito conhecido. Uma curiosidade, ele escolheu o nome de um filósofo grego para ser o seu pseudônimo. Assim como o R. M. Drake ele é super conhecido e várias pessoas tattoam seus dizeres. Aqui em baixo tem um de seus poemas.
Palavras vão arranhar mais corações que espadas.

  • AVA. - é uma poetisa que descobri a pouco tempo. Adorei o trabalho dela e por isso estou aqui o enaltecendo. Ela também tem livros publicados mas como os autores já ditos acima, nenhum deles é publicado aqui no nosso país. 
pare de medir a si mesmo contra as imagens que a sociedade tem te dado.
você não pode ser medido.
quando você se livrar da imagem que você acha que deve ter,
você será livre para ser tudo o que é.
ache a coragem para se libertar
e
você será imparável.
   Lindo esse poema, não? Acho esse super inspirador, ainda mais quando levamos em conta toda nossa atual sociedade. Para descobrir mais sobre a AVA. cheque o seu Instagram e a sua loja na Etsy

   Espero que vocês tenham gostado das indicações e comentem quais são os seus autores de poesia que você mais gosta.
   Por essa sexta-feira é tudo o que eu tenho. Deem uma olhada no meu Instagram e no Instagram do blogTwitter, meu canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr, enquanto esperam pelo próximo post. Beijocas, chuchus. x  🌻


   Em um dia totalmente atípico eu parei pra ouvir esse álbum. Dia atípico por quê? Levei meu celular pra academia e isso não é um costume meu. Eu não gosto de malhar com o celular perto, ainda mais quando tem WiFi lá e vejo muitas pessoas malhando de qualquer jeito só para conseguir tirar uma foto meio suadinha com aquelas legendas "#focoforçafé #agoravai #projetoverão". Simplesmente detesto, acho o cúmulo do dinheiro gasto. Por conta do improviso que houve acabei pondo os fones de ouvido e dando uma chance ao novo disco do Bruno Mars. 
   Posso dizer que surpresa é o minimo que fiquei, e olha que não foi por duvidar do trabalho de Mars, pelo contrário, por conhecer a sua fama no longo ramo musical que ele surpreendeu-me. Dessa vez com um disco curto (só 9 faixas, eu quase chamo de EP), ele volta com muito swag e melodias dançantes.

   Agora vamos resenhar sobre o disco todo, porque 9 faixas é muito pouco para se escolher uma favorita.
  • 24K Magic - de cara se tornou um hit e foi o responsável pela a boa impressão que a volta de Mars fez. É um hit contagiante e que com toda certeza em algum ponto faz você dançar. O clipe não poderia deixar de ser algo novo já que tem muita ostentação e de certa maneira se conecta com a proposta de Uptown Funk. aqui em baixo tem o vídeo e você pode ver se não tem a vibe ostentação forte.
  • Chunky - tem uma batida super boa que lembra músicas de discoteca em alguns momentos. É cheia de referências do mundo fashion e cheio de afirmações sobre o tipo de garota que ele quer.
  • Perm - Perm é uma referência à um tipo de procedimento capilar que fazia muito sucesso por volta dos Anos 70-80, que é a escova permanente. Pelo o que eu consegui captar da música, ela fala, de uma certa maneira e em algum momento, em como deixar umas atitudes permanentemente na sua vida.
  • That's What I Like - gosto muito dessa música, sem nenhum motivo em especial, apenas gosto da vibe boa que ela passa.
  • Versage On The Floor - é uma música bem romaticazinha, bem casalzinho e com uma leve insinuação sobre o que vão fazer quando o vestido da Versage (que é uma marca super famosa de roupas) estiver no chão.
  • Straight Up & Down - mais uma música casalzinho, mas essa tem uma conotação mais sexual.
  • Calling All My Lovelies - é uma das minhas favoritas por conta da melodia e dos vocais dessa música, realmente me conquistaram.
  • Finesse - o que gosto mesmo dessa é o refrão, eu acho que ele realmente gruda.
  • Too Good To Say Goodbye - essa é a música que mais se parece com as que Mars já lançou previamente e por ser última música do disco, sempre que ouço me vejo pulando ela porque não gostei dela.
  Chegamos ao fim de mais uma resenha. Espero que tenham gostado. Como de costume se você clicar aqui vai cair no stream do Spotify desse álbum. 
 Por essa sexta é só isso. Fiquem com esses links para se ocupar até a próxima sexta: o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr.

Não sei o motivo, mas de alguma maneira sou uma pessoa simples. 
É esquisito admitir isso. Principalmente porque o mundo é repleto de pessoa com muito menos que eu. 
Quer dizer, perto de muitas pessoas que passam fome e encaram dificuldades maiores que não saber o que vestir por não ter não ter o que vestir é visível que não sou tão simples assim. 
Porém eu sou. 
Sou mesmo. 
Ando com roupas de liquidação - nenhuma de marca, talvez uma de marca -, mas é tudo de cor sólida: preto, branco, cinza. 
Gosto de andar nos transportes públicos: adoro metro, ônibus, porém nunca andei de trem, pelo menos não no Brasil.
Faço muitos programas culturais, todos de graça, desse jeito já vi tudo de todos os melhores artistas.
Meu cinema é o do dia mais barato, mas o filme é legendado porque quero ter certeza sobre o que o Brad Pitt diz. 
O inverno é a minha estação, o momento perfeito para usar o casaco quase vintage que meu pai usou nos nossos passeios pela Cidade Luz nos Anos 2000. 
Ah mas o verão... 
Não, o verão não. 
Tudo se torna muito amarelo, não há vento, tudo derrete e vira pegajoso. 
Céus me protejam da tendência pró-nudismo que as pessoas resolvem usar por aí. 
E as músicas de verão?, não há paz nas notas nacionais de qualquer coisa que toque na mídia. 
Quem aguenta 40 graus? 
Quem aguenta o verão musical? 
Certamente não eu. 
No fim das tardes de verão, gosto de sair da aula e tomar o ônibus para ir para casa. 
Com sorte sento-me em lugar vazio ao lado da janela. 
Saco os fones de ouvido e os plugo no celular. 
Frank Sinatra começa a cantar. 
Música após música ele consegue apagar a atmosfera de verão do ar. 
Contudo, o ápice da minha amnésia é quando lá fora está fazendo 40 graus e nos meus ouvidos Sinatra canta Strangers In The Night e os meus olhos podem apreciar um pôr do sol bem laranja no céu.
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   Esse foi o post dessa sexta. Esse texto foi escrito por mim, mas não tem nenhuma pretensão de ser nada além do que ele é, se é que ele é algo. Nesses links (meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr) você pode matar o tempo até o próximo post. Beijocas, chuchus. x


   Pessoal, eu estava com saudades de uma boa resenha musical e por isso cá estou eu. O álbum escolhido foi Illuminate do Shawn Mendes. Para quem não tem ideia de quem ele é, eu vos apresento.

   Shawn Mendes começou a ter visibilidade na sua carreira musical através das redes sociais, principalmente o extinto Vine. Ele postava vídeos de covers como vários artistas fazem no YouTube. Depois de ter feito um contrato com a sua atual gravadora ele passou a ser mais reconhecido pela industria musical.
   Illuminate é o segundo álbum (o primeiro foi Handwritten) e, na minha opinião cheio momentos em que você pode perceber quem são os grandes influenciadores na vida musical dele, e eles são: John Meyer, Bruno Mars, Garth Brooks, Justin Timberlake e Led Zeppelin.
   A resenha é sobre o Illuminate (Deluxe) e esse disco tem 15 faixas, sendo a décima quinta a versão acústica de Mercy. Os grandes hits desse disco são Mercy e Treat You Better que todo mundo conhece (é sério, até minha mãe quer saber o essas duas músicas dizem). Ah, antes que esqueça durante todo o álbum vocês não vão ver feats. Parece que Shawn não é muito fã de parcerias, exceto "I Know What You Did Last Summer" com a ex-Fifth Harmony, Camila Cabello.
  Agora vamos as faixas que eu mais gostei desse álbum.
  • Ruin - é a primeira faixa do disco. O que me fez escolher essa música foi justamente sua familiaridade com outra faixa do álbum, "Don't Be A Fool". Em ambas as músicas,  influência de John Meyer no som dele é muito visível. 
  • Mercy - não tinha como deixar de fora essa música. Mercy é muito sentimental e com certeza é uma música que é para dor de cotovelo. Shawn foi arrasado quando ele teve inspiração para essas letras.
  • Treat You Better - essa eu considero como uma música de desesperado. A música é linda na voz de Mendes, mas isso não tira o tom de desespero dele quando a canta. É claro que ele tem cantar assim para passar a mensagem de que ele é melhor que o outro carinha que a menina que ele quer está, mas mesmo assim, acho que de tanto tocar ela já perdeu a graça. Uma dica: é ótima para cantar no chuveiro. 
  • Like This - é sobre rejeição, mas também é sobre não conseguir fugir do que sente. Pelo o que essa música diz, ele aceita o que sente e prefere se entregar ao sentimento e não lutar mais contra a isso.
  • Lights On - sem dúvida uma das minhas favoritas. Lights On me conquistou pela sua sutilidade. Shawn Mendes nessa música conseguiu ser sexy sem ser vulgar. A letra dessa música é forte mas muito delicada, ele certamente tratou de um assunto meio tabu que fazer sexo de luzes acesas. Tem toda uma discussão sobre esse tema, mas o importante é o que essa música passa. Nela Mendes declarou preferir amar sua mulher de luzes acesas pois quer ver cada pedaço dela. Bom, se isso não é ser direto eu não sei o que é. 
  • Honest - essa é mais uma música onde a influência de John Meyer é visível. O que mais gosto dela é o fato dela falar sobre ele ser honesto com a menina em relação ao que ele sente. É muito difícil ver meninos cantando sobre isso. Na verdade, é complicado ver eles sendo isso com as meninas, cantar é fácil. 
  • Patience - mais uma favorita minha. Paciência é tudo que Shawn não quer perder nessa música. Ele está com uma menina que é volúvel e não consegue se decidir em como agir com ele. É como se ele desse uma última chance dela se resolver porque está perdendo a paciência com esse joguinho. 
  • Understand - favorita de todas. Amo o discurso que tem no meio dessa música. É sobre você querer entender quem você é, sobre como sempre nos questionamos e buscamos ter certeza de quem nós somos. Definitivamente é a faixa mais tocante de todas. 
   Isso tudo foi o que eu destaquei do álbum. Deixe um comentário sobre qual foi a sua música favorita. Ah, se você clicar aqui vai ser direcionado ao stream do álbum no Spotify e como faço sempre todas as músicas citadas ao longo do post tem seus links. 
   Por essa sexta-feira é só. Para matar a saudades de mim é ir no meu Instagram e no Instagram do blogTwitter, meu canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas, amorecos. x 

   O título desse post é bem sugestivo, por isso hoje eu vou explicar direitinho o que é essa coisa de Bullet Journal e por quê virou uma febre.

   Eu descobri os Bullet Journals por um acaso na Internet, mais precisamente no Weheartit com uma coleção de fotos sobre estudos e materiais de papelaria. Com isso passei a notar os cadernos e as formas com que as pessoas tomavam nota das coisas, até que comecei a ver um padrão. Até então eu não sabia sobre o que aqueles cadernos eram, até parar no YouTube e ver que muita gente de fora já estava super usando os Bullet Journals. Depois de ver muitos e muitos vídeos, posso confirmar que fiquei apaixonada e comecei a pesquisar mais sobre o assunto. Isso me leva a exatamente esse post.

   Para começar, eu vou responder umas coisas que vocês devem querer saber. 
  • O que é um Bullet Journal?
   Essencialmente, é um planner que ganha um quê de diário. É um método de tomar notas e usa canetas com a ponta bem fininha para criar os pontos de marcação, tipo os que estão no início dessa pergunta. Você vai lembrar muito das suas listas de coisas para fazer. 
  • Onde surgiu?
   Ele apareceu com o designer Ryder Carroll, que passou a usar o papel para tomar nota de seus projetos e suas To-Do Lists. A partir disso, Carroll desenvolveu o seu próprio método de registrar suas ideias, projetos e atividades do dia-a-dia e quando se deu por satisfeito começou a espalhar com o nome de Bullet Journal. Ele até criou um site oficial sobre o assunto que é o www.bulletjournal.com.
  • Por que ter um?
   Primeiro que eu quero me desafiar. Bullet Journal é algo que não é tão simples, mas se você visitar o Instagram, ou até mesmo o Google Imagens, e pesquisar sobre Bullet Journal você vai ver que é lindo e pode ser divertido. Uma das minhas metas de 2017 é me organizar mais e eu vi no Bullet Journal essa chance, o empurrão que me faltava. Sem contar que para os amantes de DIY é uma ótima pedida já que você compra um caderno em branco e parte para a customização. Além do mais, você que é amante de fazer To-Do Lists vai poder elevar elas a um nível bem maior.
   Até que eu chegasse nesse nível raso de entendimento sobre o assunto tive que pesquisar muito, hein. Foi muito mesmo. Entrei no site oficial do Bullet Journal - que já tem link ali em cima -, li essa matéria do Buzzfeed USA, um amigo me mandou esse post em português do blog Vida Organizada. Tudo isso só me ajudou a ficar mais focada em ter um desses para chamar de meu. 

  Agora que vem a surpresaaaaa!!! Que nem deve ser tããoo surpresa assim, já que eu fiz um post todo sobre isso e só no parte do "Por que ter um?" eu dei uma dica grande..., enfim:

🎉🎊 EU VOU TER UM BULLET JOURNAL!!! 🎉🎊

   Vamos aos detalhes sobre essa empreitada. Tudo, eu disse T-U-D-O, vai ser documentado no blog e no Instagram dele, mas podem ficar de olho no meu porque com certeza vai ter coisa por lá também. Esse é o primeiro post da série "Anmiventura - Bullet Journal". (Estou sabendo que esse nome é ridículo, mas foi tudo que a minha criatividade me permitiu. Caso você tenha uma ideia melhor, favor compartilhar!) Vou usar as tags #BulletJournaldaAnmi e #SinceranmiBulletJournal para concentrar os meus posts no Instagram. É claro que eu quero que vocês compartilhem suas ideias e pensamentos sobre o Bullet Journal nos comentários e lá no Instagram. Aqui já tem uma página dedicada só aos posts relacionados as minhas Anmiventuras (misturei meu nome e aventura) e o espaço do bullet journal está garantido assim como a tag aqui no blog só pra isso. 

   Ah, quase me esqueci de avisar, quarta sim/quarta não (semana sim/semana não) vamos ter algo novo sobre essa série, esse é o primeiro post, na próxima semana tem algo diferente no lugar, mas mesmo assim sempre com posts as sextas então não deixem de ficar ligados. 

   Ufa, acho que por hoje chega, não? Até a sexta-feira, você pode ficar de olho no meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas, amorinhas! x 🌻

   Como estão depois dessa virada de ano? Eu estou bem e espero que vocês também. Vamos ao primeiro post desse ano? Sigam-me.
   Parece que 2017 veio para abalar aos calendários. Ele está todo baladeiro, só quem tem um calendário mágico, uma carteira com muitos fundos e um pique forte para sobreviver a esse ano.

   Sente só quantos eventos:
  • Bienal do Livro no Rio de Janeiro;
  • Rock in Rio;
  • Shows de vários artistas (como o Evanescence);
  • Música nova do Ed Sheeran (não aguentei, amo esse ruivinho demais 💗💗💗);
  • Lollapalooza Brasil.
   Okay, não são muitos, mas só eles já pedem muito da gente.

   Além disso tudo eu estou pensando em coisas legais para o blog e o vlog. Por um tempo vocês vão ver posts todas as sextas, bem organizadinho e tudo lindo, porque eu fiz literalmente um mutirão comigo mesma para arrumar todos os próximos posts que vocês vão ver. O técnico vai me tirar muito tempo, de uma forma que eu não sei se vou sobreviver, mas vou tentar. Enquanto eu me mato no técnico, vocês podem curtir vários posts todas as sextas.

   Ah, só os espertos vão perceber que houve uma mudança no tema do blog. Afinal, ano novo pede uma cara nova. Antes que me esqueça, eu tinha abandonado o Instagram do blog, maaasss voltei com ele. Vai ter uma cara mais legal, ou pelo menos eu vou tentar dar essa cara a ele. 😉

   O que não muda é são os links para vocês esperarem por novos posts durante a semana. Tem o meu Instagram e o Instagram do blogTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr. Ou seja, pela listinha da frase anterior tem muita coisa para vocês verem nesse meio tempo.

   2017 trate vocês bem, porque está difícil existir nesse mundo. Beijocas e até o próximo post. x

   Todo fim de ano as pessoas gostam de fazer balanços e observar como o ano, que já está quase indo embora, foi. Eu, Anmi, diria que é melhor não fazer isso com 2016, já que muitas coisas ruins aconteceram. Os bons momentos que me perdoem, porém 2016 foi um ano desastroso. Literalmente.

   Como disse antes tem gente que gosta de analisar o que fez no ano que termina e se planeja para o próximo ano que está chegando. Tem gente que faz até promessa. Eu não tenho tempo para promessas que não vou cumprir. E vocês também não deviam ter. Uns até gostam de simpatias para atrair coisas boas para a sua vida no novo ano, mas não eu.

   Se tem algo que a cada virada de ano eu aprendo é que tudo o que acontece no ano que se inicia tem muito a ver com o seu posicionamento em relação a sua nova oportunidade de viver. Porque cada ano é uma nova chance de se aprimorar e mudar, de ser diferente e aprender alguma coisa nova. Tudo é uma questão de estar aberto, de se permitir, de dar espaço ao inesperado. 

   É claro que em 2016 muitas lições já foram ensinadas e possivelmente todos aprendemos algo, mas para que esse processo de evolução (para melhor) continue ocorrendo temos que manter a mente pronta para tudo o que vier em 2017. 

   Particularmente, eu tracei metas para 2016 e não tenho vergonha de dizer que fracassei em muitas delas, mas não por falta de chances para realizá-las e sim por falta de vontade de por elas em prática. Ou seja, só não fiz porque não quis. 

  Como nada nessa vida é simples, é claro que existiram vários ups & downs nesse ano que está partindo e muitas dessas subidas e descidas virão em 2017, contudo cabe a cada um de nós nos mantermos firmes para os próximos desafios. 

  Sem mais delongas, eu gostaria de desejar a cada um de vocês (incluindo a mim mesma) um 2017 maravilhoso, repleto de coisas boas e de lições de vida importantes. Que cada um de vocês possa aprender algo novo e ensinar aos demais algo novo também. Que façamos a diferença na vida das pessoas próximas a nós e que saibamos estar com quem nos ama de verdade. Que os nossos sonhos se tornem cada vez mais reais. Que através de nós o mundo possa receber mais amor e paz e menos guerra e confusão. 

   Isso é tudo que por essa sexta. Até ano que vem. (EU JURO QUE NÃO QUERIA FAZER ISSO, MAS O ESPIRÍTO DAS PIADAS DE TIO TOMOU CONTA DOS MEUS DEDOS NESSE MOMENTO.) Ah, e até lá fique com esses links  (InstagramTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e a fic no Wattpad ou no Tumblr) para esperar o primeiro post de 2017.


Feliz Ano Novo! Que todos os seus sonhos do último ano se tornem realidade durante esse novo ano.

Nada mais lindo que Hogwarts em clima de Natal, né?

Sinceranmi hoje veio desejar um final de semana natalino maravilhoso para todos vocês! 

Que nesses dias que estão vindo vocês possam estar cercados por pessoas que amam e ter momentos maravilhosos com elas.

Ah e não me custa nada desejar presentes incríveis também. Espero que Papai Noel capriche esse ano.

É isso, chuchus. Esse ainda não é o meu último post do ano mas ele tá para chegar e enquanto vocês esperam por ele que tal dar uma conferida nesses links: InstagramTwitter,  meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e ler a fic no Wattpad ou no Tumblr. Todos eles te levam a uma forma nova de entretenimento que eu produzo. Divirtam-se, beijocas e mais uma vez FELIZ NATAL!!! x

 No post de hoje venho enaltecer o trabalho musical dessa banda maravilhosa: BΔSTILLE (Bastille)Eu até mesmo arriscaria dizer que é uma das minhas bandas favoritas e quem me conhece sabe que eu não tenho muitas coisas como favoritas. 

   Wild World é o disco mais recente da banda. Ele contém 19 músicas e todas autorais. De acordo com o iTunes, é música alternativa e sou obrigada a concordar porque é alternativo mesmo. 
   Antes da resenha em si, gostaria de ressaltar que a minha paixão por BΔSTILLE surgiu quando eu esbarrei no videoclipe da primeira música deles que escutei em 2013. Flaws me surpreendeu e me cativou de uma maneira que não pude deixar a banda de lado. O que me faz amar BΔSTILLE são as suas letras. Toda música deles me faz refletir em tudo que tenho, no que sinto e até mesmo na vida como um todo. 
   Agora que já contei sobre como me apaixonei pela banda posso dividir o que penso sobre cada faixa do álbum.
   Assim como tudo o que os artistas fazem é superimportante entender as referências e (quase) toda letra de música dessa banda, em especial, tem alguma referência e é incrível que eles têm um jeito de fazer isso naturalmente. Como disse antes, todas as músicas são autorais e nesse álbum as ideias de Dan Smith, um dos membros da banda, estavam afiadas.
   O disco anterior, lançado em 2013, intitulado Bad Blood tinha uma vibe mais dark e pesada. Tinha algo que sempre ficava no fundo da nossa mente, pelo menos para mim. É repleto de músicas marcantes e é bem difícil ter que dizer qual é minha música favorita desse disco. Já no Wild World não é tão diferente, ainda não posso escolher minha música favorita, mas o disco tem uma levada totalmente diferente. Não diria que é mais feliz que o anterior, porém tem músicas mais agitadas e, de certo modo, animadas que às vezes podem encobrir letras profundas. Mas é o que dizem: para bom entendedor, meia palavra basta.
   Então vamos as músicas que eu destaco desse álbum. Lembrando que eu tenho muita dificuldade de escolher músicas dessa banda.

  • An Act of Kindness: é bem reflexiva e fala sobre atos de bondade. Ela começa bem misteriosa e depois ganha mais ritmo no refrão. A letra reflete muito sobre esses atos de bondade que acontecem, em como eles são raros, como essas ações marcam a vida de uma pessoa. A letra é tão profunda que inclusive mostra como a pessoa que presenciou/vivenciou tal ato se sentiu durante o momento. 
  • Snakes: uma das melhores músicas desse disco. Ela traz uma situação bem comum entre nós meros mortais. Na letra há a famosa dicotomia entre nossas preocupações/responsabilidades e a nossa vontade de resolver tudo (vontade que ás vezes chega ser menos zero). Outra coisa que amo é a forma com que é personificado tudo o que nos preocupa usando as cobras (snakes, né?), não acredito que lá na Europa exista a famosa frase "se fosse uma cobra te mordia" para se referir a algo que está tão próximo de nós que não percebemos, exatamente assim que essa música trata os problemas, como algo tão perto que pode nos machucar. A melhor parte da letra é o refrão (essa parte fez com que eu me sentisse mais humana ainda e muito feliz por ter gente que também sente como eu quando tem que encarar algo na vida).
  • Way Beyond: traz a luz a questão do uso excessivo de tecnologia e da cultura blasé que as cidades trazem consigo. A sua melodia é super para cima, mas a sua letra dá recados importantes como por exemplo refrão quando diz: "it only matters if we care now, if you're way beyond that, then I'm gonna dust you off of my shoulders" (Isso só importa se nós nos importamos agora, se você está muito além disso, então eu não vou mais me importar com você). Uma das músicas que mais me viciou desse disco.
  • The Currents: na minha humilde opinião é uma das músicas mais atuais que alguém poderia escrever, porque fala exatamente sobre os vários episódios que a cultura do ódio tem produzido, sobre como existem pessoas que não estão dispostas a ouvir as outras e a entender o ponto de vista delas sobre um determinado assunto, sobre como tem falta de empatia. Só que não é tão direto assim, a música usa o discurso de ódio que muitas pessoas têm feito sobre os mais variados assuntos para ilustrar como a visão deles afeta as outras pessoas. 
  • Warmth: essa é a música da sorte do álbum, porque é dela que vem o nome do disco. Warmth é sobre o sentimento de segurança que a cidade nos tira, sobre nunca nos sentirmos acolhidos. A ideia de que o mundo é selvagem é exatamente perfeita porque no fim das contas é isso aí mesmo, o mundo é selvagem, frio e perigoso. Essa música expressa o que um abraço pode passar, o que a segurança que estar nos braços de alguém que você considera importante pode nos trazer.
  • Lethargy: em bom português a música se chama letargia, que pode ser dita, segundo esse link, como "desânimo; ausência de ânimo; excesso de preguiça". Essa é uma música com melodia super good vibes mas como sempre a letra toca num ponto que não paramos para pensar bem: o ânimo para realizar atividades. Eu posso afirmar que tenho sérios problemas de ânimo (quase sempre é falta dele mesmo) para cumprir as tarefas no decorrer do dia. Essa música toca nesse ponto e é ela dá a sensação de que é tudo muito corrido, rápido e sobre como sempre queremos não nos preocupar com tudo em todas as horas.

'Cause it's easier to bury   (Pois é mais fácil enterrar)
My head in the sand sometimes   (Minha cabeça na areia, às vezes) 
 Yes, it's easier to bury   (Sim, é mais fácil enterrar)
My head in the sand sometimes   (Minha cabeça na areia, às vezes)
And I know, I know, I know   (E eu sei, eu sei, eu sei)
It's not the right way to go   (Que não é o caminho certo a seguir)
But I pray for the ground to swallow me whole   (Mas eu rezo para que o chão me engula inteiro)
        Perceberam do que estou falando?


   O disco deluxe tem dezenove músicas e essas foram apenas as que mais me conquistaram, as que não tinha como não tirar do replay e passar um segundo sem cantar um pedaço delas (minha amiga Ana - beijo Ana <3 - que o diga, porque passei uma prova inteira cantando isso no ouvido dela). 

  Como o post está chegando ao fim vou deixar vocês livres para ouvirem o álbum e depois comentar o que acharam dele. Ouça o Wild World (Complete Editition) e ouça o Bad Blood - primeiro álbum da banda - no Spotify. Como sempre tem links em todos os nomes de músicas que eu citei.

  Por hoje é tudo o que eu tenho a mostrar. Para se entreterem até o próximo post é so me seguir no InstagramTwitterYouTube e ler a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas chuchus!!! x