Last.fm é um site que tem como conceito principal a ideia de um rádio online. Se ele tivesse que ter uma nacionalidade, seria a do Reino Unido e seu ano de nascimento é 2002.
Estou utilizando esse site desde 2012 e ele é maravilhoso! Particularmente o que me atrai é o serviço de scrobble de música que eles fazem. Antes de conhecer eles, eu vivia me perguntando quem era o artista que eu mais ouvia, qual era música que eu mais ouvia, mas depois de conhecer eles todas essas dúvidas sumiram.
Os principais recursos do Last.fm são:
Scrobbling: que é quando o Last.fm informa qual música você está ouvindo, quantas vezes você já ouviu aquela música e ao artista. "O scrobbling nos ajuda a saber quais músicas você ouve com mais frequência, de quais músicas você gosta mais, quantas vezes você ouviu um artista em um período específico de tempo, quais de seus amigos têm gostos musicais parecidos." Atualmente, é possível fazer o scrobble por apps e plugins oficiais e ele capita as informações de vários reprodutores de música, como o Spotify, YouTube, iTunes, Play Música, dentre outros players.
Recomendações: o site fornece recomendações de artistas e músicas novas baseadas no que você ouve e também levando em conta o gosto musical similar de outros usuários. "A página faz uma lista das músicas que foram diretamente recomendadas ao usuários e grupos dos quais ele faz parte, blogs, e outros usuários que têm ouvido músicas parecidas recentemente. Há também uma rádio feita com músicas recomendadas que tocam músicas especialmente filtradas baseadas no que o usuário ouviu durante a semana. Os perfis dos usuários tem um Taste-o-meter que fornece um ranking da sua compatibilidade musical com a de outros usuários."
Tags: através das tags você descobre mais artistas do mesmo gênero, pode navegar em locais voltados para o tema escolhido, além disso as tags ajudam a organizar e facilitam a vida dos visitantes. É um recurso que existe de 2005, ou seja, é bem antigo nos conceitos do site.
Eventos: é algo que vem desde 2006 e procura os shows/eventos/apresentações dos artistas que você ouve localizados próximos ao usuário.
Para se beneficiar dos recursos do web site tem que fazer cadastro, com perfis gratuitos e pagos (os pagos só não tem anúncios, podem saber quem visitou o perfil e viram testadores de versões beta do site e aplicativo).
No próprio site tem indicações para todas as outras formas de utilizar o serviço. Aplicativos (para iOS e Android) e plugins (para os mais diversos sistemas operacionais) podem ser facilmente encontrados. Aqui em baixo vocês podem conferir como é a aparência do aplicativo para Android e do plugin para computador, respectivamente.
Essa é uma das áreas do aplicativo. Aqui você visualiza as músicas mais tocadas.
Essa é uma foto do plugin Last.fm para Windows
no computador.
Para terminar com chave de ouro, aqui segue o link do Last.fm para quem quiser conhecer mais sobre todo o site e se você clicar aqui ou aqui pode ter acesso ao link de download do aplicativo para Android e iOS, respectivamente.
Por essa sexta é só isso, mas até o próximo post você pode me seguir no Instagram, Twitter, YouTube e ler a fic no Wattpad ou no Tumblr. Beijocas chuchus!!! x
Finalmente, mais uma RM. Desta vez trago Tom Odell.
E quem seria Tom Odell? Ele é um britânico que faz música desde muito jovem. Aos 21 anos lançou o seu primeiro EP em um contrato com a Columbia Records. E ele tem como suas influências Elton John, Bob Dylan e Leonard Cohen e por conta disso suas letras são cruas e emocionais sendo comparadas com o estilo de Jeff Buckley. E ele não surge do nada, sua carreira na música passa pelo Instituto de Música Moderna de Brighton (Brighton Institute of Modern Music) e acredito que esses estudos lá são um dos vários motivos pelos quais lhe renderam diversos prêmios.
O álbum Wrong Crowd é de junho de 2016 e é classificado, pelo iTunes, como um álbum dos gêneros: alternativo, rock e indie rock. Contendo 15 faixas e nenhum feat, Tom Odell nos apresenta a sua "Turma Errada" (traduzido livremente por mim).
Vamos ao que interessa, ou seja, os destaques desse disco.
"Wrong Crowd": essa música tem um quê de rebeldia. Trata de como alguém sempre anda com a turma errada sem saber o porquê e sem poder se impedir de fazer isso.
"Magnetised": é sobre um "amor" impossível. Ele gosta dela, mas ela nem liga para ele. Odell aborda essa relação como uma atração, por isso o nome magnetised (traduzido livremente como magnetisado), como se fosse tudo uma questão de polos opostos, como um imã.
"Concrete": tem uma pega bem sexy (na minha opinião). Gosto de como ele enfatiza que não precisa de muito para estar com a sua amada.
"Still Getting Used to Being on My Own": tem uma vibe que me lembra blues e jazz. Essa fala sobre a recém separação de um casal, sobre como ele ainda está se acostumando a ficar sozinho e faz de tudo para tentar fingir uma rotina em que não transpareça que agora está sozinho.
"Jealousy": no começo, me passou uma ideia de que era uma música sobre dias ruins e meio sobre bad. Na verdade, se trata de uma canção sobre o ciúme. Ele conta como esse sentimento estragou seu dia e o momento que ele vive.
"Here I Am": é a música mais dançante de todas. Pela melodia, você pensa que é uma música alegre, mas não é bem assim. Transparece um fim de relacionamento, o qual é impossível resistir a vontade de voltar a ver a/o ex. O que me faz gostar dela é a melodia que é alegre.
Como sempre todas as músicas tem o link e se você clicar aqui vai sair direto no stream do álbum dessa resenha no Spotify. E já que estou me despedindo por hoje, até o próximo post você pode me seguir no Instagram, Twitter, YouTube (tem vlog nas Paralímpiadas) e ler minha fanfic no Wattpad e na versão interativa (só você clicar no nome de cada rede). Beijocas!!! :)
Deste que os Jonas Brothers (RIP meu fandom) se separam os irmãos Jonas seguiram com suas vidas. Enquanto Kevin virou pai de família e homem de negócios, seus irmãos Joe e Nick continuaram no ramo musical.
O segundo álbum da nova fase da carreira solo de Nick Jonas tem um título curioso e, porque não, totalmente identificável. Last Year Was Complicated é traduzindo, livremente, como: ano passado foi complicado. Realmente deve ter sido muito complicado na vida desse Jonas, pois renderam muitas músicas ótimas para o disco. Tal disco que foi lançado antecipadamente no Tidal, que é a plataforma de streaming de música do Jay-Z em parceria com demais artistas do ramo.
Tanto no iTunes quanto no Tidal o cd possui duas versões a clean e a explicit, eu sempre prefiro os álbuns no explicit e sobre esse álbum que vou resenhar no post de hoje.
Foi lançado em junho desse ano (2016) e na iTunes Store da Nova Zelândia existe a versão deluxe com o total de 18 músicas, sendo 6 delas faixas bônus e incluindo 4 feats.
Desde o primeiro sneak peak na música Close, Nick deixou bem claro que seria um disco com uma grande abordagem de ritmos e de letras diferentes. Já fazia um tempo que ele mostrava letras mais amadurecidas em suas músicas, vide o álbum que antecede este (o Nick Jonas - tem o mesmo nome do cantor).
As músicas que eu destacaria são:
Close (feat. Tove Lo): esse música foi a primeira indicação de que esse disco estava saindo. A letra de autoria da Tove Lo. que também é o feat da mesma. É bastante forte com uma melodia bem interessante. O vídeo dessa música é bem legal e até trouxe uns rumores de que os cantores poderiam ter tido um affair (que foi negado pelos dois, mas eu não duvido que eles se pegaram). Vejam o clipe no vídeo abaixo.
Touch: posso afirmar que essa é a letra que mais me surpreendeu. Não tem nada nenhum palavrão ou coisa do tipo, mas eu acho que a forma como ele insinua as coisas é muito maior do que se ele tivesse dito. A melodia também é marcante, tem um frescor que remete a um dia ensolarado de verão.
Bacon (feat. Ty Dolla $ign): essa com certeza é música que me fez arregalar os olhos com o seu título. A primeira coisa que pensei foi "ele tá de brincadeira comigo? Uma música sobre Bacon? Ele não tá bem!!" Mas não se tratava de nada disso, segundo o próprio Jonas em questão a música é sobre os melhores momentos da vida e tudo o que você tem que fazer para melhorar eles é adicionar um pouco de bacon. Eu ainda não entendo muito essa coisa que os estadunidenses tem com o bacon, mas aceito isso. Vale comentar o vídeo também, nele é possível ver um dos amigos de Nick e ex componente do elenco da extinta série Glee, o Chord Overstreet que aparece em uma das mesas do cenário (é o vídeo abaixo).
Good Girls (feat. Big Sean): adoro a letra dessa música, é bem reflexiva sobre as "meninas" de atualmente. Questiona sobre onde as boas meninas foram, sobre o quanto a sociedade/os homens obrigam elas a seguirem padrões.
Don't Make Me Choose: acho que é uma das letras mais profundas, na minha opinião. Fala sobre não ser julgado, não fazer as pessoas escolherem entre as áreas de sua vida e sim a aceitar elas como são em todos os aspectos.
That's What They All Say (Bonus Track): essa é uma das minhas músicas favoritas. Não tem uma letra incrível, mas a vibe dela é muito boa. Acho bem para cima e feliz.
Poderia ficar aqui nesse post comentando muito mais sobre o disco, poderia dizer que o clipe da música Under You tem a participação da maravilhosa Shay Mitchell (que está no elenco da série maravilhosa - Pretty Little Liars), poderia dizer que das seis músicas bônus três são os hits velhos do cd anterior (Levels, Jealous, Chains). Tirando tudo isso, o saldo desse disco é positivo. Todas as músicas são de uma qualidade alta e com melodias super boas e, na maioria das vezes, dançantes.
Por essa sexta é só!!! Até a próxima!! Não se esqueçam que tem os links de cada música em seus nomes e se você clicar aqui, pode ouvir o stream do álbum, no Spotify. Tem o meu Instagram e o meu canal no YouTube para me stalkiar. Beijocas!!! xx
Sou carioca, escorpiana e tenho 20 anos. Técnica em química e cursando faculdade de farmácia na UFRJ. Atualmente, meus hobbies são: ler, ouvir música, escrever, dormir e Netflix. Sejam bem-vindos ao blog e divirtam-se por aqui!