Nesta sexta-feira, gostaria de lembrar vocês que todo esforço positivo vale a pena. Como assim?
   Assim ó: quando você se empenha em fazer algo que só trará benefícios (para você ou não) e não prejudicará a ninguém, então é um esforço positivo. E isso eu gosto de chamar de esforço positivo.
   Eu digo isso porque, ultimamente, tenho me dedicado muito. Muito mesmo, num grau que eu nunca me imaginei vivendo, e querem saber tem valido a pena cada gota de suor que estou gastando. E por eu ter descoberto novamente o sabor da conquista resolvi compartilhar o que torna todo esforço mais agradável.

  1. Ser paciente. Isso é um dos principais segredos para qualquer conquista. Não existe algo pelo qual vale a pena lutar se a vitória for muito, muito rápida mesmo. Quando ganhamos facilmente, temos a tendência a não dar muito valor ao prêmio. Por isso, é importante e natural que qualquer coisa boa seja mais complicada de alcançar. Sugiro aos apressadinhos que comecem a pensar em estratégias para se acalmarem enquanto estiverem na sala de espera da vida.
  2. Sonhar alto. Ter um sonho alto, "impossível" é muito bom. Se por um lado ele pode te frustrar por não ter sido alcançado, por outro almejar algo muito inimaginável de se concretizar é essencial, pois dá o combustível para a vida. Ter muitos sonhos é importante. Ser um sonhador não é ruim ou ridículo. Ser um sonhador é maravilhoso, porque isso te torna uma pessoa com um objetivo de vida, com desejos. Não importa o quão grande o sonho é, ele um dia pode se realizar. E caso não se realize, não tem problema, afinal é exatamente para isso que devemos ter muitos sonhos para quando um não der certo, a gente pular para outro.
  3. Invista tempo. Ter vários sonhos é maravilhoso, mas é super necessário que nós façamos deles objetivos. E mais importante ainda é que haja um verdadeiro investimento naquilo. Temos 24 horas todos os 365/366 dias do ano por algum motivo. E vamos combinar que não é para você não fazer nada com todo esse tempo. Use-o para por em prática todos os seus sonhos, ou o use para pensar em modos de por seus sonhos no mundo real. Deve-se dominar o tempo, e assim você poderá concretizar qualquer coisa que queira. Confesso que estou aprendendo isso. Ainda. 
  4. Cerque-se de boas e verdadeiras amizades. Ter uma boa rede de pessoas que se importam com você também é necessário. Essas pessoas te dão apoio para conquistar seus objetivos. As verdadeiras amizades estão sempre dispostas a lutar com e por você, a te dar bons conselhos, a fazer criticas construtivas, e a te ajudar em qualquer momento. São essas pessoas que estarão do seu lado caso tudo dê errado no começo e/ou estarão lá para te dar uma mãozinha caso seja necessário durante o processo da vitória. 
   Posso estar esquecendo de alguma coisinha, mas não tem tanto problema, pois maior parte do segredo está aqui. Se você internalizar um pouco do que está escrito nesses quatro tópicos a cima, já é  um grande começo para coisas boas e positivas acontecerem. Não aconselho usar nada para prejudicar outras pessoas, porque não costuma dar muito certo, não quero dar muito spoiler do final, mas é você que vai acabar se ferrando. É como alguém disse e pintou pelos muros e viadutos da cidade do Rio de Janeiro: "Gentileza gera gentileza."
   Por essa sexta-feira é só. Até mais, chuchus. :)




Para o post dessa sexta-feira, estou trazendo, em homenagem ao final de semana, Jason Derulo que não pode se conter com apenas um incrível sucesso musical durante sua carreira. Por isso, ele fez um álbum inteirinho de músicas gostosas de ouvir. "Everything is 4" é o seu mais recente álbum e meu mais novo vício musical.
Com só 11 faixas (espero um deluxe em breve, PFVR) e alguns feats, Jason montou esse disco com uma vibe totalmente boa. Ele trouxe muitas referências do pop antigo e de Michael Jackson.
Os feats não poderiam ser mais perfeitos. Olha essa lista: K. Michele, Meghan Trainor, Steve Wonder, Keith Urban, Jennifer Lopez, Matoma e Julia Michaels.
Como de praxe vou dizer as minhas favoritas:

  • Want to want me: sempre que escuto essa música, nunca acho que é ele. Surpreende sempre que escuto, e gruda, canto ela por dias ou mais se deixar.
  • Broke (feat. Stevie Wonder & Keith Urban): simplesmente amo essa. Primeiro que eles conseguiram fazer uma vibe country, e tem toda a lição de moral que a música tem. 
  • Try me (feat. Jennifer Lopez & Matoma): 
  • Painkiller (feat. Megahn Trainor): gosto dessa música porque, na minha opinião, ela consegue fazer uma mistura bem legal do ritmo que a Trainor canta com estilo do Jason.
Então por essa sexta é isso. Quem quiser ouvir o álbum, eu separei um stream no YouTube e no Spotify (só clicar nos nomes). 
Até a próxima. Beijocas. :3

"Felicidade é um dia chamado sexta-feira."
 - direto do tumblr de Vanessa Hudgens.
Primeiro post desta coluna não poderia ser sobre um tema diferente, né? É.
Aproveitando que ontem (27/11/15) foi a famosa Black Friday, eu, Anmi, vim aqui compartilhar o que posso chamar de: BLACK WEEK
A Black Friday, para os desavisados, é a sexta-feira após o Thanksgiving (feriado de ação de graças dos EUA), em que o comércio dá descontos maravilhosos em todos - senão quase todos - os produtos. O Brasil, como sempre, tentou trazer isso para o calendário consumista do país e meio que dá certo.
Então, como assim eu vivi uma Black Week? Explico em três, dois, um e agora: na minha escola existe um movimento literário (muito divino, por sinal), chamado Brisa Literária, que incentiva à leitura. Eles sempre organizam algum projeto ou atividade que mobiliza o campus todo. E dessa vez eles trouxeram, por uma semana, o pessoal itinerante do Projeto Mais Leitura.
O que é esse tal de Projeto Mais Leitura? Segundo o que está na página deles: "O Projeto Mais Leitura oferece livros a preços populares em duas agências fixas, além das versões itinerantes. O mais legal do projeto são os preços dos livros, que variam de R$2,00 a R$4,00 (SIM,VOCÊ LEU ESSA VARIAÇÃO CORRETAMENTE, MEU AMIGO.), e tem livros de todos os gêneros e de todas as editoras.
Depois dessa última frase, vocês podem entender como tentei sobreviver à uma Black Week.
Fiz ótimas aquisições durante os quatro dias que estive no campus. Foi realmente muito muito difícil não comprar tudo. Vou mostrar pra vocês tudo o que levei durante essa semana e provar o quanto eu economizei. Pequena legenda paras as fotos: PML é o preço do projeto e o IRL (sigla para in real life, que é na vida real) é o preço na vida real, os traços são para os livros indisponíveis.
  • Segunda-feira: foram seis livros e uma considerável economia.
  • Terça-feira: fiz três visitas ao cantinho do projeto, finalizando o dia com sete livros. Comprei sete mas levei seis dos sete. Um desses livros foi presente para uma amiga. Trocamos livros comprados lá como presente de aniversário. :3 
  • Quinta-feira: saí de lá com só quatro livros e ainda sim super economizei.
  • Sexta-feira: levei para casa cinco livros. Dois desses cinco livros foram presentes para meus priminhos, mas mesmo assim os incluirei na conta porque considero como se quisesse dar presentes mesmo fora dessa semana louca. 
Acho que depois dessas tabelas, vocês super vão querer ir atrás do Projeto Mais Leitura, por isso deixei no final do post um link bem legal deles. E nem acreditariam que eu sai de lá querendo mais dois livros que não consegui comprar porque tinham levado poucos exemplares. Sim, eu queria mais. E quem achar que levei muita coisa, não vai crer quando eu contar que uma amiga minha (a mesma que me presenteou) comprou 23 livros num dia só. Acho que tô mais controlada. Só acho mesmo.

Mas é isso, chuchus. Eu estou mais pobre do que antes, e mais feliz também. Quem quiser saber mais do Brisa Literária e do Projeto mais Leitura é só clicar: aqui e aqui, respectivamente. Post de hoje era para ser ontem, mas não deu, então foi hoje mesmo. Não sei quando vou ler nada disso, afinal ainda tenho sobras da Bienal para ler. Prometo trazer uma resenha no próximo Literaturando. :) Até a próxima. Beijocas. x


Simpsons :3
    Sim, estou aqui. Depois de muito tempo sem dar muita voz a nada na minha vida, resolvi aparecer. E cá estou com algumas muitas novidades.
     Primeiro que o tempo passou tanto que Adele já até lançou seu álbum e a Leader já começou a anunciar o Natal. Mas, entre uma e outra corrida de tempo, não deixei de pensar nisso aqui. Na verdade, não deixei de pensar em muitas coisas que não fiz, em muitas coisas que deram e não deram certo.    Esquisito eu aparecer justamente em dia de Black Friday? Não não é. Decidi postar todas as sextas-feiras, porque vou ter tempo de aos pouquinhos escrever para postar na sexta.



Qualquer post extra, será avisado. Não se preocupem.

O post de hoje vai ao ar mais tarde. E será para o Literaturando.
Espero vocês em breve. :)






Okay, essa é uma novidade até para mim. Descobri esse artista maravilhoso, por um acaso total, enquanto baixava músicas de outro artistas. E vou logo avisando aos amantes de música nova: com toda certeza, BØRNS é um som alternativo. Precisamente descrito pelo iTunes e Wikipédia como: alternativo, new wave, R&B/Soul, disco, glam, glam rock, indie rock, indie pop, rock alternativo, synth pop e pop psicodélico. São tantos generos músicais que ele já devia ser indicado ao Guiness Book.
Para as pessoas que se perguntam de onde esse cara surgiu (assim como me perguntei até começar o post), eu conto como ele apareceu. BØRNS, não se chama exatamente BØRNS. Seu verdadeiro nome é Garrett Borns (acho que deu para perceber de onde ele tirou o BØRNS). Ele é americano de Michigan. 

Agora voltando ao álbum. Seu debut álbum se chama: Dopamine (em português: dopamina) e foi lançado em outubro de 2015. Segundo a Wikipédia, "É precursora natural da adrenalina e da noradrenalina, [...] com função estimulante do sistema nervoso central." Acho  não preciso dizer mais nada, só o nome já serviu para anunciar algo. 

A tracklist dele é feita de 11 música bem boas e viciantes. Geralmente, os artistas gostam de por as músicas que dão nome ao álbum (quando tem esse tipo de música) no início ou meio do disco, mas ele não, "Dopamine". 
Sempre faço, separei umas músicas que acho serem as melhores, só teve um problema: escolher alguma música para gostar mais nesse cd foi uma tarefa super complicada. Mas vamos lá:

  • "10,000 Emerald Pools": essa é linda. Assim que começa, te transporta para os anos 1960-70. 
  • "Past lives": simplesmente amo a intro dessa música e a forma como "do nada" tudo muda, e ela fica mais animadinha e ganha uma aura mais colorida. Não acredito em vidas passadas, mas a letra é super fofa e inspiradora.
  • "American Money": até agora não creio que essa música é sobre os olhos de uma menina. O título me enganou super bem, achei durante um tempo que era sobre uma crítica ao país ou coisa do tipo, mas não é não.
  • "Clouds": é super clássica para mim. A melhor descrição de ter a mente nas nuvens, é mais lenta e tem uma vibe mais indie com um quê vintage. A música te passa uma sensação deprê, ao mesmo tempo que te encoraja. (Nem fui super confusa com vocês, mas...) Nem me pergunte como ele fez isso, mas ele fez. 
  • "Dopamine": não pode faltar a música título. Amei o jeito inteligente dele dizer que precisa da menina. A melodia te leva para uma viagem, te dá a sensação de estar nas nuvens.
Não tem como não amar BØRNS, tem? Ele é lindo, ótimo cantor, incrível compositor (todas, absolutamente todas, as músicas dele tem um dedo, se não a mão toda dele nas letras) e tem músicas viciantes.
Por esse post é só. Como sempre faço aqui: stream no YouTube e para os amantes do Spotify esse é o link de "Dopamine" lá. 
Espero que gostem, até a próxima. :) xx

Nunca reconheci um bloqueio criativo, nunca o conheci pessoalmente. Até esses dias. O fato é que eu, Anmi, tinha assumido um, tipo de, compromisso comigo mesma. Comprometi-me a postar frequentemente, algo que, durante um tempo, cumpri. 
A verdade é que o meu afastamento era temporário, duraria o suficiente para estudar e fazer as provas finais do período. Depois surgiu uma "viagem" durante o feriado de 7 de setembro e mais tarde veio a Bienal do livro. E para melhorar, meu notebook precisou ser consertado e meu celular também está no conserto. Resumindo, não estava no melhor timing para quantidade de eventos na minha vida. E eu já não tenho muita organização com tempo (estou trabalhando nisso mas é complicado), então é possível imaginar o caos que minha vida pessoal estava. 
Como já devo ter dito em algum momento, não sou obrigada a dar satisfações da minha vida, mas acho legal fazer isso porque nunca se sabe quando alguma pessoa realmente acompanha o blog. (P.s.: se essa pessoa existe, peço que a mesma se pronuncie)
Foi basicamente tudo isso até que o desconhecido Bloqueio Criativo deu as caras na minha vida. Nunca o temi. Talvez não tenha tido tempo para o notar até perceber que o motivo d'eu não atualizar frequentemente era, além de tudo o que ocorreu, o tal do bloqueio. Nenhum assunto me parecia agradável o suficiente para escrever sobre, nenhum filme que vi me encantou, nada chamou minha atenção. 
Como gosto de ajudar as pessoas vou compartilhar o que fiz para me livrar do bloqueio: nada.
Quando se tem um problema dessa ordem, é esquisito falar isso, porque para pessoas criativas o bloqueio criativo é um grande problema. Enquanto muitos problemas requerem um resposta rápida e objetiva, eu vejo este como um problema a ser tratado como um sentimento. E como diz um dos meus livros favoritos "A gente sente o que sente." (A garota que eu quero, Markus Zusak - link dele no Skoob
Dar tempo ao tempo não resolve problemas químicos, físicos ou matemáticos, e tal vez nem mesmo os conflitos sentimentais, mas o criativo resolveu. Às vezes, é preciso se distanciar das cobranças que nos cercam e de nossas próprias expectativas e desejos para viver cada momento que compõe nossas 24 horas.

Por hoje é só, até o próximo post. :)