Morta de saudades eu estava de escrever posts em que eu resenho alguma coisa, principalmente uma Resenha Musical. Pois bem, dedico esse post para essa coisa que eu amo fazer que são as resenhas musicais. Demorou um tempo para esses posts voltarem porque estava sem nenhum tipo de fone, eu sei, eu sei, momentos muito muito tristes.
   Sem mais delongas, vos trago hoje o álbum de ninguém menos que Harry Styles, diga se de passagem o meu favorito da One Direction.
Bora lá conversar sobre esse hinário.
   O disco é o primeiro trabalho solo de Styles contém dez faixas com um total de zero feats. Harry é solo mesmo, sem collab. Mas o que não faltou foram colaborações nas composições, pois não há nenhuma música desse disco foi escrita 100% por Harold, todas tem pelo menos um co-autor.
   Apesar de ter uma vibe, no geral, alternativa o gênero é pop. Antes mesmo de lançar o primeiro single "Sign of the Times" e o álbum, as poucas pessoas que tiveram acesso ao trabalho já começaram a apontar as influências de grandes artistas, como: Elton John, Queen e os Beatles, sendo os responsáveis de tornar o som vindo de Harry algo digno de ser chamado de obra prima. 
   Agora vamos lá para o que interessa, vou compartilhar o que achei dessas 10 músicas. 
  • "Meet Me in the Hallway": Os violões dessa musica sao ótimos. Assim que a musica começa você sente uma vibe de misterio e ao mesmo tempo uma sensação de que está ouvindo um acústico. A voz solo de Harry ganha novas dimensões, é muito envolvente e dá para sentir a entrega dele ao cantar. A letra dessa faixa é super intensa pois fala de um relacionamento com uma pessoa que não se abre muito e Harry canta sobre como é doloroso ter que sempre ficar a espera de uma abertura. 
  • "Sign of the Times": Foi o single que marcou a volta dele as paradas de sucesso. Esta música inicialmente me chocou, pois a sua letra é de uma veracidade tangivel. Ela consegue traduzir exatamente como nos sentimos (pelo menos como eu me sinto) atualmente - sempre na eminencia de algo ruim e como se o fim de tudo estivesse próximo. Styles nessa canção consegue passar todo esse sentimento e realmente se entrega. Aqui embaixo vocês podem conferir o videoclipe dessa música que é com toda certeza um hino.
  • "Carolina": dizem as más línguas  que essa faixa foi escrita para uma fã, Townes Adair Jones (porque as Directioners são tudo agentes do FBI e da CIA), que ele viu apenas uma vez e tal menina é de um dos dois estados da Carolina lá nos EUA. A letra é leve, a melodia é bem gostosa. Sempre que ouço essa música, sinto como se ela fosse de um filme.
  • "Two Ghosts": mais uma faixa que eu não me espantaria nem um pouco se a ouvisse em um filme ou série. Gosto muito de como a sua melodia é algo que não parece novo, sabe quando você sente como se fosse algo familiar? Pois é assim que me sinto quando ouço essa música, uma mistura de "sempre te ouvi" com nossa que "guitarrinha gostosa". Eu adoraria dizer que essa é uma música específica para alguém, mas nem os fãs conseguem se decidir se é para Taylor Swift ou se é para o Louis Tomlinson. Diante de tanta indecisão fico com a resposta do Harry quando fizeram esse tipo de pergunta: "[...] self-explanatory".
  • "Sweet Creature": essa é uma música que desde que ouvi associei a Gemma, irmã de Harry. O tipo de amor que essa música me traz é um amor que não é o mesmo que um casal vive. Já li em uns lugares dizendo que a mãe dele chora com essa música, então eu realmente acho que é algo relacionado a sua família. Ah, só como curiosidade o nome da música é tirado de um fala escrita por ninguém menos que William Shakespeare em Othello.
  • "Only Angel": essa é a música que me iludiu muito, pois logo no começo tem um piano e fundo mais calmo que lembra muito a melodia de "Sign of the Times", mas do nada você escuta a voz poderosa de Harry acompanhada de uma melodia mais pesada em relação a anterior. A vibe é super influenciada pelo rock dos anos 70. Supostamente a música é sobre Kendall Jenner, agora é ela é uma das Angels da Victoria's Secret e a música fala sobre anjos então é só ligar os pontos. Curiosidade é que a primeira estrofe foram escritas por Charles Bukowski e que estão no filme Barfly, ou em português Barfly - Condenados pelo vício. Harry é muito fã desse poeta e de diversos modos o homenageia. 
  • "Kiwi": é música que demonstra a versatilidade de Styles. Com certeza é a música mais rock n roll desse álbum. O título diz Kiwi, mas não se enganem, não é sobre a fruta (como muitos acharam), não é sobre um passáro que não pode voar comum da Nova Zelandia, muito menos sobre os Neo Zelandeses (Kiwi é um termo coloquial que os gringos usam para se referirem a eles, tipo Aussie para os Australianos). A música fala sobre uma mulher (supostamente uma atriz neo zelandesa) bem bem bem bem bem rebelde pela qual ele se sentre atraido e que mesmo sabendo que ela faria de tudo para mante-lo ao seu lado (tipo dizer que está grávida dele, como o refrão da música diz), ele decide pagar para ver, ou seja, mesmo sabendo que no final ele vai acabar pagando caro por essa aventura. 
  • "Ever Since New York": aconteceu algo em NYC para mudar a vida desse menino. Sem dizer o que ou quem aconteceu, ele escreve uma música sobre o que dizem sobre ele e sobre como o que dizem não condiz com a verdade. ele passa a música toda pedindo que lhe digam algo que ele já não saiba. Mais uma vez, supostamente sobre a Taylor Swift e essa poderia ser a sua resposta final sobre esse momento de sua vida. Eu prefiro acreditar que seja sobre todas essas coisas que a mídia diz sobre os artistas, sempre buscando criar noticias quando publicam os rumores e nem sempre se preocupando em saber a veracidade dos rumores. 
  • "Woman": é a música mais sexy que desse disco. Tudo nela é muito bom e envolvente. A vibe rock mas que faz querer curtir a música com uma outra pessoa. Vou logo avisando que é sobre ciúmes, parece que Styles não sabe lidar muito com o fato da ex dele ter um cara agora porque ele ainda gosta muito dela. A intro dessa música fala sobre Netflix e foi gravada por um YouTuber chamado FrankJavCee, se você clicar aqui pode ver o Frank comentando sobre a sua aparição nessa faixa do disco. Harry disse em algumas entrevistas sobre o processo criativo desse álbum e durante esse momento ele e os componentes de banda faziam maratonas e mais maratonas de comédias românticas (é o gênero de filme favorito de Styles) em que no fim de cada filme eles tinham que escrever músicas sobre item assistido. 
  • "From the Dining Table": é uma música bem gostosinha de ouvir e tem um quê de adeus. você consegue sentir nela a despedida com um pouco de nostalgia. Esta é claramente sobre uma pessoa pela qual ele ainda tem sentimentos, mas que o relacionamento deles não vai voltar mesmo que ele queira muito ela não vai ligar pedindo desculpas (ele diz algo do tipo na letra). Ou seja, mais uma música de dor de cutuvelo. 
   Parece que o menino Harry arrasou na sua estreia não é? Pois quem gostou pode escutar o álbum no Spotify clicando bem aqui. Não esqueçam de comentar qual é a sua música favorita ou de me contar qual é o seu boy da One Direction favorito. Ah, fiquem de olho nesses links: o meu Instagram e o Instagram do blog, o Twitter, meu  canal no YouTube e os vídeos de Jay & Mi, e escolha onde ler a fic clicando aquiAté o próximo post!!! 

Finalmente, mais uma RM. Desta vez trago Tom Odell.
E quem seria Tom Odell? Ele é um britânico que faz música desde muito jovem. Aos 21 anos lançou o seu primeiro EP em um contrato com a Columbia Records. E ele tem como suas influências Elton John, Bob Dylan e Leonard Cohen e por conta disso suas letras são cruas e emocionais sendo comparadas com o estilo de Jeff Buckley. E ele não surge do nada, sua carreira na música passa pelo Instituto de Música Moderna de Brighton (Brighton Institute of Modern Music) e acredito que esses estudos lá são um dos vários motivos pelos quais lhe renderam diversos prêmios.

O álbum Wrong Crowd é de junho de 2016 e é classificado, pelo iTunes, como um álbum dos gêneros: alternativo, rock e indie rock. Contendo 15 faixas e nenhum feat, Tom Odell nos apresenta a sua "Turma Errada" (traduzido livremente por mim).

Vamos ao que interessa, ou seja, os destaques desse disco.


  • "Wrong Crowd": essa música tem um quê de rebeldia. Trata de como alguém sempre anda com a turma errada sem saber o porquê e sem poder se impedir de fazer isso. 
  • "Magnetised": é sobre um "amor" impossível. Ele gosta dela, mas ela nem liga para ele. Odell aborda essa relação como uma atração, por isso o nome magnetised (traduzido livremente como magnetisado), como se fosse tudo uma questão de polos opostos, como um imã.
  • "Concrete": tem uma pega bem sexy (na minha opinião). Gosto de como ele enfatiza que não precisa de muito para estar com a sua amada.
  • "Still Getting Used to Being on My Own": tem uma vibe que me lembra blues e jazz. Essa fala sobre a recém separação de um casal, sobre como ele ainda está se acostumando a ficar sozinho e faz de tudo para tentar fingir uma rotina em que não transpareça que agora está sozinho.
  • "Jealousy": no começo, me passou uma ideia de que era uma música sobre dias ruins e meio sobre bad. Na verdade, se trata de uma canção sobre o ciúme. Ele conta como esse sentimento estragou seu dia e o momento que ele vive.
  • "Here I Am": é a música mais dançante de todas. Pela melodia, você pensa que é uma música alegre, mas não é bem assim. Transparece um fim de relacionamento, o qual é impossível resistir a vontade de voltar a ver a/o ex. O que me faz gostar dela é a melodia que é alegre.
Como sempre todas as músicas tem o link e se você clicar aqui vai sair direto no stream do álbum dessa resenha no Spotify. E já que estou me despedindo por hoje, até o próximo post você pode me seguir no Instagram, TwitterYouTube (tem vlog nas Paralímpiadas) e ler minha fanfic no Wattpad e na versão interativa (só você clicar no nome de cada rede). Beijocas!!! :)