Gostaria de anunciar um breve hiato no blog. Será breve mesmo, prometo!

Ele vai durar o suficiente para o meu periodo terminar em paz.

Já entrei em fim de periodo no técnico e está tudo uma loucura, logo não tenho mais como fazer posts frequentemente e nem como postar eles.

Ainda não sei ao certo quando voltamos, mas nós voltaremos o mais rápido possível.

O Instagram do blog não ficará desativado, durante esse período. Sigam @sinceranmi e vejam tudo o que está rolando lá.

É isso por hoje e alguns dias. Beijocas chuchus!! x

   Minha primeira "semi-resenha" é o livro "Dispa-me!: O que nossa roupa diz sobre nós" das autoras Catherine Joubert e Sarah Stern publicado pela editora Zahar. Comecei a lê-lo tem umas três semanas, mas por conta das minhas tarefas escolares a leitura está meio passo de tartaruga. 
Ambas autoras são psiquiatras e psicanalistas que trabalham com jovens, adultos, crianças e adolescentes, em Paris, França.
  Este é um dos livros que comprei na última visita do Projeto Mais Leitura na minha escola. Vocês podem ler mais sobre essa vista aqui.
   Tudo o que estiver escrito abaixo disso são alguns dados do livro para que vocês.
Título: Dispa-me!: O que nossa roupa diz sobre nós
Autor(es): Catherine Joubert e Sarah Stern
Tradutor(es): André Telles
Editora: Zahr
Páginas: 157
ISBN: 978-85-378-0032-4
Sinopse:
   Este é um livro sobre timidez, invejam rivalidade, desejo, auto-afirmação, saudade, amor, sedução, pertencimento, feminilidade, traição, renascimento, compulsão, ousadia... Este é um livro sobre roupas.
  Por trás da ideia de "futilidade" a que costumam ser associadas, as roupas dizem muito sobre nós - ainda que por vezes não tenhamos consciência disso. O que sinalizamos se usamos sempre uma mesma calça ou, ao contrário, compramos peças novas compulsivamente? Se guardamos com cuidado as vestes daqueles que nos deixam? Se colecionamos lingeries ou nos vestimos apenas de preto? Todos esses comportamentos indicam relações diferentes com as roupas, em que a história pessoal prevalece.
   A roupa, essa "segunda pele", pertence ao mesmo tempo ao dentro e ao fora de nós. Contém em suas fibras as memórias dos primeiros cuidados maternos, da aceitação ou exclusão na escola. Exprime, à sua maneira, nossos sonhos e esperanças, refletindo a construção de nossa identidade.
   É esse vínculo que Dispa-me! explora. Com o cuidado de não generalizar, as autoras apresentam breves histórias, que são em seguida interpretadas com um olhar psicanalítico. Uma abordagem séria mas descontraída, que nos permite saber um pouco mais sobre o que nossas roupas - e, paralelamente, sobre nós mesmo.
♤♡♢♧
Resenha:
   Assim que comecei a ler este livro, percebi que ele seria diferente do que eu esperava. Sabe quando você lê a sinopse e pensa que vai ser de um jeito e quando pega o livro vê que não é? Foi isso que aconteceu.
  Achei que seria com uma estória como nos romances e que se não fosse assim ele abordaria os como as roupas influenciam nossa vida e que ainda daria umas dicas de moda, tipo esses programas de TV fechada. Contudo, estava super enganada.
   O fato do livro ter sido escrito por duas psicanalistas faz muita diferença, pois elas elevam o nível dele. O livro trás em cada capítulo uma crônica diferente. Nas crônicas estórias são contadas e sempre tem uma ligação com roupas, sejam elas roupas intimas, vestidos, saias, ou até mesmo o comprimento delas, estilo, dentre outros aspectos que compõem uma roupa. Após a crônica, elas a interpretam e explicam como a roupa é vista naquela estória contada. Há correlacionamento com cultura, pensamentos, projeção de nós mesmos nos outros, projeção da imagem dos outros em nós mesmos e muito mais.
   Sinto que a visão delas é boa e, até onde li, me fez e faz pensar em coisas que não havia imaginado. Alguns dos pensamentos que elas descrevem são muito bons porque, realmente, te fazem pensar no que você transmite quando se veste.
   Por um lado, eu realmente senti falta de uma estória "normal", sabe? Daquelas com mocinhos, donzelas, uma trama interessante com ou sem final feliz. Entretanto, gosto de sentir que cada capítulo é independente do outro, como sempre tem algo novo para descobrir e aprender.
   Bom, como só tem uns vinte capítulos nesse livro (contei com a introdução) e  ainda estou no sétimo, tem bastante coisa para eu ler e apreciar.
♤♡♢♧ 

   Por esta sexta-feira foi só (tudo) isso. Prometo tentar melhorar nessa coisa de resenha/semi-resenha.    Próxima sexta tem mais!!! Não se esqueçam do Instagram do blog, vai e fique de olho.
   BEIJOCAS, CHUCHUS!!! x


Quem mais quer estantes lotadas como essas?
   Pessoal, por falta de tempo para realmente escrever uma resenha sobre livros decente, eu decidi que o Literaturando será uma área para compartilhamento da minha leitura atual.
   Pensando nisso, já vim aqui garantir que essa é a única forma que tenho de controlar os spoilers. A minha relação com eles é boa porque gosto deles. Isso vem da minha curiosidade em querer saber logo como vai ser o final. Pelo fato d'eu não me importar com eles acabo soltando spoilers para todo mundo. Eu sei, eu sei... minha culpa! 
   Por isso, achei melhor falar sobre o começo da minha leitura, afinal não terei lido o suficiente para sair contando tudo o que tem no livro porque ainda vou ler bastante dele para poder contar... então, né? 
   Tem muito tempo que eu criei o Literaturando. A verdade é que ele seria a coluna sobre livros do blog, porém é muito complicado escrever uma resenha e como já disse antes, eu tenho um problema com spoilers. Já foram feitos posts sob essa marcação (clique aqui e aqui para lê-los), mas eles não eram sobre minhas leituras. 
   A minha ideia para a nova cara do Literaturando é: escrever sobre as minhas expectativas sobre o livro assim que começar a lê-lo. Dependendo de como eu me sair nesse projeto de resenha, eu até penso na chance de escrever uma nova quando eu já tiver terminado o livro. Quem sabe, né? 
   Ah, mas será sempre assim, porque tem aquele filme que lançou que tem um livro, vai falar sobre ele? Não. Literaturando é um espaço para falar sobre livros e todo esse universo. Tudo bem que livros se tornam filmes, só que não é esse o objetivo desse espaço aqui no blog. Falarei dos livros e não dos filmes que esses livros se tornaram. Se algum livro que eu li tenha filme e eu já tiver visto ele pode ser que eu comente, mas realmente essa não é a finalidade desse cantinho aqui.
   Então é isso por essa sexta, amores!!! Queria muito dividir essa pequena reforma que Literaturando sofreu. Abracem a novidade. Até o próximo post. xx



Zayn Malik parece que não consegue ficar longe do centro das atenções. Na minha cabeça (que às vezes não tem a menor noção cronológica da vida) não tem muito tempo que ele criou um alvoroço com sua saída da maior boyband do século XXI (não vem ao mérito se sou fã ou não, mas os números concordam com o que eu disse), o One Direction. Zayn é de longe o meu favorito na época do 1D, e eu, realmente, achei que pudesse não me importar com o fato dele ter deixado a banda. E eu realmente não me importo, apesar de notar a falta dos vocais dele no álbum mais recente dos meninos.
No meio de toda a confusão e choque que a saída do Malik causou, parece-me que ele arrumou tempo para gravar um disco inteiro. Com direito a deluxe e tudo.
Zayn sempre deixou claro que não era como os outros meninos. Quero dizer, ele tem todo um histórico de atitudes "diferentonas" desde o começo do começo da banda no X-Factor. Afinal, Zayn doou muito de si para compor o One Direction e nada mais normal que esse cd novo dele se chamar "Mind of Mine" (Mente Minha, em tradução livre). Tudo o que ele faz é música de alta qualidade com muita influência de todos os seus estilos favoritos. Então, vamos ao que interessa?
 A tracklist é feita de 18 faixas e apenas um feat. É caracterizado como um álbum pop e foi lançado em março de 2016. Conta com uma intro e, ao meu ver, uma segunda "intro" que divide o disco em dois momentos de música.
E ineditamente no Resenha Musical, eu comentarei todas as faixas do álbum. Isso, provavelmente, deixa bem óbvio que ele fez um trabalho tão bem feito que não houve como decidir favoritas.

  • MiNd Of MiNdd (Intro): é bem inusitada, não esperava por essa introdução, mas ela é totalmente necessária. Ela agrega valor a todo o álbum e isso é fundamental para que a gente possa entender todo o conceito dele, e como o próprio cd diz, entender a mente de ZAYN.
  • PILLOWTALK: foi o primeiro single. A música caiu como uma bomba e assim como o vídeo (clique aqui para ver) da mesma. A revelação de uma música cheia de significados adultos e com um som bem diferente de tudo o que ele já havia cantado. Confesso que não gostei da música de cara, mas aos poucos ela me pegou e quando vi já cantava a mesma até durante os banhos.
  • iT's YoU: gosto de como o refrão é surpreendente. Ele revela uma cara mais mistica, com uma cara de filme que tem uma mistura de suspense e terror. É como se ele cantasse o mix de sentimentos escuros que beiram a escolha de sua amada.
  • BeFoUr: acho que é uma indireta ao One Direction. Ele diz muitas vezes que "já fiz isso antes, mas não desse jeito", o que me leva a pensar no rumo que sua carreira tomou e em como ele já não tem mais paciência para pessoas que não sejam diretas com ele. 
  • sHe: adoro como ele canta sobre essa menina, sobre como ele a descreve como algo incrível e sobre como as necessidades dela são. A música é bem fácil de grudar.
  • dRuNk: ele quebra bem o ritmo com essa música. É simples e você pode perceber que ele canta sobre as festas que ele esteve e como a presença de sua amada (seja ela quem for) o ajuda e completa toda a experiência. Ao mesmo tempo em que ele pode não se referir as festas e, na verdade, pode estar falando em ficar bêbado durante todo o verão no amor em que ele e o seu par romântico compartilham.
  • INTERMISSION: fLoWer: é bem diferente das músicas anteriores. Ele canta em uma outra língua e em um ritmo característico dos países arábicos (arriscaria mulçumanos, mas não tenho tanto conhecimento na religião dele assim para chutar isso). Confesso que não parei para procurar a tradução da música até esse momento e posso dizer que descobri umas coisinhas, como por exemplo: a música está em Urdu e essa é a língua nativa do pai do Zayn. 
  • rEaR vIeW: é uma música que me faz pensar. É sobre você querer estar com alguém, mas a pessoa não está emocionalmente pronta para um novo relacionamento. Gosto dela mais ainda, porque me identifico com esse tema.
  • wRoNg (feat. Kehlani): esse é o único feat do álbum. Gosto muito da vibe rapper que a música tem e acho bem a cara dele uma letra que deixa bem claro como ele não é o cara certo para ter um relacionamento concreto. E definitivamente a voz feminina completa toda a ideia de um jogo entre duas pessoas.
  • fOoL fOr YoU: lembra-me muito as músicas do One Direction, mas nesse caso acho que é a forma dele mostrar seu lado romântico que, pode sim, ter um quê de boyband, porquê não?
  • BoRdErZ: sobre se entregar a um sentimento, sobre pular de cabeça em algo, mas ao mesmo tempo, é sobre tudo isso ser algo traiçoeiro e perigoso.
  • tRuTh: a música fala sobre como a verdade se revela sem que nós precisemos insistir em nossa inocência.
  • lUcOzAdE: a letra é aparentemente desconexa. Por curiosidade, pesquisei o que lucozade é e durante a pesquisa descobri que é uma bebida energética. Só que pelo o que a letra diz, eu imaginei que ele tivesse misturado a bebida com algo álcoolico (o que é prática comum da vida noturna). No meio de tanta coisa sem o menor sentido, você encontra uma batida bem interessante e até umas frases boas.
  • TiO: antes de saber que as músicas seriam nomeadas dessa forma, eu sinceramente pensei que esta tinha o nome de tio. A minha primeira reação foi pensar: "Que raios um tio teria a ver com tudo?". Mas, na verdade, é uma sigla para "take it off", que significa, na música, que ele quer ver a mulher com que ele está por completo, toda a sua pessoa interior e exterior, incluindo os seus segredos.
  • BLUE: a partir dessa música, todas as que a seguirem são faixas bônus. BLUE é bem simples e eu até me arrisco em dizer que me lembra algo puro. ZAYN mantem a voz solene e simples, bem tranquila enquanto canta sobre anjos e um amor difícil.
  • BRIGHT: é uma resposta a toda melancolia de BLUE (que é tida como uma cor que representa a tristeza, isso para outros países). Fala de como é importante encontrar a luz de um novo amor e como isso é encantador.
  • LIKE I WOULD: recentemente, o seu clipe foi lançado, e foi bem interessante todo o conceito futurista dele. O que gosto mesmo dessa música, é de como ZAYN vai mostrando aos poucos (e aí de uma vez por todas) que ninguém se compara a ele.
  • SHE DON'T LOVE ME: é a última música do disco. Ele definitivamente mostra que está afim dela, mas que os seus sentimentos não são retribuídos. E no meio de todo o sentimento dele por ela e no meio de toda a falta de sentimento dela por ele, ambos ainda conseguem manter algum tipo de contato, mesmo que esse contato seja puramente físico e sexual.
Ufa... Essa resenha foi super trabalhosa. Está repleta de links e como o hábito tem um stream do álbum no Spotify e YouTube (só clicar nos respectivos nomes para ouvir). Não sei quando vocês verão uma resenha musical tão cedo. Tentarei equilibrar tudo por esses lados.
Por hoje é só. Não se esqueçam de seguir o Instagram do blog no @sinceranmi. Fiquem ligados para o próximo post. Beijocas, chuchus. xx





Chuchus sintam o cheiro de novidade comigo!!!

O título do post deve ser bem autoexplicativo, não?

Tem um tempinho que eu criei o instagram para o blog, mas ainda não tinha oficialmente anunciado para vocês ele. Então, aqui está ele!!!



O usuário dele é @sinceranmi (clique no nome para ver). Conto com a ajuda de vocês para popularizarem ele. Ah, eu sempre vou postar coisas legais nele, como meus livros, frases legais, alertas de post novo, entre outros.
Vocês podem se perguntar: "Anmi, e você? Onde te encontramos?" Quanto a isso, não se preocupem, pois tenho instagram pessoal: o @anmiassis (só clicar para ver). 

Até a sexta-feira que vem!!! xx

Oi, chuchus. Hoje quero dividir com vocês alguns aplicativos que uso para editar fotos no celular.
Nesta semana, eu estive conversando muito com minha amiga Carolina que é dona de dois blogs bem legais: o Segredos em Tese (blog pessoal dela) e o Trinity Triomphe (em parceria com Caroline e Júlia, duas meninas bem divosas). Nós comentamos sobre como é complicado editar as fotos que tiramos para o trabalho (Carolina também é fotógrafa) e para os nossos blogs. Trocamos figurinhas sobre aplicativos de edição e eu mostrei alguns que gosto de usar para editar.
Como sou assumidamente (se você não sabia, bom... agora sabe) amante do underground (por muitas vezes hipster sim, por que não?) separei uns apps que gosto de usar para dar uma cara mais grunge/emo/gótica para as fotos.

A foto original é essa aqui em baixo:

Um filtro simples do Snapchat e está sem nenhuma edição
prévia, leia-se: está somente com um filtro daqueles como o de cachorrinho.

A partir da foto acima fui brincando com alguns apps. Vamos lá. Ah, só para deixar claro: meu celular é Android e todos os aplicativos que uso são grátis na Google Play, o que significa que o download deles não é pago, mas isso não excluí que eles tenham serviços que são pagos. Toda a minha edição foi feita com os recursos não pagos dos aplicativos. 

Layout por Instagram: ele é basicamente um app para compilação de fotos. Tem uns recursos simples, como por exemplo: substituição de foto escolhida, espelhar, virar e por borda. Ele permite que você agrupe até oito fotos diferentes, mas eu, geralmente, prefiro usar somente uma porque o app fornece a repetição da foto escolhida de diversas maneiras. O modo como escolhi é esse que forma um quadro 3x3 com a repitção da foto do Snap. O melhor é que ele é super compatível com o tamanho das fotos que podem ser postadas no Instagram (mesmo depois da expansão de tamanho das fotos, o Layout segue o formato quadrado inicial do Instagram.



SLMMSK por Glitché Ltd: acredito que ele dá um ar mais grunge/emo/gótico para as fotos. Existem modos diferentes de uso: editar uma foto antiga ou tirar uma nova. Costumo editar fotos antigas, porém tem dias que gosto de brincar com os filtros que o aplicativo tem. Depois de toda a abertura do app, ele te direciona para a tela com a câmera aberta (já tomei muito susto porque vivo na câmera frontal), e tem uns números onde você pode escolher entre dez filtros para usar. O aplicativo quando usado na câmera frontal faz reconhecimento facial e projeta imagens no seu rosto, como emojis.  Ele tem essa cara de foto antiga ou VHS (fita de vídeo cassete, quem lembra disso?). Ele deixa uma marquinha d'água de data e do app que, na minha opinião, é bem interessante.

Usei a foto do Layout para essa edição
 porque amo muito o resultado. 
O nome desse tipo de efeito/filtro é glitch. Anotem isso para ficarem por dentro das tendências do underground, ou de repente não anote. A vida é sua.

Glitch! por Lucas Grillo: Glitch! é mais ou menos como o SLMMSK. O diferencial são os efeitos diversos que ele tem. No aplicativo anterior você colocava os filtros no rosto em uma foto; já neste aqui, você tem muito mais filtros no estilo glitch e pode brincar muito mais com as fotos. Assim que o app abre ele te fornece uma foto do próprio logo para você teste os efeitos que ele tem. Por sinal, são muitos mesmo e alguns deles são pagos.





Glitchr por Apporio: ele segue o mesmo padrão de Glitch! só que sem nenhum recurso pago. Tem bastante filtros como: VHS (deixa com aspecto de filme antigo), JPEG (baixa a qualidade da imagem, Triangular (torna a foto um emaranhado de triângulos disfocados), entre outros.




8Bit Photo Lab por Ilixia: mais um aplicativo de glitch (devo estar viciada e eu não ligo). Esse é mais complexo de usar, tem que ter uma paciência leve para pegar o jeito. Tem muitos efeitos glitch e muitas mudanças possíveis de se fazer em um simples efeito apenas mudando a escala de cor.


Por essa sexta-feira é isso. O post está com links para os aplicativos (só clicar no nome deles) e links para os blogs da minha amiga Carolina (só clicar no nome dos blogs). As fotos foram compartilhadas no meu Instragram pessoal (@anmiassis) e quem quiser se aventurar em me ver (raramente) no Snapchat é só adicionar AnmiAssis. 

Até o próximo encontro. E tenham paciência comigo sobre a frequência dos posts, pois está difícil para caramba, mas estou tentando. xx