Desta vez Literaturando traz um livro que li por completo. A leitura dele foi tão rápida que não deu tempo para planejar nada para postar. Como não posso falar muito sobre o livro (porque já li e acabarei dando spoiler), vou passar logo para as informações dele.  
   Este é o terceiro livro da série Os Imortais (tem link para a ficha do Skoob da série bem no nome dela, só clicar) da autora estadunidense Alyson Noël. A série completa tem seis livros. A minha história com Os Imortais é bem inusitada. Eu peguei o primeiro livro da série (Para Sempre) na biblioteca da escola onde minha mãe trabalha há uns dois ou três anos atrás. Eram as minhas férias de meio do ano e devorei o livro bem rápido. Depois de ter adorado o primeiro, descobri que tinham mais livros. Procurei por todos, mas não pude encontrá-los para comprar tão rapidamente. Assim que pude, comprei o segundo e comecei a ler. E sobre o segundo livro-  

   INTERROMPEMOS ESTA POSTAGEM PARA UM INFORME URGENTE. SE VOCÊ TEM UM PROBLEMA COM SPOILERS EU QUERO TE AVISAR QUE A PARTIR DESSE TRECHO VOCÊ PODE ESBARRAR COM UM. LEIA POR SUA CONTA E RISCO!!! SE EU PERCEBER SPOILERS VOU TENTAR ESCREVER SPOILER BEM GRANDE, ENTRE TRAÇOS E EM VERMELHO, SÓ PARA ALERTAR VOCÊS!!! 

   Voltando ao que ia dizendo; no segundo livro (Lua Azul) não rola muita coisa entre o casal principal (Damen e Ever). Não rola nada porque o vilão "boladão" (não é tão boladão assim, a personagem principal - Ever - que é muito perdida) impede que eles mantenham o romance. Maior parte do livro é chato em relação ao primeiro, mas ele (não sei como) consegue terminar de um modo mais interessante. Sinceramente, achei que a continuação de Para Sempre fosse ser mais comum, algo que desse só uma ideia de como o "final feliz" de Ever e Damen seria, porém nada disso aconteceu. O que ganhei foi uma estória nova que deveria ser eletrizante (ainda usam essa palavra???) só que no final não me deixou empolgada como deveria. - SPOILER - Ever e Damen terminam juntos depois de tudo que o Roman (o tal vilão boladão) fez para separá-los. Contudo, o casal não contava com a esperteza dele e após um ritual que Ever e Roman fizeram para salvar a vida de Damen (ah, quase me esqueci que nessa série tem assuntos relacionados com reencarnação, wicca, imortalidade, mediunidade, e outras coisas esotéricas. E a vida de Damen foi ameaçada pelo próprio Roman. Sim, eu também acho que Ever foi burra o bastante para pedir ajuda do vilão.). O ritual deu certo, porque salvou a vida imortal (sei que não faz sentido, mas HEY!, a autora não fui eu) de Damen MAS ele não deu tão certo assim pois Roman fez com que Ever caísse em mais um de seus planos e no fim de tudo, eles podem ficar juntos só que se Ever e Damen trocarem em qualquer momento e mesmo que por acaso um pouco de DNA o Damen morre. Ele vira pó. É sob essa perspectiva que o SEGUNDO (são seis livros ao total) livro termina. 

   Aí você pensa: WOW, SUPER INCRÍVEL. AIMEUDEUS, SE ESSE LIVRO TERMINA ASSIM O TERCEIRO DEVE SER MUITO EMOCIONANTE. 
   E eu te digo: NÃO, NÃO É. 

Enfim, agora as informações e aos comentários do terceiro livro: Terra de Sombras.

Título: Terra de Sombras
Autora: Alyson Noël
Tradutora: Flávia Souto Maior
Editora: Intrínseca
Páginas: 269
ISBN: 978-85-8057-340-4
Sinopse: Ever e Damen atravessaram diversas vidas e enfrentaram os mais terríveis inimigos com um só objetivo: ficar eternamente juntos. E quanto esse sonho está ao alcance das mãos, um poderoso feitiço cai sobre Damen. Agora, para ele, simplesmente tocá-la ou encostar os lábios nos dela significaria a morte, o exílio definitivo em uma terra de sombras.Desesperada por livrá-lo da maldição, Ever mergulha de corpo e alma na magia e encontra uma ajuda inesperada: um surfista chamado Jude. Apesar da profunta lealdade a Damen, é inevitável que ela se sinta atraída por esse garoto estranhamente familiar, de olhos verdes, dons mágicos e passado misterioso. Ever sempre acreditou que Damen fosse seu destinho — mas e se o futuro tiver reservado outros planos? Com Jude cada vez próximo, pela primeira vez em séculos esse amor é posto à prova.

Resenha - SPOILER -:
   É necessário que você tenha lido os livros anteriores a este para entender tudinho que rola, já que é uma série e tal.
   A minha sensação é de que o livro é como um episódio de série. Aquele tipo de episódio conhecido como filler, que é um episódio em que nada de incrível acontece mas que está lá bem no meio da temporada para encher linguiça. Pois é, esse livro é bem essa vibe mesmo. É claro que ele tem uns acontecimentos legais, porém, na minha opinião, teve só dois pontos altos. 
   A primeira coisa que eu destacaria é formação de um triângulo amoroso. Aparece alguém para competir com Damen. O seu rival se chama Jude e como esperado ambos vem competindo pelo amor de Ever desde a primeira vida passada de todo mundo. Fica mais emocionante porque o casal Daver (criei um shipname para eles dois) passa a enfrentar maiores problemas do que o simples fato de não poderem se tocar.
   O segundo momento que destaco é a transformação de Haven, a melhor amiga da Ever, em imortal. No livro tem umas reviravoltas loucas lá, que no final de tudo ainda sobra para a melhor amiga da personagem principal. É duro ser personagem de livro, minha gente!!! (Olha eu falando como se soubesse o que eles passam...)
   Além disso Roman está mais influente na vida de Ever, mas não porque ele está atacando novamente o casal supremo da série, mas sim porque a mocinha (acho que não a chamaria assim, se ela tivesse uma escolha) procurou por isso. Ela fez feitiço para conseguir o que queria (o antídoto para voltar a poder tocar seu namorado), contudo ela fez umas coisas erradas, de uma maneira que o feitiço literalmente virou contra a feiticeira. 
   No final de tudo, analisando o que acontece nesse livro eu fico realmente com a sensação de um livro sem muito propósito de existir. Roman não entrega o antídoto para Ever, a melhor amiga dela vira imortal, aparece alguém para concorrer com Damen, personagens secundários começam a ganhar espaço no enredo, o casal termina junto mas ainda tem o mesmo problema. Eu sinto que foi como se a autora tivesse criado mais coisas para retardar a solução do real problema. Apesar dos pesares, é totalmente compreensível que as coisas sejam desta forma. Afinal são seis livros e foi a forma como Alyson Noël encontrou de estender a estória como um todo. Eu mesma só entendo o porquê de ter sido dessa forma, agora que já estou na metade do quinto livro com novos dilemas para acompanhar nas páginas do novo livro.

   Por essa sexta é só. Até a próxima. Não se esqueçam de acompanhar as Semanas Temáticas no Instagram do blog (@sinceranmi)! Beijocas x

   Pessoal, ainda nem acredito que depois de 10 longos anos veio a continuação de Procurando Nemo (ou Finding Nemo, em inglês mesmo). Minha criança interior ficou mais que feliz quando soube que estavam fazendo esse novo filme. É óbvio que Procurando Dory não é nem de perto a continuação de Nemo, mas ainda é algo que nos remete aquele universo do fundo do mar.
   Nesse filme, Dory é o centro das atenções e todo o filme é centrado na busca dela pelas suas origens. Digamos que você pode esperar por muitas trapalhadas causadas pela própria Dory e o seu pequeno grande problema de memória. 
   Okay, esse não é um post para resenhar o filme, certo? Certo. Recomendo ele do mesmo jeito. Muito sério. Vão assistir Procurando Dory! Agora esse post é para comentar a soundtrack do filme e vamos a isso.
   Toda a soundtrack é composta de 34 faixas, sendo apenas uma delas cantada. Todas 33 são apenas instrumentais para o fundo das cenas do filme. A única faixa cantada é a que realmente posso opinar, já que música de plano de fundo só faz muita muita muita diferença quando vemos um filme de terror, né? Talvez alguém perceba isso melhor, mas eu ainda não consigo perceber tudo isso. 
   Ainda bem que Thomas Newman não sabe nem quem sou eu. E para me redimir com ele eu vou destacar umas soundtracks que Newman participou e/ou produziu. Ele é responsável pela OST de Procurando Nemo que foi lançado em 2003 e ganhou vários prêmios por seu trabalho, e também comandou a trilha sonora do filme Wall-e , lançado em 2008. Ele é muito muito bom, mas é como eu disse, não tem como eu resenhar música instrumental.
   Assisti o filme com a minha melhor amiga Leticia nessa semana. Sim, foi quase que a minha última chance de ver o filme. Foi um dia bem legal, e é como eu disse, o filme é incrível e o fundo musical também.
   Nesta trilha sonora oficialmente só tem um música cantada. A música se chama "Unforgettable" e é interpretada pela Sia. Durante os créditos é essa música que toca enquanto nós esperamos pela cena pós-créditos do filme. Sia performa essa adorável música a pedido de Ellen DeGeneres que é sua amiga e apresentadora de um talkshow muito maneiro nos EUA. Para quem não sabe Ellen é a dubladora de Dory na versão original do longa. Acontece que "Unforgettable" na voz de Sia é um cover. Um incrível cover, vamos combinar. (Sem contar que a escolha da música foi certeira, já que "unforgettable"  em português é inesquecível. Ou seja, exatamente o que a Dory e toda coisa do Nemo são.) O cantor original dessa música é Nat "King" Cole.
   Alías no longa-metragem é creditada mais uma música, que não está inclusa na trilha sonora. Em uma das cenas, a música "What a Wonderful World" de Louis Armstrong toca por uns breves segundos.
   Ambas as músicas são lindas e totalmente clássicas. Eu sou super suspeita em falar algo sobre esses artistas porque eu adoro coisas antigas e música antiga é o melhor tipo de vintage que se pode existir.
   Sugiro a todos vocês que assistam a misteriosa Sia em sua apresentação no The Ellen Show em que ela canta "Unforgettable" (é o vídeo abaixo).

Adorei tanto essa música com a voz dela que 
  eu seriamente ouviria em qualquer momento.  

   Então para ajudar vocês, aqui seguem os links das músicas citadas ao longo do post:
   Por essa sexta é tudo. Ah, um link bem aqui para página da Wikipédia do Thomas Newman, só para o caso de vocês quererem saber mais sobre ele. Chuchus, volto na próxima semana com mais um post!!! Beijocas. x


Diariamente construimos nossa imagem ao acordar para um novo dia. Diariamente seguimos nossos rituais de enfeitamento para vivenciar as experiências que nos aguardam porta fora de nosso conforto. Diariamente travamos uma luta com nosso interior para saber qual de nossos lados nos comandará pelas próximas horas,  seremos bem ou seremos mau? Diariamente escolhemos sem nos dar conta sobre as futuras consequências de nossas escolhas, mas o excesso de pão com manteiga hoje será o motivo para um infarto do miocárdio amanhã. Diariamente exercemos o poder de juiz que cada um tem: condenamos nossas ações, prendemos nossos desejos e soltamos nossa imaginação. Diariamente tudo morre e nasce diante dos nossos olhos porém estamos tão ocupados vendados pelo nosso egoísmo que não nos damos conta de que há vida fora de nossos planetas. Diariamente lidamos com as negações,  sempre dizemos não mas ao menor  sinal de que iremos ouví-lo tapamos os ouvidos. Diariamente absorvemos tanto de tudo que quando o essencial aparece e precisa ser ingerido já não temos espaço para mais nada. Diariamente colocamos máscaras certos de que é momentâneo contudo apenas no final do fim da última hora do dia a tiramos e vemos que nunca fomos nós mesmos durante aquelas 24 horas. Diariamente tão pouco da disgraça nos atinge ao passo que nos tornamos insensível a  ela. Diariamente nada nos surpreende porque tudo ocorre tão rápido. Diariamente nós partimos corações na tentativa de vingar nosso coração despedaçado. Diariamente como em um círculo viscioso repetimos nossas ações com a promessa de que em um outro momento vamos mudar, mudar para melhor é claro. Diariamente, constantemente, frequentemente, rotineiramente. Podemos trocar o adjetivo mas isso nunca mudará quem nós somos quando a luz se apaga. Diariamente nos deitamos em busca de um sonho para esquecer nossos pesadelos.

Olha quem está de volta!!! Sim, eu mesma.

Não sei como resisti a esse hiatus. Mentira, sei sim. Tinha só milhões de provas em outras milhares de matérias. Porém, voltei e voltei para ficar. Sério mesmo.

Vamos ao que é bom e interessa. A blogueira aqui está de férias. Ouvi um aleluia?!? E dessa vez super vou aproveitar as férias. E pretendo dividir com vocês todas as aventuras. Acompanhem no meu insta (@anmiassis), no insta do blog (@sinceranmi) e no Snapchat (anmiassis).

Por falar em insta, eu surgi com uma ideia super maravilhosa. No Instagram do blog vão rolar semanas temáticas!!! Yay!!  Já preparei tudinho aqui para essas semanas serem incríveis por lá. Eu literalmente virei a loca das listas nesse aspecto. A semana começa hoje às 19:00 horas. Já vou inaugurar com a Semana das Estantes. Tem cada foto incrível!!  Por isso não deixem de seguir o @sinceranmi no insta, vai ser lindooo!!!

Mais uma novidade. Para quem não sabe além de super ocupada e blogueira em ascensão, eu nas horas vagas, quando não vejo série, escrevo. E finalmente tomei coragem para publicar a minha fanfic. Então em muito breve (MUITO EM BREVE MESMO) ela deve sair em alguns lugares como Wattpad e Tumblr específico. Podem deixar que aviso tudo quando for a hora.

Por hoje é só e agora voltarei com mais frequência. Até a próxima!!! x


Gostaria de anunciar um breve hiato no blog. Será breve mesmo, prometo!

Ele vai durar o suficiente para o meu periodo terminar em paz.

Já entrei em fim de periodo no técnico e está tudo uma loucura, logo não tenho mais como fazer posts frequentemente e nem como postar eles.

Ainda não sei ao certo quando voltamos, mas nós voltaremos o mais rápido possível.

O Instagram do blog não ficará desativado, durante esse período. Sigam @sinceranmi e vejam tudo o que está rolando lá.

É isso por hoje e alguns dias. Beijocas chuchus!! x

   Minha primeira "semi-resenha" é o livro "Dispa-me!: O que nossa roupa diz sobre nós" das autoras Catherine Joubert e Sarah Stern publicado pela editora Zahar. Comecei a lê-lo tem umas três semanas, mas por conta das minhas tarefas escolares a leitura está meio passo de tartaruga. 
Ambas autoras são psiquiatras e psicanalistas que trabalham com jovens, adultos, crianças e adolescentes, em Paris, França.
  Este é um dos livros que comprei na última visita do Projeto Mais Leitura na minha escola. Vocês podem ler mais sobre essa vista aqui.
   Tudo o que estiver escrito abaixo disso são alguns dados do livro para que vocês.
Título: Dispa-me!: O que nossa roupa diz sobre nós
Autor(es): Catherine Joubert e Sarah Stern
Tradutor(es): André Telles
Editora: Zahr
Páginas: 157
ISBN: 978-85-378-0032-4
Sinopse:
   Este é um livro sobre timidez, invejam rivalidade, desejo, auto-afirmação, saudade, amor, sedução, pertencimento, feminilidade, traição, renascimento, compulsão, ousadia... Este é um livro sobre roupas.
  Por trás da ideia de "futilidade" a que costumam ser associadas, as roupas dizem muito sobre nós - ainda que por vezes não tenhamos consciência disso. O que sinalizamos se usamos sempre uma mesma calça ou, ao contrário, compramos peças novas compulsivamente? Se guardamos com cuidado as vestes daqueles que nos deixam? Se colecionamos lingeries ou nos vestimos apenas de preto? Todos esses comportamentos indicam relações diferentes com as roupas, em que a história pessoal prevalece.
   A roupa, essa "segunda pele", pertence ao mesmo tempo ao dentro e ao fora de nós. Contém em suas fibras as memórias dos primeiros cuidados maternos, da aceitação ou exclusão na escola. Exprime, à sua maneira, nossos sonhos e esperanças, refletindo a construção de nossa identidade.
   É esse vínculo que Dispa-me! explora. Com o cuidado de não generalizar, as autoras apresentam breves histórias, que são em seguida interpretadas com um olhar psicanalítico. Uma abordagem séria mas descontraída, que nos permite saber um pouco mais sobre o que nossas roupas - e, paralelamente, sobre nós mesmo.
♤♡♢♧
Resenha:
   Assim que comecei a ler este livro, percebi que ele seria diferente do que eu esperava. Sabe quando você lê a sinopse e pensa que vai ser de um jeito e quando pega o livro vê que não é? Foi isso que aconteceu.
  Achei que seria com uma estória como nos romances e que se não fosse assim ele abordaria os como as roupas influenciam nossa vida e que ainda daria umas dicas de moda, tipo esses programas de TV fechada. Contudo, estava super enganada.
   O fato do livro ter sido escrito por duas psicanalistas faz muita diferença, pois elas elevam o nível dele. O livro trás em cada capítulo uma crônica diferente. Nas crônicas estórias são contadas e sempre tem uma ligação com roupas, sejam elas roupas intimas, vestidos, saias, ou até mesmo o comprimento delas, estilo, dentre outros aspectos que compõem uma roupa. Após a crônica, elas a interpretam e explicam como a roupa é vista naquela estória contada. Há correlacionamento com cultura, pensamentos, projeção de nós mesmos nos outros, projeção da imagem dos outros em nós mesmos e muito mais.
   Sinto que a visão delas é boa e, até onde li, me fez e faz pensar em coisas que não havia imaginado. Alguns dos pensamentos que elas descrevem são muito bons porque, realmente, te fazem pensar no que você transmite quando se veste.
   Por um lado, eu realmente senti falta de uma estória "normal", sabe? Daquelas com mocinhos, donzelas, uma trama interessante com ou sem final feliz. Entretanto, gosto de sentir que cada capítulo é independente do outro, como sempre tem algo novo para descobrir e aprender.
   Bom, como só tem uns vinte capítulos nesse livro (contei com a introdução) e  ainda estou no sétimo, tem bastante coisa para eu ler e apreciar.
♤♡♢♧ 

   Por esta sexta-feira foi só (tudo) isso. Prometo tentar melhorar nessa coisa de resenha/semi-resenha.    Próxima sexta tem mais!!! Não se esqueçam do Instagram do blog, vai e fique de olho.
   BEIJOCAS, CHUCHUS!!! x